Olha para o que eu digo….

É um clássico ver políticos dos dois principais partidos a declarar o seu amor à escola pública colocando os seus filhos no ensino privado…

Comments

  1. Joana Quelhas says:

    A escola pública é boa para os professores e para os filhos dos pobres . A escola privada é boa para os alunos.

    Joana Quelhas

    • POIS! says:

      Pois mas…

      Já se cá viu que nenhuma valeu a Vosselência. Ainda não foi descoberto o método pedagógico para fazer com que Vosselência consiga ultrapassar o nível a que chegou: em matéria de inteligência está dois furos acima de amiba e a três abaixo de paramécia.

      Exteriormente está no estado de calhau rolado com pernas.

    • Sim, quando o ensino é só para boas famílias, tratam-se bem e fazem ligações de futuro, que é o que interessa à oligarquia. A bem da nação.

    • António Fernando Nabais says:

      Ou seja, os filhos dos pobres não são alunos ou para se ser aluno não se pode ser filho de pobre. A Joana é um portento!

  2. Anonimo says:

    Quando têm de ser operados não costumam ir ao Garcia da Orta

  3. Rui Naldinho says:

    A escola pública está para a escola privada da mesma forma que os hospitais privados estão para os hospitais públicos
    E passo a explicar.
    Os papás da classe média seja ela mais alta ou mais baixa, na fase inicial das aprendizagens põem os filhos nos colégios privados, em princípio nos de orientação cristã, depois nos laicos. É um pouco como mandar os putos para a catequese ao sábado.
    Logo que os putos fazem o 9° ano de escolaridade e entram na fase final do ensino secundário, o tal que dará acesso através das notas, no almejado curso superior, estes dividem-se em três grupos.
    1 – Os que procuram colocar os filhos no ensino público, mas escolhem a escola, nomeadamente uma de referência. Por exemplo, no Porto, o Garcia da Horta, o Aurélia de Sousa, o Clara de Sousa, o Rodrigues de Freitas, no ensino artístico, a Soares dos Reis,…

    2 – Os que procuram colocar os filhos no ensino particular, em escolas que preparam os alunos de forma específica para os exames de acesso, que manipulam as notas, mas ainda assim são boas escolas. Claro, com aquele universo sociológico ficam sempre no topo. Até porque nenhuma pai com a cabeça no sítio, paga 600,0€ de mensalidade por um filho, para o gajo não fazer a ponta de um corno.

    3 – Depois há os desgraçados do regime, que não têm outra alternativa senão por os filhos na escola da freguesia ou da vila onde residem. Umas são boazinhas, outras assim assim, e a maioria delas cheias de indigentes.

    No caso dos Hospitais, se estamos doentes, as consultas, tratamentos, cirurgias, tudo isto programável, muitos vão ao hospital privado. Por exemplo, os que possuem um subsistema ou um seguro saúde. É assim com o SAMS, ADM, ADSE, … que são mutualistas, ou a MEDIS, MEDICARE, MULTICARE, … que são seguros.
    Os outros vão para as listas de espera dos Hospitais do SNS. E serão atendidos quando forem chamados.
    Mas isto só acontece naquilo a que chamaríamos atendimento programafdo
    Nas situações de doença grave ou emergência, por exemplo, cancros, transplantes, etc, toda a gente recorre ao hospital público, sem excepção.
    Em resumo e parafraseando o slogan partidário.
    Toda a gente quer a rapidez do hospital privado
    Mas quando a coisa aperta até o rico vai ao SNS

    • Olhe que não, há muita gente que recorre a um hospital privado para operações a doenças graves… para depois ser reenviado para o hospital público por questões de risco e de custo aos lucros do hospital.

      • Anonimo says:

        O Mário Soares, socialista, recusava hospitais privados. Era tudo sns um homem coerente de esquerda

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