Ao Coelho, ao Belmiro e a todos os neo-esclavagistas

Com dedicatória no verso, cujo texto por linguagem rude e perversa, mas sincera, não divulgo, ofereço este vídeo a Pedro Passos Coelho, Belmiro de Azevedo e a todos os neo-esclavagistas do mundo:

Trata-se de representação teatral, dramática e realista, de um actor norte-americano. A mensagem é universal e critica o desumano mundo em que vivemos.

O Coelho, na AR, defendeu que a redução do “salário mínimo nacional” criaria aumento do emprego. Imagine-se que uma empresa reduziria em 10% o SMN a 100 trabalhadores. Segundo a teoria do PM, no dia seguinte, aumentaria para 110 o n.º de trabalhadores. Em que obra ou modelo macroeconómico se baseia para fundamentar a tese que divulgou no parlamento. É matéria complexa, apenas ao alcance de detentores de insuperáveis saberes.

A seguir veio o Azevedo e afirmou:

Se não for a mão-de-obra barata, não há emprego para ninguém, [Read more…]

Delphi: 12 horas de trabalho diário

Vergonhoso! Um governo, maioritariamente dito ‘social-democrata’, pura e simplesmente, deveria proibir e punir os responsáveis da Delphi que, no Seixal, estão a instalar uma sistema de ‘neo-esclavagismo’, semelhante ao vigente na tristemente célebre ‘Foxconn’.

Trata-se, pois, de um abjecto processo de chinalização da sociedade portuguesa, permitido pelo africano de Massamá, Coelho, e presumo que defendido pelo tecnocrata canadiano, Álvaro.

É do domínio público que o Senhor PR promoveu uma reunião entre governo e militares, cujos resultados, aparentemente, sossegaram oficiais, sargentos e praças, quanto às reinvidicações.Coitados dos trabalhadores da Delphi, e de muitos, muitos outros milhares por esse país fora. Engrossam, com celeridade, um crescente exército de pobres e miseráveis, indefesos de prepotências deste e doutros géneros. Indefesos, sem meios e perspectivas de vida futura para eles próprios e seus descendentes.

Quão justo seria que militares de alta, média e baixas patentes, juízes do Tribunal Constitucional e outras figuras do regime, Presidente Cavaco à cabeça, fizessem imobilizar os passos do tenebroso coelho. Poderia recorrer-se a conveniente doença da cunicultura, inibidora da prática do mal. Uma patologia, de facto, imobilizadora. Não seria preciso chegar à mixomatose infeciossa – sou contra a pena de morte. Talvez fossem suficientes ‘vermes intestinais’, que delibilitassem política e definitvamente o nefasto coelho. Sem dar hipótese a salvíticas massagens de fisioterapia.