1 – O Estado quase só tem e quase só angaria dinheiro por confisco; as situações em que isso não acontece são absolutamente residuais e, infelizmente, insignificantes; a tese esquerdista que a nacionalização proporciona “lucro” para o Estado é uma imensa falácia que a história implacavelmente desmente; o que a realidade nos tem dito é que as nacionalizações vão implicar ainda mais confisco para permitir equilibrar (temporariamente) as empresas que se tornaram públicas;
2 – Ou seja, para cumprir com as suas funções básicas (as que são compreensíveis), o Estado precisa que as Pessoas (os Particulares) tenham dinheiro para ser confiscado; quanto mais se estenderem as funções do Estado (perspectiva esquerdista), mais dinheiro têm os Particulares de ter para poder ser confiscado;
3 – Pondo de lado o “pormaior” que a prosperidade financeira é uma aspiração natural, legítima e elementar das Pessoas cuja prossecução é condição essencial da sua felicidade e que o confisco, pura e simplesmente, destroça, é óbvio e sabido que os Particulares precisam de ter dinheiro para criar mais dinheiro; isto é, de forma inversa, quanto menos liquidez tiverem, menos riqueza criarão, menos dinheiro haverá para ser confiscado;
4 – A melhor forma de ilustrar esta verdade impossível de contrariar é com a conhecida “história” de perante um necessitado, saber qual é a melhor forma de actuar: dar-lhe um peixe ou ensiná-lo a pescar? Além de haver aqui um pressuposto capital que nunca ninguém refere porque para haver um peixe para dar, é imprescindível que alguém o tenha pescado antes, o certo é que se optarmos por só dar peixes, mais tarde ou mais cedo, não existirão peixes suficientes para dar e, pior, a maior parte dos “pescadores” perceberá que não vale a pena estar a pescar para os outros e, inevitavelmente, deixará de pescar e sentar-se-á, confortável e ociosamente, à espera do “peixinho” que viu os outros receber à sua custa.
Esta é, basicamente, a grande mentira que a esquerda nos vende; esta é a óbvia impossibilidade de algum dia que seja, a esquerda ser algo mais que uma ilusão provisória e temporária; esta é a ostensiva verdade que comprova que o desfecho das políticas de esquerda é inelutavelmente apenas um: a miséria e a bancarrota (eu sei que são dois, mas são tão siameses que parecem só um).
Espero ter “pachorra” para fazer uma continuação disto (não ficava bem comigo próprio se, aqui no meio, não vos “ameaçasse” com qualquer coisa) quer acerca do “delicado” equilíbrio que deve definir o limite das funções do Estado quer acerca do estranho “estado de negação” dos Portugueses que continuam a querer acreditar nos números do PS e do Medina (apesar da vida lhes provar que quando chegam ao supermercado, só conseguem comprar, sem fazer um esforço transcendente, meia dúzia de pães) como o mundo quer acreditar nos números do Hamas “corroborados” pelo seu “braço institucional”, a ONU.
Porque nunca como nestes tempos, a definição de “verdade” foi tão corrompida como agora é: “verdade” deixou de ter qualquer correspondência com realidade, factualidade, genuinidade, etc. para passar a ser qualquer coisa em que queiramos acreditar pela simples razão que nos dá jeito.






O ONU é Hamas, o ICJ é Hamas, a culpa é de Putin, viva o Império infalível contra o todo-poderoso demónio!
E por falar em disparates absurdos, o dinheiro é simplesmente a forma de quem tem o monopólio da sua denomização mobilizar recursos reais, ao invés de serem pessoas de bem a mobilizar recursos para os seus luxos, e, na idade moderna, para parquear no Panamá. São escolhas, sendo que a segunda sempre foi a armadilha para colónias que agora se aplica na periferia…
De resto, é tão básico que continuo à espera que me expliquem quando acaba o dinheiro, de onde é que ele veio se não foi do estado, e em que década vai acontecer ao Japão.
Vou morrer sem saber.
Mas o impoluto Albert João sabe-a toda. Andou 40 anos na bandalheira e deixou a Madeira a amadores
Isso faz-me lembrar, atão o Passos não foi muito bom… a deixar a dívida maior do que encontrou? Que raio de resgate é esse?
” dar-lhe um peixe ou ensiná-lo a pescar? ”
Ministro da ciência do PS:
Mariano Gago – Saudado pela Pide. Lança as jornadas da ciência, cria a Fundação para a Ciência e Tecnologia, cria ao virar a década de 1990 o manifesto pela ciência e o Ministério da Ciência em 1996. Cria o Ciência Viva que cria pólos de ciência por todo o lado. São criados diversos Laboratórios e Institutos. Portugal, que tinha cerca de 2500 publicações científicas em 1995, em 2007 ultrapassa as 10 mil, em 2021 ultrapassa as 31 mil. Em 25 anos há 20 vezes mais publicações científicas citadas e 8 vezes mais citações internacionais. Há 13 vezes mais publicações científicas em coautoria com instituições de outros países. Tudo isto leva Portugal a entrar num respeitável top-30 mundial.
Ministros da ciência de Sua. Excl. Prof. Dr. Acad. Ilustre Cavaco Silva – Vento. Vamos conjugar alguns institutos e pronto.
Com Passos Coelho – epá corta tudo, isso não interessa nada. Querem peixe, vão a nado.
E o confisco feito por privados quando compra um produto ou um serviço…
“… a tese direitista que a privatização proporciona “lucro” para o Estado é uma imensa falácia que a história implacavelmente desmente…” LOL
Que palhaçada, serviço público é confisco, então o que são serviços privados? Confisco privado?
Que ‘posta’ redutora e superficial, sem qualquer argumento ou lógica discutível, apenas listar afirmações soltas sem sequência.
Quando é para criar e manter transportes, saneamento, electricidade, tribunais, mas também o rentismo de PPPs, direito à propriedade abandonada, vouchers, subsídios, estudos, e mais sei lá o quê bem que afinal o estado é pequeno.
Ah, e claro, para ir chacinar escurinhos que não obecedem noutra parte do mundo também dá jeito o estado, que tanto cofre enche em troca de… bem, disto, que deve ser propaganda até ao dia do colapso:
https://asiatimes.com/2024/01/sentinel-setbacks-expose-aged-and-decrepit-us-nukes/
https://www.aljazeera.com/news/2024/1/28/ukraine-unearths-40-million-embezzlement-scheme-involving-its-military
Eu tou curioso sobre outra coisa; retira-se a comida, retira-se a água, retira-se os medicamentos, bombardeia-se metade do território (nem padarias se safam, quanto mais hospitais que não atingiam), tudo já de si insuficiente graças a quem tudo controla sem ser ocupante colonizador, tudo regado a várias doutrinas de disparar primeiro e nem perguntar depois, a começar por Hannibal e Dahiya, e acham mesmo que 1% de população chacinada é exagerado? Mesmo depois da decisão do tribunal? Magia?
Depois queixam-se que o comércio é fechado, as bases atingidas, e a população nos expulse. Continuem, que até as sondagens tão porreiras – ah, mas para isso precisavam de se preocupar com os proto-fascistas, esquece lá.
Pois citando…
“Porque nunca como nestes tempos, a definição de “verdade” foi tão corrompida como agora é: “verdade” deixou de ter qualquer correspondência com realidade, factualidade, genuinidade, etc. para passar a ser qualquer coisa em que queiramos acreditar pela simples razão que nos dá jeito”.
Colossal! São posts destes os que nos iluminam!
Mas…será essa luz tangível? Terá alguma correspondência com a realidade? Não será antes qualquer coisa em que queremos acreditar?
E quanto ao autor? Será mesmo o verdadeiro ou antes aquele que já se despediu umas1479 vezes?
O toneloso fardo da dúvida está a tornar-se verdadeiramente insuportável! Até quando conseguiremos aguentar?
Olha! Mais uma!
“2 – Ou seja, para cumprir com as suas funções básicas (as que são compreensíveis), o Estado precisa que as Pessoas (os Particulares) tenham dinheiro para ser confiscado;”
Num pais que emita a sua propria moeda, nao sao os impostos que financiam a despesa governamental mas sim a despesa governamental que financia os impostos.