Hoje é o dia da língua mirandesa.
Nós tenemos
muitos nabos
a cozer nua panela,
nun tenemos
sal nien unto
nien presunto nien bitela [Read more…]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Hoje é o dia da língua mirandesa.
Nós tenemos
muitos nabos
a cozer nua panela,
nun tenemos
sal nien unto
nien presunto nien bitela [Read more…]

Galandum Galundaina, Vidigueira, 2010
Como endrominar podcasts faz parte dos meus ócios (saudades da rádio…) misturei três faixas do novo álbum dos Galandum Galundaina, Senhor Galandum, que aqui vos deixo.
Sou suspeito para falar da música dos Galanduns, que a amizade se mete de permeio, e na primeira destas músicas está uma cantiga de embalar que muito me diz e um dia eles me souberam ensinar, num momento muito especial da minha vida que para sempre lhes devo e nunca esquecerei.
Ouçam, e digam de vossa justiça. O disco anda aí pelas lojas, e vale muito a pena.
Na semana em que os Galandum Galundaina apresentam o seu novo disco, destaque para um blogue em mirandês que para lá de fazer o que fazem outros blogues locais ainda serve de veículo à nossa belíssima segunda língua oficial.
Noubas, blogue da aldeia dos irmãos Meirinhos que com o Paulo Preto formam os Galandum, um grupo que só podia existir nas terras de Miranda do Douro onde a música faz parte da paisagem, é mais uma paragem obrigatória na Volta a Portugal em Blogues.
E aqui fica um dos temas de Senhor Galandum:
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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