weblog.com.pt, enterramento e ressurreição em forma de arquivo

Cópia dos blogs weblog.com.pt em
http://weblog.aventar.eu/

O serviço weblog.com.pt fechou no passado dia 22 de Junho de 2012. O aviso aos donos dos blogs alojados nesta plataforma foi feito via mail com poucos dias de antecedência. Esta acção teve várias consequências que não tardaram a fazer-se sentir:

Muitas pessoas, quer por não terem actualizado os seus endereços electrónicos nas respectivas contas, quer por não terem tido tempo suficiente para resgatar os seus conteúdos, viram-se privadas dos seus próprios blogs. Além disto, os arquivos, que em alguns casos remontam a 2001, ficaram inacessíveis. Um dos predicados da própria Web foi posto em causa, perderam-se as ligações, perdeu-se o conhecimento acumulado, em incontáveis horas de trabalho de muitos bloguers dedicados.

Quando soubemos que ia acontecer, tentámos fazer uma cópia dos blogs alojados na plataforma. Recorremos às listas disponíveis na própria weblog.com.pt e tentámos fazer cópias integrais dos blogs alojados. Este trabalho foi iniciado dois dias antes da plataforma cessar o seu serviço, sem grande esperança, sequer, de conseguirmos obter todos os blogs das listas.

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Blogometro, adeus dia 22?

Pela indicação que tenho de quem hoje é AEIOU, o Blogometro encerra com tudo o que era weblog.com.pt (por falar outra vez nisso, perdi o raio de uma password ligada a um mail por sua vez perdido, e não, não vou reclamar com o criador que não tarda tem a Deco à perna).

É aborrecido. Por um lado dá um jeitão como única listagem razoável de blogues portugueses, por outro o povo gosta de comparar documentos (esta casa até fica bem na fotografia final, podendo parafrasear Groucho Marx: degrau a degrau subimos a escadaria até alcançar a miséria).

Isto, é claro, não nascendo entretanto um Blogometro II, por exemplo limpo de muita tralha que por vezes ali anda e que de blogue não tem nada. Precisamente um assunto a pensar e meditar.

O fim anunciado de muitos blogues

O serviço weblog.com.pt vai fechar no dia 22. É mau. Mesmo com a possibilidade de se exportar para outra plataforma perdem-se muitos conteúdos e todas as ligações, vulgo links.

No meu caso a perda será neste caso mínima, mas anda por ali muito conteúdo que nos fará falta a todos. Como sucedeu com o encerramento do Terràvista (que tinha só a esmagadora maioria dos conteúdos portugueses do século passado) escolher uma plataforma de publicação tem que ser bem pensado, sempre garantindo a possibilidade de exportação fácil, e confiando pouco em plataformas nacionais.