2021 a começar mal, deixou-nos o fadista Carlos do Carmo, a obra permanecerá bem viva nas nossas memórias.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
2021 a começar mal, deixou-nos o fadista Carlos do Carmo, a obra permanecerá bem viva nas nossas memórias.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Mesmo quem não aprecia fado (eu detesto) pode concordar que ele tinha certo jeito. Até aí tudo bem.
O problema, como em muitos artistas, foi querer passar do chinelo e meter-se na política. Ou antes, na pulhítica – no PS. Foi mandatário do Bosta e andou em festarolas do Partido Sucateiro.
A questão de fundo é: por que raio hão-de artistas e ‘celebridades’ em geral apoiar partidos ou candidatos? Porque hão-de sequer informar em quem pretendem votar, ou se vão votar?
Dirão os choninhas do costume: são cidadãos como os outros, têm esse direito. Como se não tivessem muito maior exposição, e como se não influenciassem muita carneirada. São mais uma perversão desta pseudo-democracia: quantos carneiros votaram no Bosta, no Chulares ou na Múmia Cavaca pelos seus apoios me(r)diáticos?
Já agora: fosse o Carmo apoiante da Múmia, do PSD ou do Chega, teria aqui a mesma homenagem?
Nunca me enganaste facho
Já agora: fosse o Carmo apoiante da Múmia, do PSD ou do Chega, teria aqui a mesma homenagem?
-Quem lê os posts que aqui já coloquei sobre música, sabe que sim. Não me interessam as posições políticas ou ideológicas de qualquer artista. Apenas a sua obra. Carlos do Carmo foi um dos fadistas portugueses mais importantes.
O grunho e alarvice marca presença.
Porque é livre de falar e apoiar quem lhe apetece? Se as pessoas acham que isso vale alguma coisa, o problema é outro.
Tem o Sr, Bastos resmas de razão!
Carreira pior só a daquele chuleco do Beethoven quando aproveitou o III Reich para se promover despudoradamente!
Principalmente com aqueles acordes do início da Quinta Sinfonia:
“Vivó Hitlééér! Vivó Hitlééér!”.
Absolutamente lamentável!
Boa voz, piroso o bastante, tanto puxava ao fino quanto ao esquerdalho.