Na última edição, a revista SÁBADO cometeu um enorme erro. Partilhou esta notícia sobre Catarina Martins.
Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Na última edição, a revista SÁBADO cometeu um enorme erro. Partilhou esta notícia sobre Catarina Martins.
Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Qualquer pessoa minimamente informada já percebeu que o BE é o alvo a abater. Os neoliberais de pacotilha dignos representantes duma direita sem ética nem valores, à falta de argumentos políticos substantivos recorrem desesperadamente à insidia e às “fake news” tão falsas como eles próprios. Eles sabem bem que à sempre desesperadamente quem acredite nas suas balelas.
E quando querem um caso, falam sempre no Robles. Não conseguem vislumbrar mais nada. Como se o caso Robles, mesmo sendo pouco ético, tivesse alguma analogia com as trafulhices que por aí vão, praticadas por políticos oriundos do Centrão, do PS ao CDS, passando como é óbvio pelo PSD, o campeão do tráfico de influências entre os grandes grupos privados e o sector público.
Ora muito bem!
O Robles não fez nada de ilegal. E ainda por cima aquilo que por aí circula não é bem o que realmente aconteceu.Se fosse de direita o Robles era, no mínimo, um “arrojado empreendedor de sucesso”. A questão ética é, obviamente, importante. mas fica-se por aí e não será a Direita venturesca ou liberalesca que estará na melhor posição para o fazer.
Pelo que teve piada o que o Ventura disse numa recente resposta a Catarina Martins no Parlamento. Citando de cor foi qualquer coisa como “a mim nunca me verá investir (ou viver de) alojamento local”. Como se tal fosse ilegal ou uma qualquer atividade de tráfico ou parasitagem. E com uma agravante: parece poder dizer-se com certeza que o caso do Robles nada tem a ver com alojamento local pelo que a imputação é propositadamente distorcida.
Acontece que o “Chega”, tomando como base o publicado na “Visão” e que, até agora, não vi desmentido, está pejado, ao nível dos dirigentes e outros membros do circulo de Ventura, de tipos e tipas ligados a toda a espécie de negócios imobiliários.
Espera-se que Ventura tome medidas colocando essa gente no lugar: como militantes de base a trabalhar forçadamente, no duro, até se reabilitarem, tal como advogam para os condenados em geral. E que os estatutos do Chega impeçam a adesão de indivíduos que vivam de alojamentos locais e outras coisas mais.
Sugestões de “sound-bytes” para próximas intervenções de Ventura:
“A mim nunca me verá numa seita evangélica!”.
“A mim nunca me verá junto a pseudo-sindicalistas!”.
“A mim nunca me verá ao lado de retintos nazis!”.
Toda a renda é parasita. Mas, sendo o que temos, não se pode culpar as pessoas por fazerem pela vida.
A seguir quem acredita na santidade do mercado vai crucificar os comunistas por irem à CUF e investirem em fundos? Juízo.
O partido que é mais bem tratado pelos MERDia do neo-liberalismo é na verdade um alvo a abater? AHAHAHAHAHAH!!! As ilusões do Esterquistas fazem-me rir. Só falta dizer que o Pinto “Bilderberg” Balsemão e companhia estão a carregar baldes de água para o Chega! lol…
Não te preocupes porque foi apenas algumas personagens em busca de cliques e atenção, já foi tudo rápidamente corrigido e “behind the scenes” a Catarina e Companhia até vão ter direito a mais tempo de antena para compensar o inconveniente.
Quanto á atriz em questão…coitada, não teve lugar no “Casting Couch” e ficou fula com a vida, é o que dá escolherem artes e cultura na “Democracia Liberal Ocidental”.
Pois ora lá está!
Ele é “pedófilos”, é “parque Eduardo Vii”, é “Casting Couch”…O Vaz não brinca, está em todos! É o que se chama um saber de experiência feito!
Força Vaz! Bem sei que lhe sai do lombo, os danos na coluna podem ser irreparáveis,mas o sacrifíco é justificado! A bem da Nação Nacional Nacionalista!
Porra até aqui encontro nazis!!
O jornalismo português, com honrosas excepções, tornou-se num mero instrumento de propaganda ideológica dos seus donos.
Os donos dos meios de comunicação social, são bastas vezes pessoas pouco recomendáveis, não é necessário nomes, eles são bem conhecidos.
Disseminam as chamadas Fake News como qualquer rede social, embrulhada como notícia de fonte fidedigna. Mas chama-se órgãos de comunicação social.
O comentário e a análise carecem de contraditório. Ou seja, ouvimos e lemos a opinião de uns, mas nunca existe um outro que possa no mínimo contrariar essa tese, defendendo outra perspectiva.
Esta medida paliativa do governo, de investir por antecipação em publicidade institucional nos média, é para mim um erro.
Mais valia deixá-los falir, pagando o subsídio de desemprego aos profissionais do jornalismo, até emergirem de novo outro tipo de projectos com mais qualidade. E eles apareceriam.
Convém não confundir o Cofina com jornalismo!…
correcção: “o grupo Cofina”
aVent(o)ando: “(…) “Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.(…) . sic. ~ Eça de Queirós ~.
Bolsonaro, és tu??
Mas qual Eça de Queirós? – quem escreveu isso foi Guerra Junqueiro!!
Só alguém mesmo muito limitado é que, tendo acesso à Internet para comentar, nem se dá ao trabalho de confirmar o que cita!…
Enfim… a citação assenta-te como uma luva e é de “inteligentes” como tu que os Ventura’s gostam!…
“amigo” Daniel (27/05/2020 at 00:28):
Sem dúvida ! Quem escreveu “aquilo”, foi como diz, e muito bem, (Abílio Manuel de ) Guerra Junqueiro ( 1850-1923). In, ” Pátria, 1ª edição: 1896.
P.S. ando a elaborar pesquisas várias, para uma eventual tese de doutoramento, acerca das designadas ” fake news”, e em função do seu mui atento e oportuno comentário,somente me resta agradecer-lhe o seu contributo.
Não disse, mas com patetices destas, quem o disse só mostra a razão de quem o fez. Principalmente ali a parte da direita relativa à CS.
Ao menos esses da “Sábado” sempre publicaram um desmentido.
Outros acreditam que repetir uma mentira mil vezes torna-se verdade.
https://www.facebook.com/PartidoChegaOficial/posts/3096784067054781/