Desencontros

Quando se desce ao nível de ir buscar uma troca de mails em Fevereiro de 2011 para tentar negar outra de Julho de 2011 e se afirma que “isto é tudo porque convidei o João Paulo e não a ti“, entramos numa fase de delírio narcísico que me ultrapassa. Uma coisa é o reconhecimento do valor que o Paulo Guinote tem, e que sublinho, outra o delírio de pensar que a humanidade docente nos tem por epicentro.

Mas tenho de admitir um equívoco da minha parte: localizações para encontros de professores em Setúbal e nas Caldas da Rainha respeitam a outra coisa que não um encontro nacional, a menos que a minha geografia ande desactualizada. A presunção de que o resto é paisagem é um clássico, e em muitos blogues um vício. Divirtam-se.