
Nós somos um País abençoado. Algumas vezes nem percebemos a sorte que temos.
Porque no meio da tragédia, a fortuna dá-nos sempre uma solução. Melhor, dá-nos sempre a solução perfeita:
- depois de 9 anos de governação catastrófica do PS que deixou o País em pré-colapso, mas com “contas certas” (aliás, mais certas era impossível porque não há número mais rigoroso que aquele revelado pelo dinheiro que nos fica depois dos impostos e de algumas “despesazitas”: zero, zerinho; isto se não nos metermos em frivolidades desnecessárias como habitação, medicamentos, roupas, etc.), qualquer outro País ficava sem saber o que fazer;
- nós não, caramba; nós temos a solução perfeita: quem melhor para resolver esta calamidade criada pelo PS (com a preciosa e essencial ajuda do PCP e do BE) que… wait for it… o próprio PS; agora na versão PS “desta vez é que é porque nas outras vezes foi muito bom (nem quero saber como teria sido se eles dissessem que tinha sido só bom ou só “assim, assim”), mas não tão bom como agora vai ser”.
Ah, Roménia; não, esta não porque entretanto já passou por nós; Ah, Venezuela! Ah, Cuba! Ah, Burundi: we are coming.






Nós sabemos o que queres, queres é o Passos de volta, com os seus brutais aumentos de impostos, roubos de subsídio de férias e extinção de salários em prol da productividade liberacha, tudo para lamber as botas ao patrão Capital.
Fica sentado, porque Não Passarás!
2016: vem aí o diabo com estes despesistas!
2023: terem cumprido e ultrapassado as nossas metas económicas foi um desastre!
É a vossa vez, para fazer… cenas… e coisas… por direito divino e combate ao wokismo, seja lá o que isso for.
Curioso que está tudo tão mal, e bem não está, que ainda se faz turismo médico para Portugal, e não para quem nos ultrapassou numa qualquer métrica retirada do seu contexto porque quem pode pôs-se a andar.
Os liberachos fazem parte do movimento woke. Tal como a esquerda caviar.
Apenas a Verdadeira Esquerda, a tradicional e defensora dos direitos social-democratas europeus, do humanismo e tolerância, pode resistir a este wokismo que quer instituir uma espécie de Sharia numa Europa que se quer livre de qualquer tipo de imposição religiosa.
Continuo sem saber o que é, lamento. Fui ver o uso original e era ser contra a escravatura, não sei se isso ainda é mau, mas parece que sim.
Ser contra a escravatura? Faziam activimismo na Índia, China, África e outras zonas então.
Afinal não sabe o significado mas diz o significado? É mesmo à woke
É, parece que continua a ser mau ser contra a escravatura.
Este liberalfacho gosta é dos fados do marialva-fadista seboso, do Melinho (sobrinho do fdp bombista) com o cabelinho “à foda-se” e do bronco parolo de avental que não paga IMI e IVA.
Para juntar à comédia ainda temos os Imbecis neoLiberais, o Chunga e uma treta inventada por uma Uncle Tom.
Tanta escolha à direita e vem para aqui mandar postas de pescada.
A sensação com que fico nesse seu discurso é a de que se dá por conformado com uma nova vitória do PS, lamentando-se apenas por esse facto.
Não sei se o PS vai ou não ganhar de novo as eleições, não será fácil, eu até tenho muitas dúvidas, mas de uma coisa eu tenho a certeza, enquanto a direita não se penitenciar das maldades que andou a fazer durante aqueles parcos 4 anos e meio, apoiada numa bateria de meios de propaganda onde não faltava um Presidente a apoiá-los, até em medidas inconstitucionais, vocês dificilmente terão sossego.
O PS com toda a sua enormidade e montão de defeitos, conseguiu enterrar Sócrates. Foi expurgado do PS quando este percebeu que o partido não alinhava em sua defesa. Aliás, só vocês é que ainda estão agarrados a ele, como uma espécie de tábua de salvação, para se tentarem desculpar. O que parece já não funcionar.
Continuam com a austeridade subjacente no vosso discurso, porque não fazem uma única proposta concreta, palpável, a não ser propostas avulsas, inconsistentes, apenas para fazer guerrilha ao PS, como aquela dos professores e mais recentemente dos polícias.
Veja lá se o PSD neste período de pré campanha já alguma vez anunciou de forma clara, uma proposta de aumento do salário mínimo nacional, para os próximos 4 anos? Ou como aumentar o parque imobiliário cooperativo ou com custos controlados?
Não. Nunca fariam porque mais uma vez estão reféns das confederações patronais, de algumas ordens profissionais, as cúpulas, diga-se, dos proprietários do arrendamento e AL. Há um país imenso para além dessa gente.
Andaram oito anos e não nove, como escreve, a dizerem-nos que o país não suportava os aumentos salariais entretanto alcançados, + 63%, face a 2015. Que vinha aí o Diabo. Afinal a realidade demonstrou que o vosso discurso assentava mais na retórica patronal, do que numa verdadeira agenda social democrata.
Já nem o PS é social democrata, quanto mais vocês!
Porra, pá, mudem de cassete! Essa já cansa.
O PS vai vencer. Em duvido que precisa de duas muletas à esquerda para obter maioria.
O PSD sim, não se demarca dos tempos do Passos, nem os apoia incondicionalmente. Uma espécie do não fiz o que fiz, mas também não me envergonho do que fiz.
O PSD não dá essas “ideias” porque não as tem. PS também não, sejamos justos, ambos vivem de expedientes e de acertos entre impostos, orçamentações e cativações. Entre um e outro mudam as décimas, e a ordenação em fila dos grupos de interesse a atender.
O PS expurgar o Sócrates… bem, isso implica que o Sócrates era um homem só, a fazer(?) manigâncias às escondidas dos seus correligionários. Não acho que o Sócrates tenha sido expurgado quando um Galamba por lá fica.
“O PS vai vencer. Em duvido que precisa de duas muletas à esquerda para obter maioria.”
Você tem cá uma certeza? Pensei que o Zandinga já tinha falecido.
Totobola joga-se à sexta. À segunda todos acertam.
E certezas todos temos.
Naldinho
Esse Anonimo é um provocador. Dá para perceber
Tem poucos, uns quantos dos quais maus, mas tem ao menos tem comboios e aeroporto a meio de resolver, bem ou mal.
Para mal dos nossos pecados, a larga maioria dos eleitores nem se lembram de que Montenegro foi ministro; lembram-se de Sócrates porque nos fazem questão de dizer que é culpado de alguma coisa porque tem que ser; não, o pior pecado é mesmo quase só dizerem mal quando há tanto produto no mercado a vender vibes, alvos fáceis, regras ao sistema, o que for. Nem que mintam, como tanto vencedor – aliás, nem com Passos aprendem!
O que o povo nunca tem apetite é quem conta com o ovo no cú da galinha porque é a vez dele.
O caralho da chaga mente, aldraba, vota contra ou simplesmente falta às votações às suas bandeiras ideológicas, e mesmo assim, têm muito mais sucesso que os zombies da AD.
Da-lhe, Falancio.
O «…País…» foi deixado «…em pré-colapso…» pelo XIXº Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, os Governos do ex-Primeiro-Ministro, António Costa, deram continuidade à mesma agenda política, económica, e de engenharia social, para destruir o País, o Estado, e a Classe-Média Portuguesa.
E qual o papel da NATO no meio disto tudo.
Faltou esse clichê.
Paciência!!!!
A Roménia tornou-se o novo argumento vazio – um país que tem um salário mínimo inferior a Portugal em 280 euros, e que a paridade do poder de compra dos empregados é inferior em 3150 euros do português… é preciso não ter noção.
Mas alimentam-se com sonhos de que o crescimento do PIB lhes sirva para alguma coisa, não é isso que conta?
Mão fechada cheia de nada e boca aberta a prometer mordomias em troca de votos.
As contas certas é tantos impostos quantos os necessários, a divída a aumentar disfarçada por um crescimento que é o resultado da última grande mamadela na Europa.
E quando acabar a mama que a pandemia gerou, vem o diabo que essa cambada sempre resolve aumentando impostos e sacando tudo que possam.
E nisso se fia a cambada que dá os filhos à emigração e vende votos por migalhas que lhe sustentem a indigência e a imbecilidade.
“Mão fechada cheia de nada e boca aberta a prometer mordomias em troca de votos”
Claro, a direita não promete nada. Não soubéssemos todos ao que vêm.
Basta olhar para o que foi a gestão bancária, algumas privatizações ruinosas, fundos europeus, …
O teu problema e o da direita é tudo uma questão aritmética.
Com um milhão de euros só enches os bolsos a um empresário guloso, cuja mão de obra é feita por aqueles que recebem outros apoios estatais que somados não chegarão a tanto. Como o teu empresário só tem direito a um voto, torna-se claro que os outros, mesmo recebendo umas migalhas, alteram a correlação de forças.
Dividi melhor, que talvez tenhais melhor sorte.
Empresário sempre o entendes desligado de empreender em mercado livre, que disso sabes nada e tão pouco queres saber.
És cliente do mercado das carreiras que se ganham com o tempo e dos direitos comprados a voto e choradeira, sempre com o olho no saque a dividir.
Há 50 ano é essa a classe cívica construtora da miséria socialista.
Claro. A tua especialidade é tentar convencer-nos que a Torre de Pisa está na vertical, nós é que vivemos em plano inclinado.
Vai-te melga. Quem não te conhecer que te compre.
JgMenos
Cuida-te. Estás em regressão acelarada e até o idiota da casa sem IMI diz coisas menos parvas
Pois vamos lá a ver o que transparece deste de Menos comentário, mais um monumental monumento à dor de corno…
Que indigente indigência! Que nervosos nervos! Que lamentável lamento! Que raivosa raiva! Que insatisfeita insatisfação! Que frustrante frustração! Que dolorosa dor! Ainda não é desta que é desta!
Ora bem, gente fina promete redistribuir o que tira só aos outros, contando que ninguém note as votações no parlamento.
Quanto aos fundos europeus, quem é pró-europeu não pode ser contra que só retorne depois dar uma volta ao BCE; mas como na eurolândia não se fala, faz-se de conta que é uma dádiva dos céus.
Pois pois, a Roménia…
Se Vosselência conhecer algum romeno, por favor pergunte-lhe o que tem sentido com a “ultrapassagem” que “nos” fizeram!
Se conseguir que faça um intervalo na sua esfuziante felicidade, o que não é fácil, certamente o esclarecerá sobre os contornos desse grande milagre.
Curioso, há um par de semanas li um mail enviado por uma senhora romena que conheci no contexto da minha profissão, que viveu por cá certamente porque queria sentir ao vivo a sensação de ser tão velozmente ultrapassada.
Entretanto foi para Espanha, para junto do resto da família, à procura de nova ultrapassagem, porque aqui já não dava gozo.
À Roménia é que não pensa voltar tão cedo. Certamente porque está com medo de tão altas velocidades. Com aquelas estradas…pode ser perigoso…