A culpa é da guerra …

Comments

  1. POIS! says:

    Pois talvez não.

    Tudo aponta para o mordomo.

    Mas o jardineiro também não se livra de suspeitas. Foi apanhado com dois “jerrycans” completamente cheios de gasóleo. Muito estranho!

  2. Paulo Marques says:

    O que nos vale é que não falta quem queira ouvir ainda mais as tais expectativas do mercado e fazer mais por elas, não vá alguém achar que têm um custo elevado.

  3. Joana Quelhas says:

    Isto é juntar a fome à vontade de comer.
    O Estado voraz está tanto ou mais interessado no aumento dos preços como a Galp, porque arrecada mais dinheiro.

    Por isto, o imposto devia incidir sobre a quantidade consumida ao invés de incidir sobre o preço.
    Nesse cenário o Estado voraz teria o mesmo interesse do consumidor, pois o aumento de preço diminuiria a arrecadação de imposto.
    Então o Estado voraz e o contribuinte estariam do mesmo lado.

    Joana Quelhas

    • POIS! says:

      Pois o que se deseja a Vosselência, ó Quwelasss

      É que não desenvolva uma doença das tais que não interessem a privados (exceto as servilusas que por aí andam).

      Nessa altura é que eu a quero ver reclamar da “voracidade” do Estado.

      Fie-se na virgem seguradora e não corra! Vai ver como é!

    • Paulo Marques says:

      Num bem inelástico.Uh huh. De uma defensora das contas certas. Claro, faz todo o sentido.
      Tem socialista no nome? Não pode ser, defende-se o contrário do ideário se for preciso! E nunca, mas nunca, se pergunte de onde vem a estabilidade de 60% da energia eléctrica.


  4. Haver empresas com tal nível de resultados até poderia ser útil. O problema é que cá não há planificação e por isso tal lucro pode desiquilibrar a economia porque ninguém esperava que tal acontecesse e depois ninguém sabe o que fazer, é como sair o euromilhões a um pobre e rapidamente desaparece. Os responsáveis dizem, não, nós sabemos o que fazer ao dinheiro e é aplicado ao acaso, o mais natural é fugir com ele para uma offshore e como já têm a Sede Social lá fora nada mais fácil e os dividendos nunca mais vão ser controlados na Pátria-mãe. Na China há lucros fabulosos mas o Estado é que os vai controlar numa rigorosa economia planificada onde nem um parafuso é fabricado sem que faça parte de um plano, enquanto por cá até dá para fazer chantagem e brincar porque é a Economia que controla o Estado. Isto vai tudo mudar. Está a ser feita uma ligação aos anos de 1400/1500 e ao fim de cerca de 500 anos o capitalismo finalmente vai mostrar as suas potencialidades por passar a servir o Socialismo. São só mais 10 anos afinal.

    • Paulo Marques says:

      Continuava a não investir/distribuir se não fosse obrigada. É a diferença, sendo que há muitos níveis entre isto e a brutalidade Chinesa.

  5. Anonimo says:

    Só vão poder mamar mais um pouco.
    O hidrogénio verde está aí à porta, o PM já afirmou. Pronto, vermelho, para satisfazer os 6 milhões.

    • Paulo Marques says:

      É pena é ser azul, e não resolver nada. É mais um pontapé para a frente de quem não quer lidar com nada.

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