Facto

 

 

Israel. Mais pequeno que o Alentejo. Há eleições. Imprensa vária (jornais, TVs). Parlamento. Liberdade de expressão. Direitos LGBTs. Direito a manifestações. Defeitos? Também e não são poucos.

Quando olho para o Médio Oriente e procuro um país democrático, constato que só há um.

Israel.

Comments

  1. POIS! says:

    Pois é! Foi pena é esta chuva de misseis.

    Aquela malta das informações foi enganada. Na Faixa de Gaza era misseis por todo o lado, mas tudo muito bem disfarçado.

    Frequentemente via-se malta a circular com baguettes debaixo do braço: Afinal eram misseis!

    E entrava-se nas casas e logo se reparava no elevado número de candeeiros de mesinha de cabeceira, mas a resposta era pronta: aqui a luz falta muito, é preciso ter material suplente.

    E a malta mais nova jogava Rugby na rua, supostamente influenciada pelo mundial de França. Não reparavam, é que o que passavam entre eles não eram bolas!

    Chegou-se ao ponto de pintar os misseis da cor dos melões de Almeirim, o que permitiu que ficassem guardados á vista de todos, nos supermercados!

    Aquela malta do Hamas pode ter muitos defeitos, mas uma coisa é certa: imaginação é coisa que lhes não falta!

  2. Não deixa de ser curioso que alguns, antes de 1994, defendiam a Republica da Africa do Sul como sendo a única democracia da região menorizando o seu regime de apartheid.
    Quanto ao Israel atual. A recente concentração de poderes na pessoa do Sr. Netanyahu, a começar pelo judicial, faz-me crer que Israel se tornou tão democrático como a Rússia do Sr Putin.

  3. Vá perguntar aos desertores da IDF o quanto vale a liberdade de expressão.
    Envenenar poços, limitar a entrada de alimentos, bombardeamento de hospitais, roubo e destruição de casas (devia-lhe ser especialmente querido), com direito a público e tudo, assassinato de jornalistas, demolição de edifícios de hospitais, comunicação, e habitação, prisões por falar com a pessoa errada e outras arbitrariedades, espionagem dos cidadãos, destruição de campos; nada disso, e muito mais, interessa pois põem uma cruzinha de 4 em 4 anos.
    Olhe, também a Rússia, Cuba e Venezuela, e se calhar até a China tem mais manifestações. Admita logo as razões pelo qual o genocídio é bom, os jornais israelitas sempre têm mais coragem.
    https://twitter.com/AlanRMacLeod/status/1710675262751261182

  4. O “estado de direito” que o Orlando gosta:

    In July 2003, the Knesset enacted The Citizenship and Entry into Israel Law. The law denies the right to acquire Israeli residency or citizenship status to Palestinians from the occupied territories, even if they are married to citizens of Israel.

    The broad wording of the APL meant that almost every Palestinian who left their home during the war became an “abstentee” under Israeli law. This included those who had remained within what became Israeli territory, creating the paradoxical legal category of “present absentee”. All property belonging to absentees became “absentee property” and could be expropriated by the state without compensation.
    (a propriedade deixou de ser santa)

    Admissions committees operate in approximately 700 agricultural and community towns inside Israel. Their purpose is to filter out Palestinian citizens of Israel who apply for residency in these towns on the basis of their “social unsuitability”. The operation of admissions committees contributes to the institutionalization of racial segregation in towns and villages throughout Israel and perpetuates unequal access to land.

    The Land Acquisition for Public Purposes Ordinance – Amendment No. 10 (2010) allows Israel’s Finance Minister to confiscate land for “public purposes”. The state has used this law extensively, in conjunction with other laws like the Land Acquisition Law (1953) and the Absentees’ Property Law (1950), to confiscate Palestinian-owned land in Israel.

    A constituição lá do sítio

    There are three main parts to the Nation State Law:

    It declares the exercise of national self-determination to be a right enjoyed by Jewish citizens only.
    It makes Hebrew the only official state language (prior to the Nation State Law, both Hebrew and Arabic were official state languages). Under the law, Arabic is given “special status” which means some state services will still be available in Arabic.
    It commits to expanding Jewish settlement as “a national value”. The clear implication is that the law prioritizes settlements for Jews at the expense of others within Israel and the occupied territories.

    O fascismo que os liberachos aprovam.

  5. Arlindo da Costa says:

    Isso é uma mentira. Israel é um estado teocrático, racista e paria.
    Seja honesto, please.

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