
No final do Angelus de 16 de Agosto, o Papa Leão XIV dirigiu-se aos peregrinos presentes na Praça de São Pedro para apelar ao fim da violência israelita contra os habitantes da Cisjordânia. E instou a comunidade internacional a concretizar a solução de dois estados.
Segundo a rede de propaganda da Al-Qaeda sionista, que por cá recruta idiotas úteis em partidos, redes sociais e outros bordéis, Leão XIV é um anti-semita.
Não porque verdadeiramente o seja, só um mentecapto pensaria tal coisa, mas porque a máquina de propaganda sionista é tão poderosa que consegue convencer imensas pessoas de que qualquer critica à política externa totalitária e genocida do governo de Israel equivale a odiar judeus. Uma conclusão, lá está, só acessível ao mais mentecapto dos mentecaptos.
Estranhamente, pelo menos por cá, existe um conjunto de pessoas, sobretudo de alegados conservadores e defensores dos valores cristãos, que discorda do Santo Padre. Que entende que os terroristas israelitas podem continuar a ocupar a Cisjordânia, a exercer violência sobre os seus habitantes, a roubar as suas casas, a destruir a sua propriedade e a arrancar as suas oliveiras. Que entende que massacrar inocentes civis, incluindo milhares de crianças, é compatível com os ensinamentos de Jesus.
Não é.
Jesus oferecia a outra face e perdoava.
Netanyahu usa a fome como arma a mata crianças com bombas. O que o aproxima mais de Estaline e Hitler do que de Jesus.
Percebes a diferença?
Claro que percebes. Não és mentecapto.








É parecido com quem não vê oposições internas nenhumas, incluindo das “instituições democráticas” e acha que basta trocar o testa de ferro da colónia ou do nosso suzerano. Ou quem vê a completa falta de oposição europeia ao rapto e assassinatos de chefes de estado, roubo de reservas, pirataria, sanções para matar a fome de países a jornalistas e juízes do ICC, etc, e acha que o “sistema de regras” e os “valores ocidentais” são o lado do bem por que se põe uma cruz num papel.
‘Jesus oferecia a outra face e perdoava.’
Já perdoaste ao Hamas, e continuas a querê-lo armado?
O papa tem razão na Cisjordânia, mas logo a cambada tudo reduz a genocídio e não toca no Hamas nem no Hesbollah que são tão radicais quanto os sionistas; tudo uma cambada inspirada nas mesmas tretas de destinos prescritos pela divindade.
é sempre um prazer ler comentários do menos, com os seus característicos modos…
gostava que ele comentasse isto:
https://pt.euronews.com/my-europe/2025/02/06/deputado-municipal-do-chega-renuncia-ao-mandato-depois-de-ser-acusado-de-prostituicao-de-m
e isto:
https://www.jn.pt/pais/artigo/vereador-do-chega-em-benavente-tem-337-milhoes-de-euros-em-criptomoedas/18107428
Ora pois! A doutrina de Vosselência acarreta toneladas de razão.
Deve é evitar discussões nas repartições, centros de saúde, hospitais e, sobretudo, por problemas de transito. Há quem resolva essas coisas com bigornas de toneladas a cair na cabeça do adversário.
Que pode ser Vosselência.
O Hamas foi criado pela ocupação colonialista, ganhou o poder por ser anti-corrupção em troca da capitulação aos genocidas, e está disposto a desaparecer no dia que estes, que nunca cumpriram coisa nenhuma, cumpram um acordo de desamparar.
O Hezbollah é a única força de defesa do Líbano e até o exército sabe disso, quando a UNFIL aceitou sofrer tiro ao alvo mais de meia dúzia de vezes pela colónia até a farsa deixar de dar jeito.
Anti sionismo não e anti semitismo. O sionismo e uma doutrina racista, supremacista que põe os judeus no lugar dos arianos e merece por isso toda a nossa condenação e desprezo.
Os sionistas são os maiores anti semitas pois matam outros povos semitas como os árabes a torto e a direito, não lhes reconhecendo sequer a qualidade de seres humanos.
E ver as atrocidade que porcos como Ben-Gvir, Smotrich e outros dizem dos palestinianos.
Condenar essa gente não e anti semitismo e quem acusa os críticos de anti semitismo sabe bem disso.
Mas os sionistas também adoram atirar nos Auschwitz para cima, fazer se de coitadinhos como se tivessem sido os únicos a sofrer nos campos de morte nazistas.
Não há pachorra para isso.
Quanto aos comentários do Menos tão cordato Senhor certamente gostaria de viver sob o jugo israelita.
Gaza era um campo de concentração a céu aberto, onde a comida entrava a conta gotas, rotineiramente bombardeado e onde quase não havia água potável.
Se o Menos vivesse assim seria o primeiro a juntar se ao Hamas ou outro grupo de resistência.
Os sionistas deixaram o levantamento do guetto de Gaza acontecer para ter o pretexto de avançar com uma campanha de extermínio que ia sendo feita lentamente.
Boa parte dos mortos deveram se a aplicação a civis da infame doutrina Hannibal e foram mortos pelo exército israelita que bombardeou a eito captores e reféns. Todos os bandalhos defensores de Israel sabem muito bem disso mas andam a dar nos tanga.
Anti sionismo não e anti semitismo. Para que conste. E quem tiver uma restea de humanidade e decência tem mesmo de ser anti sionista.