Um ladrão não deixa de ser ladrão por declamar poesia

A frase, em si, é deliciosa.

Esqueçamos quem a usou e em que circunstâncias. Esqueçamos, aliás, as circunstâncias. Mais, esqueçamos mesmo as circunstâncias que deram origem às circunstâncias em que a frase foi usada. Como bónus, até podemos esquecer que a frase foi proferida com razão  e adequada às circunstâncias.

A frase, em si, é deliciosa.

Quase tão deliciosa como esta: um poeta não deixa de ser poeta por ser ladrão.

(Ou pior)