É verdade, João José Cardoso: “o drama, o horror, a tragédia“. Efectivamente, no dia 13 de Maio de 2015, no sítio do costume.
O drama:
O horror:
A tragédia:
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É verdade, João José Cardoso: “o drama, o horror, a tragédia“. Efectivamente, no dia 13 de Maio de 2015, no sítio do costume.
O drama:
O horror:
A tragédia:

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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É tão grave escrever “fato” por “facto”, ou “contato” por “contacto” como escrever “contrato” por “contracto” (como antigamente), ou “trato” por “tracto” (como antigamente) ou “distrito” por “discricto” (como antigamente) ou “distinto” por “distincto” (como antigamente), ou “assunto” por “assumpto” (como antigamente).
Ninguém confunde “gema” com “gema” (que antigamente se escreveu “gemma” e “gema”), nem “vela” com “vela” (que antigamente se escreveu “vella” e “vela”), nem “dita” com “dita” (que antigamente se escreveu “dicta” e “dita).
Ninguém quer viver em antigamentes ortográficos, porque o português evoluiu.
O português não evoluiu, foi violentado durante um século inteiro.
Desculpe a ousadia Francisco Miguel Valada! Recentemente escrevi algo alusivo à “mixordice” que nos querem impingir, e depois de ler este seu artigo, não resisti a postá-lo aqui:
É CASO PARA SE DIZER…VIVA A BANDALHICE DO VERNÁCULO?!
De fato detesto futilidades, ainda que pontuais, ocasionais, passionais, mas com efeito, há fatos atraentes…irresistíveis de todo, que nos assentam na perfeição! Fatos aos quais não conseguimos ou podemos fugir, por mais fatuais que sejam; fatos que nos inebriam a alma e nos fazem sentir felizes, independentemente de serem bem velhinhos e desgastados pelo uso.
Sim! Há fatos que se traduzem em atos provindos do coração; ato laços com eles e…deixo-me levar. Mas há fatos e atos que me são indigestos e esses, repudio-os veemente!…E esta BANDALHICE DO VERNÁCULO, por via do Novo Acordo Ortográfico, é um deles!
– “Temos pena”!…Ou melhor, não tenho, NENHUMA!!!
Satirizando um pouco…
MIXÓRDIA DE TEMÁTICAS – SAMANTHA FOX EXPLICA ACORDO ORTOGRÁFICO
http://radiocomercial.iol.pt/videos/body.aspx?id=3493
Desfrutem de um ÓPTIMO dia! 🙂
Xutos e Pontapés – Não sou o Único
https://youtu.be/n92WXR-AuUM
Beijinhos
Paula Pedro