Os assassinos de Israel e o insuportável silêncio do Nobel da Guerra Paz

O pecado original, já se sabe, está na criação de Israel, que nunca devia ter existido. Agora que não se pode exterminá-los, como sair disto?
As culpas são de ambos os lados, como é óbvio. Porque ao regime terrorista e imperialista de Israel, dito democrático, corresponde uma organização como o Hamas – infinitamente menos poderosa, mas infinitamente mais moblizadora para acções de carácter terrorista. Israel não precisa, o próprio Estado é terrorista e empenha todos os recursos nas suas acções criminosas e na tentativa de expandir um território sem qualquer base legal.
Estávamos habituados a ver, nos regimes terceiro mundistas de África, missões humanitárias a serem impedidas de chegar ao destino. Agora, são os países dito desenvolvidos que procedem da mesma forma e com as consequências que se vêem.
Entretanto, do outro lado do mundo, por onde anda o Nobel da Guerra Paz, incapaz de condenar uma acção destas?