Os fascistas

  • Os fascistas de esquerda são piores do que os de direita pelo elementar motivo de terem mais poder.
  • AG – com um discurso de fascismo larvar – faz de MRS um Homem de Estado. Justifica totalmente o desprezo do couto mafioso urdido na toca do Rato e na Suíça, couto cujo fascismo é assumido, totalmente legítimo e com respaldo normativo com jurisprudência fixada. À martelada.
  • Chega a ser doloroso ouvir MM, cujo discurso fascista não é larvar, mas ostensivo, saído do armário aos trambolhões. Do mesmo armário onde habita a corja de bufos burgueses atingidos pela diabetes e pela necrose que invadiu a cultura e, pior do que isso, a Escola. Numa palavra: fascistas, cobardes e parasitas.
  • Os liberais venderam-se à narrativa Covid. É congruente, uma vez que essa é uma narrativa do mercado. Mas é mentira. O que faz dos liberais mentirosos. O que é congruente.
  • AG disse que leu o artigo do professor JT. Mas por aí se ficou. Leu. Enquanto espia experiente das festas de embaixada – frequentada por toda a espécie de animal pedante -, AG conhece melhor do que quase todos nós o holocausto em curso. Mas decidiu calar-se quando não decidiu pior: mostrar-se.

O nojo é uma enfermidade com origem biliar ou hepática. Deve prevenir-se com banhos de lama, férias em altitude, clisteres de Carvalhelhos em casca de limão e, sobretudo, reserva. Muita reserva.

Tino é uma false flag cozinhada no Rato. Vamos todos morrer, facto já conhecido desde Darwin e claramente previsto aquando da descoberta – e domínio – do fogo. Mas não vamos morrer em Peniche.

Nas presidenciais, vou votar nos velhos que morreram nos lares. À sede.

Não votarei Mayan, dia 24

Não irei votar no Tiago Mayan, candidato apoiado pela Iniciativa Liberal, no dia 24 de Janeiro.

 

Tiago Mayan era um desconhecido dos portugueses até há umas semanas. Desde aí, deu para notar nas incoerências das pessoas. Aqueles que criticam serem sempre as mesmas caras na política foram os mesmos que criticaram o candidato liberal não ser um desses de sempre.

 

Depois de uma semana de debates, fica confirmada, perante o país, a imagem que já levava do Mayan. Num momento em que a política mundial se encontra tão polarizada, levando por arrasto o nosso país, foi necessário um liberal para combater todos os extremos, com dignidade, caráter e sem se juntar a um dos lados da barricada, quase num acordo tribal como se se tratasse de uma irmandade.

 

Tiago Mayan, tal como outras caras liberais, voltou a desfazer mitos sobre o liberalismo, mostrando que não passam de mentiras socialistas os tão famosos “querem acabar com o SNS” ou “querem acabar com a escola pública”, quando na verdade a proposta liberal é a única que não cede a preconceitos ideológicos e dá liberdade de escolha ao cidadão. Estas são as únicas maneiras da esquerda atacar um liberal: na falta de argumentos, inventa algo e combate a própria mentira que criou. É um exercício habitual em populistas. [Read more…]

O meu identitarismo é melhor do que o teu

Para Ventura, há portugueses de primeira e portugueses de segunda. Para Ana Gomes, temos de contar com as mulheres para mudar isto.
Mais um episódio de “o meu identitarismo é melhor do que o teu”.