Efectivamente, sem Hostilizar

O que jaz e subjaz denunciado neste texto faz estarrecer. Na sua globalidade, o autor parece suficientemente demolidor da sacra, seráfica e mui respeitável figura rui-rioniana para principiantes, bem-intencionados e para os outros. Chega-se ao fim e pensa-se no sepulcredo caiado da manufactura política e sobretudo no cinismo de certos ataques e acusações aos adversários ou rivais. A verdade não perdoa. A verdade nunca hostiliza. É a verdade. Mesmo nos interstícios da mentira há verdade. Mesmo no âmago do erróneo e no núcleo duro do errático há verdade. Mesmo num post imperfeito e sofista há verdade. Efectivamente.