2021 a começar mal, deixou-nos o fadista Carlos do Carmo, a obra permanecerá bem viva nas nossas memórias.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
2021 a começar mal, deixou-nos o fadista Carlos do Carmo, a obra permanecerá bem viva nas nossas memórias.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Mesmo quem não aprecia fado (eu detesto) pode concordar que ele tinha certo jeito. Até aí tudo bem.
O problema, como em muitos artistas, foi querer passar do chinelo e meter-se na política. Ou antes, na pulhítica – no PS. Foi mandatário do Bosta e andou em festarolas do Partido Sucateiro.
A questão de fundo é: por que raio hão-de artistas e ‘celebridades’ em geral apoiar partidos ou candidatos? Porque hão-de sequer informar em quem pretendem votar, ou se vão votar?
Dirão os choninhas do costume: são cidadãos como os outros, têm esse direito. Como se não tivessem muito maior exposição, e como se não influenciassem muita carneirada. São mais uma perversão desta pseudo-democracia: quantos carneiros votaram no Bosta, no Chulares ou na Múmia Cavaca pelos seus apoios me(r)diáticos?
Já agora: fosse o Carmo apoiante da Múmia, do PSD ou do Chega, teria aqui a mesma homenagem?
Nunca me enganaste facho
Já agora: fosse o Carmo apoiante da Múmia, do PSD ou do Chega, teria aqui a mesma homenagem?
-Quem lê os posts que aqui já coloquei sobre música, sabe que sim. Não me interessam as posições políticas ou ideológicas de qualquer artista. Apenas a sua obra. Carlos do Carmo foi um dos fadistas portugueses mais importantes.
O grunho e alarvice marca presença.
Porque é livre de falar e apoiar quem lhe apetece? Se as pessoas acham que isso vale alguma coisa, o problema é outro.
Tem o Sr, Bastos resmas de razão!
Carreira pior só a daquele chuleco do Beethoven quando aproveitou o III Reich para se promover despudoradamente!
Principalmente com aqueles acordes do início da Quinta Sinfonia:
“Vivó Hitlééér! Vivó Hitlééér!”.
Absolutamente lamentável!
Boa voz, piroso o bastante, tanto puxava ao fino quanto ao esquerdalho.