
Fotografia de Rui Borges. 2014.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Fotografia de Rui Borges. 2014.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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….a voz do povo…..é a voz de Deus…….!!!!
O vendedor de muletas chama-se André Ventura?
Desculpe perguntar “Sô João, mas tou vendo por aí tanto coxo e tanto perneta, qui tô com a impressão que esse tal de Ventura, se não vende muleta, só pode ser Calcitrin! “
E tem agente por aqui. Um tal de JgMenos. Deve ganhar à comissão.
Chama-se Ventura, chama-se Rio, chama-se Cotrim, chama-se Rodrigues dos Santos… tem vários nomes, várias facetas, várias personalidades. E diferentes formas de atingir um fim comum.
Por isso, não nós foquemos só no neo-facho cá da praça. Pois há outros não tão fachos que também querem o mesmo fim.
E escapou-me… mas, se quiser, também se pode chamar Costa.
Tem toda a razão J Maio
Não é só o Ventura que é perigoso. Na minha opinião é ate menos perigoso que muitos liberais de falinhas democráticas, que na altura própria dão o bote mortal e se não for por processos democráticos tomarão o poder por outros meios.
Chorarão lágrimas de crocodilo, acusando o povo de excessos e que tiveram de mandar a tropa ou a policia para a rua para conter os excessos, que é o que dizem sempre.
Foi o que fizeram no Chile nos anos 70 e foram precisos quase 50 anos de luta e sacrifício para o povo Chileno se libertar dos neoliberais
O problema é que algumas políticas neoliberais, de início, e aparentemente, até aprecem funcionar.
Só passados muitos anos as pessoas reconhecem o logro. Nessa altura os autores já bateram a bota podres de ricos. Os que restam desculpam-se dizendo que as políticas “foram mal aplicadas” e retiram-se para as Caraíbas para um merecido descanso.
Merecido. Isto de burlar a malta cansa muito.
Eis a questão, Maio: uns têm mais, outros têm menos. Como fazer os que têm mais abdicar de ter mais? Não os irá convencer; resta obrigá-los. Mas como, se são eles que mandam?
Dito de outra forma, sempre houve fortes e fracos. Na natureza os fortes controlam ou comem os fracos. Como somos meros bichos, nas sociedades humanas também sempre assim foi.
Como então obrigar os fortes, neste caso os grandes mamões, a abdicar da mama? Se mandam eles nos governos e instituições, se fazem eles as leis, se até convencem tanta carneirada – os JgMenos da vida – a votar nos seus capachos políticos?
V. sabe porque votam neles: porque não querem repartir; querem ter também eles mais. Querem pertencer aos fortes.
Como fazer então os eleitores aceitar que não podem ter mais que os outros, ao contrário do que querem, e que em vez disso devem querer um mundo mais justo e igualitário?
Eu respondia-lhe. Mas depois chamavam-me extremista.
Podem começar por votar, processar, parar-lhes a produção, sabotar o rendimento, recuperar a propriedade, e por aí fora. Tem o inconveniente de os Outros poderem recuperar mais que o Filipe, por isso, olhe, fique pelos amanhãs do The Guardian.
Babam-se com toda a cretinice…confere!
Pois diz V. Exa. que se babam com as prosas…
De V. Exa? Que exagero!
A malta agora já não espuma de raiva, pelo Menos, assim com qualquer salazaresco.
Assim como assim, muitos até já acham piada!
Experiência própria?