
Rui Paulo Sousa, deputado do partido de extrema-direita CHEGA e também bibelô em todas as aparições do Quarto Pastorinho na têvê (ou nas deslocações do Presidente da República ao estrangeiro), decidiu adoptar, numa publicação na rede que é o pináculo da liberdade, um slogan da Alemanha nazi.
O outro diz que é pai. E é também avô. Por conseguinte, concluiu o outro, é também fascista. Depois, desdisse-se, com a ajuda e conivência do Querido Líder. É esperar a desdita sobre este slogan nazi, sabendo de antemão que o fascista, que afinal também não será fascista, se deve ter enganado na redacção daquele spot publicitário.

Slogan nazi: Uma nação. Um império. Um líder.
Mera coincidência, pois claro.






A palavra alemã “Volk” significa “povo” e não “nação”.
Logo, é “um povo, um império, um líder”.
Já agora, “império” nesta frase não tem um significado imperial (no sentido de império colonial). Isto é assim porque a Alemanha desde Bismarck que se concebia a si própria como a junção de diferentes reinos (a Baviera, a Prússia, e outros mais pequenos), ou seja, um império.
Sim, sabemos isso tudo.
Conclusão: o deputado do CH recauchutou um slogan nazi.
Pois é uma bela foto.
O Quarto Pastorinho a afagar a carteira e os acólitos seguindo o seu Venturoso exemplo.
No ato, e por precaução, não sofra o o Acólito Sousa um problema de saúde, foi chamado o Acólito Frazão.
Que é o responsável lá da Irmandade pela Saúde, devido á sua formação de…Veterinário!
Confere!
Frazão, o que ordenha cavalos.
Pois.
Mas, no caso, será mais burros. Para quebrar a monotonia.
A canalha esquerdalha anda verdadeira inquieta!
Os seus mantras de imbecis órfãos soviéticos estão cada dia mais desacreditados.
Mano, tamos a falar dos mantras dos amantes do gajo que caiu da cadeira; eu sei que é difícil, mas presta atenção.
Também vais votar no mesmo partido que o Mário Machado?
Pois, o que vale…
É que o trio que está na imagem a afagar as carteiras não está a recitar mantra nenhum.
Se tivesse som, todos verificariam que estão a cantar a peça para trio vocal “Burlería de la Verguenza”, cabendo ao Sousa a parte de contralto, ao Venturoso a de mezzo-soprano e ao Frazão a de sopranino, o que consegue perfeitamente porque lá na congregação “Prasopus Jadei” tem o hábito de meter os cílios por dentro dos slips.
Tens alguma coisa contra os fascistas?
E a favor também. A favor de os enfiar a todos num chuveiro a pingar gasolina e largar um fósforo aceso.
Quando Portas disse que “o trabalho liberta”, é razoável considerar que a frase seja tão genérica que não se tenha lembrado da origem, só pecando por não pedir perdão.
Este sabe perfeitamente o que está a copiar, não se diz por acaso.
“que a frase seja tão genérica que não se tenha lembrado da origem”
O inadiavel não tenha lembrado da origem ?
Com os anos todos que andou pelo CDS
Desde quando é que a frase “o trabalho liberta” näo evoca imediatamente Auschwitz? Genérica só se for para os do costume (o Bolsonaro também o fez, coincidência)…
Entäo o inerranável Portas, täo douto e culto, näo saberia disso?
Acredito tanto nesse acaso portiano como neste acaso souseiro…
Não faltam ideologias que dão importância ao valor social do trabalho (para definições diferentes de trabalho), é só isso.
Pois näo faltam, bem certo.
Mas näo o expressam dessa forma. Nunca.
Obviamente, o ídolo do quarto pastorinho “estragou” essa frase para toda a gente… a näo ser para os seus acólitos.
Nada de estranho nesta temática de lerdos.
A esquerdalhada usa os mantras dizendo serem representação de ideias articuladas e convertidas em ideologia coerente e realizável, sem que a saibam descrever para além do saque de que esperam beneficiar, nem exemplificar onde onde tiveram sucesso para além dessa tão ambicionada operação de sacar.
E definem tudo o que seja adversário – quem se oponha ao saque – do mesmo modo: quem usa determinados mantras ou até uma ou outra palavra, já está plenamente identificado,
Os rótulos são um catálogo em boa medida herdado dos soviéticos, onde o nazismo (com quem se aliaram), e o fascismo (seus primos consanguíneos), têm lugar primeiros.
E tu usas os mantras do teu amigo Mário Machado. Cada um exibe as medalhas que quer.
Pá, se ficarmos pelo básico, que não dão para mais, a industrialização mais rápida, que até deu para bater nos teus amigos alemães, foram a Russa e a Chinesa; mas, fora isso, o proteccionismo Coreano, Japonês, que continua a não ir à falência, ou Vietnamita tiveram muito mais sucesso não só do número a subir, como na vida das pessoas.
Para realizar, já não tá mau, principalmente constratando com os efeitos do direito ao capital e mais nada que tanto gostam.
‘a industrialização mais rápida’
Gaba-te!
A Rússia exportava cereais e matava uns milhões à fome, para investir na indústria.
Os irlandeses não eram pessoas, nem os indianos, nem os índios, nem os chineses, nem os africanos (raptados ou não), por isso o mau planeamento foi muito pior do que a ganância. A rever novamente na argentina, mas para a finança e rentismo, que produzir dá muito trabalho e pouco lucro.
Pois, citando Menos…
“Nada de estranho nesta temática de lerdos”.
Mas…será que alguém estranhou mais uma verborreica catilinária salazaresca do JgMenos? Só se estiver em Marte, sem comunicações, á espera do Musk para ter com quem conversar.
Eu nem comento, estava a perder tempo com estes fascistas e neonazistas do CH e seus correligionários e amigos
Apenas nós, ninguém mais, o pensamento único, a liberdade dos nossos os outros…………….