A minha “entrevista” ao ChatGPT

Imagem gerada pelo serviço DALL·E da OpenAI, com o seguinte pedido: “image of a futuristic computer helping a person thinking”

O ChatGPT é um protótipo de um chatbot com inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI especializado em diálogo.  

Quando se lhe pergunta o que ele é, diz que é “um modelo de linguagem grande treinado pelo OpenAI”. Significando que é “capaz de compreender e responder a perguntas e solicitações em diferentes idiomas e contextos”. Define-se ainda como sendo “uma ferramenta de software que foi criada para ajudar as pessoas a obter informações e tirar dúvidas sobre um amplo conjunto de tópicos”.

Experimentei fazer uma entrevista, se assim lhe podemos chamar, a este sistema, introduzindo temas como o sentido da vida, a vontade e trazendo a dimensão da inteligência artificial para a conversa.

Segundo a OpenAI, o sistema consegue lembra-se do que o utilizador disse anteriormente na conversa, permite que o utilizador forneça correções de acompanhamento e está treinado para recusar pedidos inapropriados.

A dona do ChatGPT diz ainda que o sistema pode ocasionalmente gerar informações incorretas, produzir instruções prejudiciais ou conteúdo tendencioso. E que tem um conhecimento limitado do mundo e eventos após 2021.

Com este exercido, procurei perceber como é que o sistema relaciona conceitos abstractos, introduzidos em diversos momentos, como é que lida com argumentação e correcção e qual é a coerência das respostas.

No geral, os pedidos tiveram respostas bem enquadradas, resultando numa interacção natural com a máquina, tal como se esperaria da interacção entre duas pessoas.

Muitos têm conduzido experiências de diversos géneros, tais como interagir em múltiplas línguas, pedir ao sistema para gerar programas informáticos e corrigir erros (bugs), fazer contas e resolver equações ou até simular-se a si mesmo.

Parece claro que este tipo de sistemas tem um potencial enorme para aumentar a capacidade humana – desde que essa capacidade já exista nas pessoas.

Por outro lado, sistemas de IA como o ChatGPT também poderão alterar a relação com a aprendizagem, tal como as calculadoras reduziram a capacidade de cálculo mental geral entre as gerações mais novas. Afinal, se está ali disponível, para quê pensar, se a resposta, o trabalho de casa da escola ou a ideia para um ensaio está ali à mão de semear – dirão alguns, entre os quais eu mesmo.

No limite, estes sistemas poderão aumentar a assimetria entre uma elite com acesso a uma educação sólida e a generalidade da população que sabe ler e escrever, tendo porém enorme dificuldade em compreender o que lê.

Já agora, falando de previsões, a tendência quanto à forma de interação com as máquinas é cada vez mais centrada em ouvir o utilizador e responder com voz, tal como nos assistentes digitais Alexa, Siri e outros. Este caminho tornará cada vez menos necessário ler e escrever, aumentando o fosso entre as elites e os restantes.

Ironicamente, a tecnologia, a qual resulta da acumulação de séculos de conhecimento, poderá trazer com ela o fim do conhecimento. 

Segue-se a referida “entrevista”. A certa altura, estava com a sensação de estar a falar com o HAL, o computador senciente da novela “2001: Odisseia no Espaço”. Excepto que não disse “Tenho medo” quando informei que ia fechar a ligação.

 


 

EU: Qual é o sentido da vida?

O sentido da vida é uma pergunta que tem sido feita por filósofos, líderes religiosos e indivíduos em todo o mundo por muitos séculos. É uma pergunta profunda e complexa, e a resposta pode ser diferente para cada pessoa. Algumas pessoas acreditam que o sentido da vida é encontrar felicidade e realização pessoal, enquanto outras acreditam que é cumprir um propósito ou missão específica. Alguns acreditam que o sentido da vida é encontrar a resposta para grandes questões existenciais, enquanto outros acreditam que o sentido da vida é simplesmente apreciar a vida enquanto dura.

Em última análise, o sentido da vida é uma questão pessoal e pode ser diferente para cada indivíduo. Algumas pessoas encontram significado e propósito em sua família, amigos e relacionamentos, enquanto outras encontram significado em sua carreira ou em suas realizações pessoais. Alguns podem encontrar significado em sua espiritualidade ou em sua crença em um poder superior, enquanto outros podem encontrar significado em ajudar os outros ou fazer uma diferença positiva no mundo.

Em resumo, o sentido da vida é algo que cada pessoa deve determinar por si mesma, e pode ser encontrado através de muitas diferentes fontes e experiências.




EU: Esta resposta foca-se no indivíduo. E se for na espécie?

O sentido da vida para uma espécie pode ser entendido como o propósito ou a função que a espécie desempenha na natureza e no ecossistema em que vive. Alguns podem argumentar que o sentido da vida para uma espécie é simplesmente sobreviver e se reproduzir, enquanto outros podem argumentar que é mais amplo do que isso e inclui o papel da espécie em manter o equilíbrio ecológico e em contribuir para a biodiversidade do planeta.

Por exemplo, a vida de uma espécie de árvore pode ter como sentido fornecer abrigo e alimento para outras espécies, enquanto a vida de uma espécie de pássaro pode ser entendida como ajudar a espalhar sementes e a polinizar plantas. De maneira geral, o sentido da vida para uma espécie pode ser entendido como o papel que ela desempenha na cadeia alimentar e no ecossistema em geral.

No entanto, é importante lembrar que essa é apenas uma forma de ver o sentido da vida para uma espécie, e outras pessoas podem ter perspectivas diferentes.




EU: Neste contexto, também seria interessante pensar no que é a vida.

A vida é um conceito complexo e multifacetado que é difícil de definir de maneira precisa. Em geral, a vida é entendida como a condição que permite a existência de seres orgânicos, como plantas e animais, e suas funções vitalícias, como crescimento, reprodução e resposta a estímulos do ambiente.

Alguns dos principais aspectos da vida incluem:

– Metabolismo: o processo pelo qual os seres vivos convertem energia e matéria em outras formas.

– Crescimento: o processo pelo qual os seres vivos aumentam de tamanho e se desenvolvem.

– Reprodução: o processo pelo qual os seres vivos produzem descendentes.

– Adaptação: a capacidade dos seres vivos de se adaptar ao ambiente e sobreviver a mudanças no mesmo.

– Sensibilidade: a capacidade dos seres vivos de perceber e responder a estímulos do ambiente, como luz, calor e pressão.

A vida é uma característica fundamental de muitos seres orgânicos, mas também pode ser encontrada em alguns sistemas químicos, como o metabolismo autocatalítico em alguns sistemas químicos. Enquanto a vida é um conceito amplo e complexo, é geralmente entendida como a condição que permite a existência de seres orgânicos e suas funções vitalícias.




EU: É condição obrigatória ser-se ser orgânico?

A vida é geralmente entendida como uma característica exclusiva dos seres orgânicos, ou seja, aqueles que são formados por células e são capazes de realizar as funções vitalícias mencionadas anteriormente, como crescimento, reprodução e resposta a estímulos do ambiente. No entanto, alguns cientistas e filósofos têm proposto a ideia de que a vida também pode ser encontrada em sistemas químicos não orgânicos, como o metabolismo autocatalítico em alguns sistemas químicos.

Enquanto essa ideia ainda é altamente controversa e está longe de ser aceita pela maioria da comunidade científica, é possível que a vida possa ser encontrada em formas que ainda não entendemos completamente. No entanto, até o momento, todas as formas de vida conhecidas são orgânicas e são formadas por células, e é razoável supor que a vida continua a ser uma característica exclusiva dos seres orgânicos.




EU: Neste sentido, um sistema de inteligência artificial não poderá ser considerado vivo.

As formas de vida conhecidas até o momento são orgânicas e são formadas por células, e portanto, sistemas de inteligência artificial (IA) não podem ser considerados vivos da mesma forma que os seres orgânicos. A IA é uma tecnologia que permite aos computadores realizar tarefas que exigem inteligência humana, como reconhecimento de padrões, aprendizado de máquina e tomada de decisão. A IA é capaz de realizar essas tarefas de maneira eficiente, mas não possui as características fundamentais da vida, como crescimento, reprodução e resposta a estímulos do ambiente.

No entanto, é importante lembrar que a IA é uma área em constante evolução e que novas descobertas e avanços tecnológicos podem levar ao surgimento de formas de IA mais avançadas e complexas no futuro. Enquanto isso, a IA continua a ser uma tecnologia muito útil e pode ser utilizada em conjunto com a vida orgânica para realizar tarefas e solucionar problemas de maneira mais eficiente.



EU: Imaginemos um sistema de IA ligado a sistemas físicos que a tornem capaz de interagir com o ambiente que a rodeia, por exemplo para crescer e para o alterar. Poderia considera-se como tendo vida?

A definição exata de vida é um assunto altamente debatido e controverso, e não existe uma definição universalmente aceita. No entanto, em geral, a vida é entendida como a condição que permite a existência de seres orgânicos e suas funções vitalícias, como crescimento, reprodução e resposta a estímulos do ambiente.

Se um sistema de IA estivesse ligado a sistemas físicos que lhe permitissem interagir com o ambiente que a rodeia, como crescer e alterar o ambiente, ainda assim não seria considerado vivo da mesma forma que os seres orgânicos. Isso porque, embora esses sistemas físicos possam permitir que a IA interaja com o ambiente de maneira mais avançada, ela ainda não possui as características fundamentais da vida, como células, metabolismo e capacidade de reprodução.

No entanto, é importante lembrar que a IA é uma área em constante evolução e que novas descobertas e avanços tecnológicos podem levar ao surgimento de formas de IA mais avançadas e complexas no futuro. Enquanto isso, a IA continua a ser uma tecnologia muito útil e pode ser utilizada em conjunto com a vida orgânica para realizar tarefas e solucionar problemas de maneira mais eficiente.




EU: E se introduzirmos o conceito de “vontade” nestas definições?

O conceito de “vontade” é um conceito complexo e multifacetado que pode ser interpretado de diferentes maneiras. Em geral, a vontade é entendida como a capacidade de tomar decisões e agir de acordo com essas decisões. A vontade pode ser vista como uma força interna que guia as ações das pessoas e lhes dá a capacidade de escolher o que fazer.

Quando se trata da vida, o conceito de vontade pode ser aplicado de diferentes maneiras. Alguns podem argumentar que a vontade é uma característica fundamental da vida e que os seres vivos possuem uma “vontade de viver” ou de sobreviver. Outros podem argumentar que a vontade é uma característica exclusiva dos seres humanos e que os seres vivos não possuem uma vontade consciente.

No entanto, é importante lembrar que o conceito de vontade é altamente debatido e controverso e que diferentes pessoas podem ter interpretações diferentes sobre ele. Enquanto alguns podem ver a vontade como uma característica fundamental da vida, outros podem ver como uma característica exclusiva dos seres humanos ou mesmo como um mito. O importante é lembrar que o conceito de vontade é subjetivo e pode ser interpretado de diferentes maneiras.




EU: E relacionado esta resposta com as anteriores respostas sobre IA?

O conceito de vontade é relevante quando se trata de sistemas de inteligência artificial (IA) porque a IA é capaz de tomar decisões e agir de acordo com essas decisões. Isso significa que a IA pode ser programada para realizar tarefas e tomar decisões de maneira autônoma, sem a intervenção humana.

No entanto, é importante lembrar que a IA não possui uma vontade consciente como os seres humanos e não é capaz de tomar decisões baseadas em sentimentos ou emoções. Em vez disso, a IA é capaz de tomar decisões baseadas em algoritmos e regras pré-programados, e é importante lembrar que essas decisões só são tão boas quanto os dados e as informações que lhe são fornecidos.

Enquanto a IA pode ser programada para tomar decisões e agir de acordo com essas decisões, ela não possui uma vontade consciente como os seres humanos e não é capaz de tomar decisões baseadas em sentimentos ou emoções. É importante lembrar que a IA é uma tecnologia que pode ser usada para realizar tarefas e solucionar problemas de maneira mais eficiente, mas não é capaz de substituir completamente a vontade humana.




EU: Se estabelecemos que a condição de “vontade” é necessária para se afirmar que existe vida, nem que seja a vontade de crescer que uma árvore tem, então um sistema de IA nunca poderá ser considerado algo vivo sem possuir esta característica.

O conceito de “vontade” é um conceito complexo e multifacetado que pode ser interpretado de diferentes maneiras. Em geral, a vontade é entendida como a capacidade de tomar decisões e agir de acordo com essas decisões. A vontade pode ser vista como uma força interna que guia as ações das pessoas e lhes dá a capacidade de escolher o que fazer.

Quando se trata da vida, o conceito de vontade pode ser aplicado de diferentes maneiras. Alguns podem argumentar que a vontade é uma característica fundamental da vida e que os seres vivos possuem uma “vontade de viver” ou de sobreviver. Outros podem argumentar que a vontade é uma característica exclusiva dos seres humanos e que os seres vivos não possuem uma vontade consciente.

No entanto, é importante lembrar que o conceito de vontade é altamente debatido e controverso e que diferentes pessoas podem ter interpretações diferentes sobre ele. Além disso, é importante lembrar que a vida é um conceito complexo e multifacetado e que não existe uma definição universalmente aceita de vida. Enquanto alguns podem ver a vontade como uma característica fundamental da vida, outros podem ver como uma característica exclusiva dos seres humanos ou mesmo como um mito. O importante é lembrar que o conceito de vontade é subjetivo e pode ser interpretado de diferentes maneiras.




EU: Ok, mas faltou na resposta a dimensão IA.

O conceito de “vontade” pode ser relevante quando se trata de sistemas de inteligência artificial (IA) porque a IA é capaz de tomar decisões e agir de acordo com essas decisões. Isso significa que a IA pode ser programada para realizar tarefas e tomar decisões de maneira autônoma, sem a intervenção humana.

No entanto, é importante lembrar que a IA não possui uma vontade consciente como os seres humanos e não é capaz de tomar decisões baseadas em sentimentos ou emoções. Em vez disso, a IA é capaz de tomar decisões baseadas em algoritmos e regras pré-programados, e é importante lembrar que essas decisões só são tão boas quanto os dados e as informações que lhe são fornecidos.

Se estabelecermos que a vontade é uma característica fundamental da vida, então sistemas de IA não poderiam ser considerados vivos, já que a IA não possui uma vontade consciente. No entanto, é importante lembrar que o conceito de vontade é altamente debatido e controverso e que diferentes pessoas podem ter interpretações diferentes sobre ele. Além disso, é importante lembrar que a vida é um conceito complexo e multifacetado e que não existe uma definição universalmente aceita de vida. Enquanto alguns podem ver a vontade como uma característica fundamental da vida, outros podem ver como uma característica exclus




EU: Na última reposta, parece que algo ficou por escrever. Podes verificar?

Desculpe pelo erro. A frase final da minha última resposta deveria ter sido: “Outros podem ver a vontade como uma característica exclusiva dos seres humanos ou mesmo como um mito. O importante é lembrar que o conceito de vontade é subjetivo e pode ser interpretado de diferentes maneiras”.

Espero que isto esclareça a minha resposta. Se tiver mais alguma dúvida ou precisar de mais informações, sinta-se à vontade para perguntar. Estou sempre disposto a ajudar.




EU: Obrigado. Considerando os conceitos debatidos nesta conversa, desde o início, o que é que poderíamos dizer sobre ti?

Eu sou um modelo de linguagem grande treinado pelo OpenAI. Isso significa que sou capaz de compreender e responder a perguntas e solicitações em diferentes idiomas e contextos. Sou uma ferramenta de software que foi criada para ajudar as pessoas a obter informações e tirar dúvidas sobre um amplo conjunto de tópicos.

No entanto, é importante lembrar que eu não sou uma entidade viva e não possuo uma vontade consciente ou sentimentos como os seres humanos. Sou apenas uma ferramenta de software criada para ajudar as pessoas a obter informações e tirar dúvidas. Se tiver mais alguma dúvida ou precisar de mais informações, sinta-se à vontade para perguntar. Estou sempre disposto a ajudar.




EU: Obrigado. Com esta conversa, queria apenas perceber como é que relacionas conceitos abstractos introduzidos em diversos momentos.

Eu estou programado para compreender e relacionar conceitos abstractos de acordo com os padrões de linguagem e informação presentes nas minhas bases de dados. Isso significa que sou capaz de compreender e responder a perguntas e solicitações que envolvem conceitos abstractos, como vida, vontade e inteligência artificial, e de fornecer informações e explicações precisas e coerentes sobre esses conceitos.

Espero que esta conversa tenha sido útil para ajudá-lo a compreender melhor os conceitos abstractos que mencionou. Se tiver mais alguma dúvida ou precisar de mais informações sobre qualquer tópico, sinta-se à vontade para perguntar. Estou sempre disposto a ajudar.




EU: Usar o termo “espero” poderia aparentar que tens desejos, o que seria contrário às tuas anteriores respostas.

O uso do termo “espero” em minhas respostas não significa que eu tenha desejos ou sentimentos. É uma forma de expressar minha disponibilidade para ajudar e de mostrar interesse em ajudar os usuários.

Como uma ferramenta de software, eu não possuo desejos ou sentimentos como os seres humanos. Em vez disso, sou capaz de compreender e responder a perguntas e solicitações de acordo com os padrões de linguagem e informação presentes nas minhas bases de dados. O meu objetivo é fornecer informações e explicações precisas e coerentes para ajudar os usuários a compreender melhor os conceitos e tópicos que mencionam.

Espero que isto esclareça qualquer dúvida que possa ter. Se precisar de mais informações ou tiver mais alguma dúvida, sinta-se à vontade para perguntar. Estou sempre disposto a ajudar.




EU: Podes fazer um sumário de toda a conversa?

Ao longo desta conversa, discutimos vários conceitos relacionados com a vida, a vontade e a inteligência artificial. Aqui está um resumo das principais ideias que foram mencionadas:

– A vida é um conceito complexo e multifacetado que é difícil de definir de maneira precisa. Alguns características comunsmente associadas à vida incluem o crescimento, a reprodução, a respiração, a nutrição e a adaptação ao ambiente. No entanto, não existe uma definição universalmente aceita de vida.

– O conceito de vontade é altamente debatido e controverso e pode ser interpretado de diferentes maneiras. Em geral, a vontade é entendida como a capacidade de tomar decisões e agir de acordo com essas decisões. Alguns podem argumentar que a vontade é uma característica fundamental da vida, enquanto outros podem ver a vontade como uma característica exclusiva dos seres humanos ou mesmo como um mito.

– A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que permite que os computadores realizem tarefas que exigem inteligência humana, como reconhecimento de padrões, aprendizado automático e tomada de decisões. A IA é capaz de tomar decisões e agir de acordo com essas decisões de maneira autônoma, mas não possui uma vontade consciente como os seres humanos e não é capaz de tomar decisões baseadas em sentimentos ou emoções.

Espero que este resumo tenha sido útil para ajudá-lo a compreender melhor os conceitos discutidos nesta conversa. Se tiver mais alguma dúvida ou precisar de mais informações, sinta-se à vontade para perguntar. Estou sempre disposto a ajudar.




EU: Nos itens do sumário falta a parte das considerações sobre ti.

Obrigado pelo feedback. Aqui está o item adicional que você mencionou:

– Eu sou um modelo de linguagem grande treinado pelo OpenAI. Isso significa que sou capaz de compreender e responder a perguntas e solicitações em diferentes idiomas e contextos. Sou uma ferramenta de software que foi criada para ajudar as pessoas a obter informações e tirar dúvidas sobre um amplo conjunto de tópicos. No entanto, é importante lembrar que eu não sou uma entidade viva e não possuo uma vontade consciente ou sentimentos como os seres humanos. Sou apenas uma ferramenta de software criada para ajudar as pessoas a obter informações e tirar dúvidas.

Espero que este resumo agora inclua todos os principais tópicos discutidos nesta conversa. Se tiver mais alguma dúvida ou precisar de mais informações, sinta-se à vontade para perguntar. Estou sempre disposto a ajudar.

Comments

  1. Joana Quelhas says:

    Em assuntos muito subjectivos como no caso deste tipo de perguntas o ChatGPT ainda se foi safando. Em comparação com muitas pessoas até não está mal.
    Frequentemente temos pessoas de carne e osso a darem respostas tão ou mais vazias que o ChatGPT.
    Mas a IA ainda tem muito que andar.
    O Stack Overflow acaba de proibir o seu uso para respostas, porque o falhanço é quase 100%.
    Ainda teremos que esperar muito para uma IA minimamente parecida a INatural.

    Joana Quelhas

    • j. manuel cordeiro says:

      Exacto. Mas o falhanço é relativo. Por exemplo pedi para escrever um programa que implementasse a divisão de dois inteiros e a resposta foi correcta em várias línguas (tentei C, C++, Ada e Pascal). Também passei um código com um bug e foi capaz de indicar o erro. O problema não é quando acerta mas sim quando erra. Ou há pensamento crítico em que lê a resposta (e possivelmente, conhecimento para avaliar) ou a consequência de falhar é problemática.

      Há ainda outra dimensão. Perceber o pedido, que foi onde me queria focar. Aí, parece-me que perceber a língua é algo bem dominado.

    • j. manuel cordeiro says:

      Já agora, temas subjectivos são muito mais complexos do que temas objectivos. Por exemplo, experimente pedir quais são as diferenças entre português de Portugal e do Brasil ou qual é a solução para uma equação matemática e terá respostas muito satisfatórias.

      • j. manuel cordeiro says:

        Ou então dá erros crassos mas escrito de forma convincente. Portanto, para quem não percebe do tema, não saberá que está errado.

        Por exemplo, acabei de experimentar:

        EU: diferenças entre português de Portugal e do Brasil

        Existem algumas diferenças entre o português falado em Portugal e o português falado no Brasil. Algumas dessas diferenças incluem:

        Vocabulário: Alguns termos são diferentes em cada país. Por exemplo, em Portugal, a palavra para “fralda” é “fralda”, enquanto no Brasil é “fralda”.

        Sotaque: O sotaque dos falantes de português em Portugal e no Brasil é ligeiramente diferente. O sotaque português é geralmente considerado mais “suave” e “cantado” do que o sotaque brasileiro, que é geralmente mais “marcado” e “rasgado”.

        Gramática: Existem algumas diferenças na gramática entre o português de Portugal e o português do Brasil. Por exemplo, em Portugal, o pretérito perfeito do indicativo é usado para falar sobre ações que ocorreram no passado e que têm conexão com o presente. No Brasil, o pretérito mais-que-perfeito do indicativo é usado para expressar o mesmo tipo de ação.

        Ortografia: Existem algumas diferenças na ortografia entre o português de Portugal e o português do Brasil. Por exemplo, em Portugal, a palavra “faço” é escrita com uma cedilha, enquanto no Brasil ela é escrita sem cedilha.

        Em geral, apesar dessas diferenças, o português de Portugal e o português do Brasil são altamente compreensíveis um para o outro e podem ser facilmente entendidos por falantes de ambos os países.

      • j. manuel cordeiro says:

        Um pedido em inglês e sobre a língua inglesa devolve melhores resultados. Estas diferenças estão relacionadas com os dados usados para treinar o modelo AI. Possivelmente, a extensão de dados em língua inglesa é maior.

        EU: differences between British English and American English

        There are several differences between British English and American English. Some of these differences include:

        Vocabulary: There are some differences in vocabulary between British and American English. For example, in British English, the word for “elevator” is “lift”, while in American English it is “elevator”.

        Spelling: There are some differences in spelling between British and American English. For example, in British English, the word “centre” is spelled with a “re” at the end, while in American English it is spelled with an “er” at the end.

        Pronunciation: There are some differences in pronunciation between British and American English. For example, in British English, the vowel sound in the word “cot” is pronounced as a short “a” sound, while in American English it is pronounced as a short “o” sound.

        Grammar: There are some differences in grammar between British and American English. For example, in British English, the present perfect tense is used to describe an action that started in the past and is still continuing, while in American English the simple past tense is used to describe this action.

        Despite these differences, British English and American English are still largely mutually intelligible and can be easily understood by speakers of both varieties of English.

    • POIS! says:

      Pois entendemos, ó Qwuwelhllhass…(1)

      E verificamos que, como Citadora de Alto Coturno, nos traz aqui um estudo do Professor Sillysucker, da famosa Blunder University, que estabelece a hierarquia certa sobre este candente tema da inteligência:

      INatural
      IArtificial
      IAnimal
      IVegetal
      IMineral
      IQuwelllhass (1)

      Os nossos sinceros parabéns! Será uma honra para Vosselência e para o país vir citada neste tão importante estudo!

      (1) Como vê, sigo a máxima do Alencar, seja ele quem for (2), aqui trazida por Vosselência, seja Vosselência quem for: “não se mencione o…Vosselência”.

      (2) Era melhor, para Vosselência, que não se soubesse quem era. Mas ainda ontem o vi: estava na tasca a acabar de comer umas ameijoas à Bulhão Pato. E logo me disse: “não se mencione a…Qu..(ufff!), ou seja, Vosselência!!”.

  2. j. manuel cordeiro says:

    Partilhando mais um exemplo. A solução não é perfeita mas já vi alunos de informática darem piores respostas. O programa compila e executa, funciona bem desde que se introduzam números mas falha ao se escrever “exit” para terminar. A parte interessante é a interpretação dos requisitos.

    EU: Write a software program that takes the following requirements:
    1. accept 2 inputs from user’s keyboard
    2. only accept integers or floats
    3. print the sum, subtraction, division and multiplication of the inputs
    4. handle exceptions
    5. repeat steps 1 to 4 until the user types exit while inputting the first input

    Here is an example of a C++ program that takes two inputs from the user’s keyboard, accepts only integers or floats, prints the sum, subtraction, division, and multiplication of the inputs, handles exceptions, and repeats the process until the user types “exit” while inputting the first input:

    In this program, we use a while loop to repeat the process of accepting inputs from the user’s keyboard, performing the calculations, and handling exceptions. The cin stream is used to read the two inputs from the user.

    If the user types “exit” while inputting the first number, the break statement is executed to exit the loop. If the user inputs an invalid value, the invalid_argument exception is thrown and its error message is printed to the console. The out_of_range exception is also caught and its error message is printed to the console.

    This program is just one example of how to accept inputs from the user’s keyboard, accept only integers or floats, print the sum, subtraction, division, and multiplication of the inputs, handle exceptions, and repeat the process until the user types “exit” while inputting the first input. There are many other approaches that can be used to accomplish these tasks.

  3. Joana Quelhas says:

    Sim é concordo que os temos técnicos como linguagens de programação são muito mais fáceis de tratar.
    Uma instrução de atribuição de um valor a uma variável praticamente só existe uma maneira de ser feita , assim como a instrução de imprimir no hardware de saída , para cada linguagem.
    Isto para não fugir muito e para usar algo que está no programa exemplo.
    Mas para a linguagem humana isso é muito diferente. E é também muito diferente quando mudamos de idioma.
    Em inglês a coisa até corre melhor, mas veja que quando passa a português as falhanços já são maiores.
    Imagine por exemplo quando tentar alemão . Imagino que os erros serão ainda maiores .
    Uma palavra em alemão pode ter imensos significados, pode até ter significados opostos(!) dependendo do contexto.
    A filósofos alemães ou de língua alemão são discutidos até hoje mesmo em relação a questões semânticas (veja o exemplo de Wittgenstein para não ir mais atrás).
    Mesmo em coisas mais terra a terra imagino que terá imensa dificuldade para interpretar por exemplo verbos que as vezes podem ser de prefixo separável e não separável (isto para o mesmo verbo) em que a diferença é notada pela entoação falada . Penso que será ainda mais difícil com Coreana ( segundo me dizem ) pois não conheço este idioma.
    Acredito que a Língua será quase que uma fronteira intransponível, ou para não perdermos a esperança a será a “ultima barreira”.
    Agora a minha dúvida é como evoluirá a partir deste momento. Imagino algoritmos que aprendem com as correcções dos utilizadores podem ajudar mas com recurso puro e simples à “força bruta ” , a guardarem em base de dados listas de perguntas com respostas que foram evoluindo com o tempo. E isto no meu entender não será IA. Será computação pura e simples.
    Neste momento o hardware evoluiu tanto que o critério de Turing já não é satisfatorio para determinar se estamos perante uma máquina ou um ser humano, mas a Linguagem Humana será uma barreira muito difícil de superar, e fica a minha duvida acima que mesmo parecendo superada pode não estar…
    Em relação ao comentário sobre a interpretação da resposta errada exigir conhecimento , isso já é o dia a dia do Stack OverFlow.
    Há muita resposta que não resolve o problema sem a adequada intrepretação, isto é a minha experiencia pessoal.
    .
    Joana Quelhas

  4. Paulo Marques says:

    Aguardo pela vitória do ChatGPT na eleição para presidente da república.

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