My body, my rules

A propósito da aprovação da Lei que despenaliza a morte medicamente assistida, decidi apropriar-me desta expressão que costuma ser utilizada para outras lutas. Porque também é isso que está aqui em causa, o direito a decidirmos parar de viver, se colocados perante um sofrimento atroz, causado por doença incurável. E ninguém melhor que cada um de nós, para decidir quais os limites que suporta, aceitando como é óbvio o direito à objecção de consciência pelos profissionais médicos, que na condição de pessoas, também têm as suas próprias convicções, naturalmente merecedoras de total respeito, como qualquer outra, mas não mais que isso, se um médico não estiver disponível para praticar determinado acto médico, deve informar o paciente, que poderá recorrer a outro clínico. [Read more…]