As Redes Sociais e as campanhas eleitorais #2

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Toda esta discussão começou com um artigo de opinião de Hugo Gomes no Jornal de Negócios e passou para a Briefing num artigo meu.

No essencial estou de acordo com Hugo Gomes. Aquilo que nos separa, em termos de opinião, são meros pormenores quase insignificantes. Para mim, mais importante do que saber se a presença nas redes sociais significa um potencial de crescimento eleitoral, é considerar que uma não presença ou uma presença amadora pode ser um risco de consequências nefastas para o candidato.

Mais importante é saber se um post num blogue, um tweet, um vídeo ou uma fotografia podem ser trágicas para uma candidatura. Sobretudo quando, segundo os números mais recentes, cerca de 5 milhões de portugueses estão ligados à internet e destes muito mais de 70% usam diariamente as redes sociais. Ou seja, estamos perante um número substancial de potenciais eleitores que circulam pelas redes. Num estudo académico que estou a realizar peguei num exemplo prático: as eleições directas no PSD em 2010 e a importância do digital na vitória de Pedro Passos Coelho. Sem me alongar muito (até por não me ser permitido tal) posso sempre afirmar que a estratégia digital integrada foi importante. E importante não significa decisiva. Ou….

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