Eutanásia social

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O modo como um país encara e valoriza as suas crianças e os seus idosos define o seu grau de desenvolvimento humano e a sua própria viabilidade enquanto organismo social e civilizacional vivo.

Portugal, nesta matéria, apresenta sintomas antigos e agudos de uma grande degradação e tem em prática políticas que o tornam uma sociedade degenerativa, inimiga da infância e da velhice, e, como tal, inimiga da sua própria viabilidade.

No caso da infância, chegámos ao ponto extremo de optar por políticas claras de institucionalização, seja na escola, onde as crianças chegam a passar 12 horas por dia, seja no asilo moderno, onde são internadas de modo compulsivo depois de literalmente raptadas às suas famílias. O Estado, que soube baixar brutalmente o Subsídio de Desemprego ou o Rendimento Social de Inserção, atirando centenas de milhares de crianças para a pobreza extrema, é o mesmo que paga 800 euros por mês a Instituições privadas por cada criança raptada que lhes seja entregue. Temos, assim, o Terceiro Sector a viver do negócio do tráfico humano, com o beneplácito e o patrocínio do poder público.

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Residentes sentem-se prejudicados – que chatice, aqui não há um estado para assegurar lucros grandes como nas PPP, chutam-se os clientes, pois claro.