A luta pela liberdade não tem donos. Há 64 anos, começava a luta do povo húngaro contra o comunismo. Aqui fica uma música italiana que homemageia quem luta por um povo livre.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A luta pela liberdade não tem donos. Há 64 anos, começava a luta do povo húngaro contra o comunismo. Aqui fica uma música italiana que homemageia quem luta por um povo livre.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Nem comunismo, nem fascismo. Eles, uns e outros, andam por aí, cuidado com eles.
É muito difícil arguir com pessoas como Francº Figueiredo. Um diálogo com este personagem é difícil. Figueiredo não sabe história (terá rudimentos) sociologia, cultura humanística etc. O “Aventar” não devia dar a palavra a certos tipos, quando é patente que não passam de idiotas
Concordo consigo em quase tudo. No entanto, para haver pessoas com valor também tem de haver pessoas sem valor. Sendo eu uma pessoa que não sabe nada de nada, faço com que os meus colegas possam brilhar. Abraço e obrigado!
Mais um esquerdalho que, não tendo nada a dizer, traça a figura que lhe convém: sugere que o muito de saber que outro não tem são matérias que lhe são familiares.
Limita-te a dizer que és crente no totalitarismo comuna, e deixa de te armar em sábio!
Ora pois!
Pelo contrário, JgMenos tem sempre muito a dizer, só que hoje não teve tempo.
Aliás, não há aqui comentador mais prolixo que JgMenos. Nem mais pró lixo.
Olha, o totalitário faxo a ca gar sentenças …
Está a correr bem lá a luta contra o “comunismo” e pela liberdade do capital.
O problema de atitudes como a do Francisco ou máximas como ‘comunismo nunca mais!’ é que branqueiam, ainda que seja por omissão, o que superou o comunismo e o que nos devia preocupar hoje: o capitalismo. Cada vez mais selvagem.
Como qualquer ideologia triunfante, o capitalismo reescreve a História e branqueia os seus falhanços e atrocidades. Pior, pinta-se a si mesmo como natural e inevitável, tornando jovens bem-intencionados como o Francisco arautos do seu TINA.
Quando falamos de Estaline, de Mao ou Pol Pot, da miséria de Cuba, da fome na Coreia do Norte ou do papel higiénico na Venezuela, nunca fazemos contas às vítimas do capitalismo: as vítimas directas, pelas suas guerras bélicas e económicas, e as indirectas, pelo seu paradigma de egoísmo e ganância.
Celebramos o medicamento ou a inovação que o ‘capitalismo’ – nunca o progresso humano, independente da ideologia – nos trouxe, mas não os milhões que este sistema capitalista deixa morrer por dinheiro; por mera sede de lucro.
A ditadura comunista acabou na Hungria e noutros lados, Francisco, e isso é bom. Mas a injustiça e a desigualdade que deram origem à esquerda, e infelizmente aos abusos do comunismo, persistem. Pior, agravam-se. Não reconhecer isso é tão mau quanto não reconhecer os erros do comunismo.
Muito bom esse ultimo paragrafo.
« Cada vez mais selvagem»
Coitado do capitalismo!
Regulado por políticos cada vez mais incompetentes e corruptos.
Promovido por consumidores cada vez mais ambiciosos e insatisfeitos.
E a culpa é do capitalismo…
E donde vem a bondade do comunismo, totalitário e consequentemente mais corrupto e mais opressor?
Seguramente porque faz da insatisfação o acomodamento forçado à miséria e toda a ambição se realiza subindo na escala da subserviência à nomenclatura no poder (talento maior em todo o treteiro esquerdalho).
Pois não há palavras!
Que prosa mais comovente. Coitadinho do capitalismo que assume as culpas da ganância alheia, qual Cristo crucificado pelas perfídias de Satanás.
Sinais dos tempos, meus senhores, que não escapam à transcendental vidência de JgMenos cujo amor pelo capitalismo já lhe terá reservado um lugar no celestial paraíso fiscal, mais propriamente no condomínio privado onde habitam os capitalispios Von Hayeck e Milton Friedman.
Pois é!
Citando Menos: “Regulado por políticos cada vez mais incompetentes e corruptos.
Promovido por consumidores cada vez mais ambiciosos e insatisfeitos.”
Pois claro! O problema do capitalismo são os políticos e os consumidores. Nem sei o que mantém os tubarões capitalistas e empresariais em atividade num ambiente tão mau. Eu,se fosse a eles desistia. Não vale a pena o esforço de luta desinteressada por um mundo melhor para todos com a escumalha de incompetentes, corruptos, ambiciosos e insatisfeitos.
Ponham os olhos na nossa melhor classe empresarial. Olhem , por exemplo, Mexia ou Salgado.Haverá alguém mais competente, honesto, modesto, satisfeito? Quem, senhores, quem? A não ser JgMenos não me estou a recordar de ninguém.
Insiste nos disparates. Então são os políticos que criam as regulações e não a carrada de centros de estudo, “concertações” e demais facilitadores?
E quanto ao acomodamento forçado à miséria, então a dívida ao consumo, a protecção da burguesia existente, quer pela desregulação, quer pela regulação a novos concorrentes, a começar pela falta de habitação, são o quê senão capitalismo liberal clássico?
Será que esta gente, na sua aliteracia de conveniência, não sabe articular algo mais decente do que entre a casuísta e o choradinho?
Será que esta gente nunca quererá perceber como é que alguma coisa funciona desde que tenham o deles?
O sr.Francisco Figueiredo tem toda a razão no que se refere à luta do povo húngaro pela liberdade.Também sabemos o que isso nos custou aqui em Portugal.
Ficamos agora à espera do seu próximo “post” sobre a “admiràvel” governação do “DEMOCRATA” VIKTOR ORBÁN .
Cumprimentos
Viktor Orban aprendeu a ser “democrata” com os professores do regime comunista húngaro, sob domínio da URSS. Talvez por isso não conheça outra forma de governar que não aquela que aprendeu com os comunistas. O mesmo se passa com os polacos.
Não sou do tempo da ocupação soviética da Hungria, mas sou do tempo da ocupação soviética da ex Checoslováquia, durante a chamada Primavera de Praga. Estávamos no ano 68 do século passado. Eu com dez anos, já no início do liceu, lia jornais e revistas. Os meus pais eram consumidores compulsivos de órgãos de informação. Lembro-me bem desse trágico evento para os checos. Estávamos na era Leonid Brejnev. Mas se recuarmos a Estaline, antes e durante o período da II Guerra Mundial, tudo se torna dramático. Trágico. Apesar de Portugal viver em ditadura nesse tempo, um país miserável, com uma pobreza extrema fortes desigualdades sociais, duvido que alguém trocasse Portugal pela Rússia.
Uma ditadura é sempre uma ditadura, seja ela qual for.
A elite do leste era “comunista” porque tinha que ser geopoliticamente, se fosse do outro lado do mundo, eram “democratas” como Pinochet, López Arellano ou Castello Branco.
É natural que a estrutura se mantenha quando só se muda a côr da pintura.
Até porque a UE se borrifa para o assunto desde que sejam ordoliberais.
Pois, sim, Figueiredo.
Mas há exceções: o comunoliberalismo vietnamita é um regime admirável. Está a dar muito bons resultados.
” Viktor Orban aprendeu a ser “democrata” com os professores do regime comunista húngaro, sob domínio da URSS. Talvez por isso não conheça outra forma de governar que não aquela que aprendeu com os comunistas. O mesmo se passa com os polacos.”
Uau, espetáculo ! Que argumento falacioso. O ” democrata” mostrou a sua face. Olha pá, é o que dá ter andado -e andar ainda hoje – a ” aprender” com más companhias,não é?
É que isto pega-se, não é? Ai Influencias! E ninguém se
” livra ” delas! Olarica!
Coitados dos polacos…Mas, espera lá, aquela malta nova já nasceu no Pós… ups : tu queres lá ver que um certo Bicho sempre andou por ali? Escondidinho e sempre a ” influenciar as mentes dos Orbans . Ele á vírus do caraçes , pá. Inteligentes, Né?heheheheh
Pois, o povo húngaro lutou pela liberdade para ter agora miséria com fartura, as mulheres acabarem em casas de putas e os estrangeiros terem a culpa de tudo. Cumpre lembrar que tanto eles como a Polónia, outro glorioso combatente anticomunista, estão hoje afundados na religiosidade mais retrógrada e em valores próximos da época medieval. E o que tem de se dizer a essa gente é fascismo nunca mais e que se forem fascistas serão corridos da União Europeia, nem mais nem menos. Não podemos ter grunhos a defender que as mulheres devem ganhar menos ou que não devem ter direito a abortar num estado que só dá ao seu povo miséria e nenhuma possibilidade de tratar com dignidade deficientes. Nem mais nem menos. O que nos ameaça agora, e não é só na Hungria e Polónia é o fascismo. Salazar/Ventura nunca mais..