O neo-liberalismo explicado por uma idosa

Fotografia de Rui Borges. 2014.

Comments

  1. Alexandre+Barreira says:

    ….a voz do povo…..é a voz de Deus…….!!!!

  2. Rui Naldinho says:

    O vendedor de muletas chama-se André Ventura?
    Desculpe perguntar “Sô João, mas tou vendo por aí tanto coxo e tanto perneta, qui tô com a impressão que esse tal de Ventura, se não vende muleta, só pode ser Calcitrin! “
    E tem agente por aqui. Um tal de JgMenos. Deve ganhar à comissão.

    • João L Maio says:

      Chama-se Ventura, chama-se Rio, chama-se Cotrim, chama-se Rodrigues dos Santos… tem vários nomes, várias facetas, várias personalidades. E diferentes formas de atingir um fim comum.

      Por isso, não nós foquemos só no neo-facho cá da praça. Pois há outros não tão fachos que também querem o mesmo fim.

      • João L Maio says:

        E escapou-me… mas, se quiser, também se pode chamar Costa.

      • Carlos Almeida says:

        Tem toda a razão J Maio

        Não é só o Ventura que é perigoso. Na minha opinião é ate menos perigoso que muitos liberais de falinhas democráticas, que na altura própria dão o bote mortal e se não for por processos democráticos tomarão o poder por outros meios.
        Chorarão lágrimas de crocodilo, acusando o povo de excessos e que tiveram de mandar a tropa ou a policia para a rua para conter os excessos, que é o que dizem sempre.
        Foi o que fizeram no Chile nos anos 70 e foram precisos quase 50 anos de luta e sacrifício para o povo Chileno se libertar dos neoliberais

        • POIS! says:

          O problema é que algumas políticas neoliberais, de início, e aparentemente, até aprecem funcionar.

          Só passados muitos anos as pessoas reconhecem o logro. Nessa altura os autores já bateram a bota podres de ricos. Os que restam desculpam-se dizendo que as políticas “foram mal aplicadas” e retiram-se para as Caraíbas para um merecido descanso.

          Merecido. Isto de burlar a malta cansa muito.

  3. Filipe Bastos says:

    Eis a questão, Maio: uns têm mais, outros têm menos. Como fazer os que têm mais abdicar de ter mais? Não os irá convencer; resta obrigá-los. Mas como, se são eles que mandam?

    Dito de outra forma, sempre houve fortes e fracos. Na natureza os fortes controlam ou comem os fracos. Como somos meros bichos, nas sociedades humanas também sempre assim foi.

    Como então obrigar os fortes, neste caso os grandes mamões, a abdicar da mama? Se mandam eles nos governos e instituições, se fazem eles as leis, se até convencem tanta carneirada – os JgMenos da vida – a votar nos seus capachos políticos?

    V. sabe porque votam neles: porque não querem repartir; querem ter também eles mais. Querem pertencer aos fortes.

    Como fazer então os eleitores aceitar que não podem ter mais que os outros, ao contrário do que querem, e que em vez disso devem querer um mundo mais justo e igualitário?

    • João L. Maio says:

      Eu respondia-lhe. Mas depois chamavam-me extremista.

    • Paulo Marques says:

      Podem começar por votar, processar, parar-lhes a produção, sabotar o rendimento, recuperar a propriedade, e por aí fora. Tem o inconveniente de os Outros poderem recuperar mais que o Filipe, por isso, olhe, fique pelos amanhãs do The Guardian.

  4. JgMenos says:

    Babam-se com toda a cretinice…confere!

    • POIS! says:

      Pois diz V. Exa. que se babam com as prosas…

      De V. Exa? Que exagero!

      A malta agora já não espuma de raiva, pelo Menos, assim com qualquer salazaresco.

      Assim como assim, muitos até já acham piada!

    • João L Maio says:

      Experiência própria?

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