
Prometeu paz e atacou seis países em pouco mais de um ano de mandato. Dois criminosos com problemas de justiça juntam-se para largar bombas fora de casa.
E Portugal? Paulo Rangel afirmou que os norte-americanos “podem, para qualquer operação, usar sem Portugal ter de ter conhecimento. Isso é assim que está nos tratados e é assim que está a acontecer com todas as bases europeias, dos mais variados países”. Isto não é uma operação da NATO e os EUA têm que pedir autorização prévia para a utilização de uma base que é território nacional. E não está a acontecer em todas bases europeias. Os ingleses mandaram o ogre às favas.
Rangel é um ministro mentiroso num governo de mentirosos. A ministra da saúde mentiu sobre estarem implementados todos os protocolos de actuação dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar. Montenegro mentiu, no seu primeiro governo, sobre a redução do IRS, que veio maioritariamente do anterior governo de Costa. Aliás, houve vários anúncios de coisas feitas pelo governo de Costa, o que é outra forma de mentir. Lúcia Amaral mentiu sobre não haver falhas sobre a prontidão e coordenação da Proteção Civil durante a depressão Kristin – sabemos o que se passou com o SIRESP, para não ir mais longe. Miranda Sarmento mentiu sobre o estado das contas deixadas pelo PS. O Governo no geral mentiu sobre a segurança, falando em percepções, quando o Relatório Anual de Segurança Interna mostra uma descida transversal da criminalidade geral (com ligeiro agravamento da criminalidade grave, colocando-a ao nível pré-covid, e um enorme aumento de violência doméstica que o governo ignorou). Agora, o MNE firma o seu lugar na lista dos ministros mentirosos.
É o governo mais mentiroso que já tivemos, contemporâneo do presidente dos EUA mais mentiroso que o país já teve.






A Eurolandia vassala cobarde e apoiante do novo holocausto, e que volta a abrigar o criminoso de guerra, merece vir a pagar mais um aumento da conta energética pelo branqueamento.
Nojo de gentinha tão pequena e mediocre quanto Trump que acha que o blá blá as faz civilizadas.
Mais uma vez, a Europa e o chamado Ocidente — incluindo a Austrália — parecem não ter superado plenamente a herança do colonialismo e das políticas de dominação que marcaram a sua história. Ao alinharem-se com ações militares conjuntas dos Estados Unidos e de Israel, colocam-se, na minha perspetiva, do lado errado da História. Esses ataques simultâneos arriscam comprometer gravemente o progresso económico alcançado pelos países do Golfo Pérsico e aprofundar ainda mais a instabilidade regional.
O Irão não será facilmente derrotado. O país tem-se preparado ao longo de décadas para um eventual conflito prolongado, estruturando-se para uma guerra de desgaste, com capacidade de resistência estratégica, militar e económica. Num cenário de guerra percebida como existencial, a desvalorização da moeda ou mesmo os sacrifícios económicos deixam de ser fatores determinantes: a lógica passa a ser a da sobrevivência nacional, onde a resistência se sobrepõe ao custo económico imediato.
E, por falar nisso, a vencedora do prémio Nobel já apareceu a dar os parabéns à coligação Epstein?
“coligação Epstein” 👍