
F C Porto!
07/05/2022 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Viva o campeão do meu coração 💙
Parabéns ao FC Porto. Merecem o campeonato. Mais do que qualquer outro.
Não sou simpatizante dos Dragões, mas só de ver a cara daquele cartilheiro chamado Rui Pedro Brás, ao qual um dia chamaram jornalista, já me sinto satisfeito. Andou anos e anos na TVI a vender-nos ilusões e boas maneiras, como se não soubéssemos todos ao que vinha, para agora comporta-se como um verdadeiro arruaceiro. Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo.
Com o aparecimento do VAR, e admito que a tecnologia venha ainda a melhorar, esclarecendo mais algumas dúvidas no jogo, como aconteceu hoje, reduz-se o erro, mas acima de tudo reduz-se a possibilidade de falsear resultados.
Merecem? Este e muitos outros?
A história revela que não.
Mas é o futebol que temos no país que temos.
Concordo consigo relativamente ao Rui Pedro Brás, mas então o que me diz do Francisco Marques?
Não há tecnologia que resista à … “influência” do FCP, e não é dentro de campo, embora seja lá que tal se reflita.
Pastilhas Rennie, ou Bicarbonato de Sódio têm um efeito semelhante ..Neutralizam o excesso de ácido cloridrico que provoca “azia” aos lisbonenses protegidos pelo “regime”no país mais atrasado da europa . “Estrelinha que os guie…caralhinho que os f#da !! “
Não há diferença entre o Francisco J. Marques e o Rui Pedro Brás, ou até, um outro, que é director de comunicação do Sporting, cujo nome não me vem agora à memória. Estão bem uns para os outros.
A única diferença significativa foi o facto da TVI, um canal generalista, com implantação nacional, de grande audiência, o ter contratado como comentador desportivo. Ainda por cima o comentador residente. Estava lá sempre. Ou seja, aquele que tinha vínculo contratual. Que eu saiba nenhum outro clube teve um director de comunicação como comentador residente numa grande estação de televisão.
Ou acha que o Porto Canal é visto em todas as aldeias de Portugal?
Todos os comentadores têm as suas preferências clubisticas. Só que alguns esforçam-se por manter a elegância e o desportivismo. Os outros, a maioria diga-se, são uma lástima.
Quanto ao merecimento dos títulos do Porto, podíamos sempre ir buscar histórias passadas, de todos os outros grandes clubes. Se uns têm “fruta” os outros têm “padres”.
Isto já para não falar na justiça desportiva, com aquele célebre jurista, Ricardo Costa, que presidiu ao Conselho de Disciplina da FPF. Até um título desportivo ganho na secretaria quis dar ao Benfica. A sorte do adversário foi haver no Conselho de Justiça gente bem mais séria que reverteu a decisão.
Como é que se reduz a possibilidade de falsear resultados se em cada frame de imagem há uma diferença de 0,02, isto é, como se tantou falou em casos internacionais, o var em foras-de-jogo tem sempre margem de erro porque não é o tempo real, há casos em que a bola pode ter sido lançada entre dois frames, o que significa que consoante o frame e a velocidade do atleta num frame A está em jogo e num frame B não está.
Em casos de 2 cm de fora de jogo e consoante o frame, um atleta a correr a mais de 20 km\h pode significar à partida mais de 10 cm entre 2 frames, logo significa que no frame anterior estaria com 5 ou mais cm em jogo, isto é, há uma margem de erro entre frames.
É mais um daqueles mitos criados pela tecnologia reduzida ao pormenor, quando o pormenor em causa à partida está logo viciado pela diferença temporal entre frames.
Por outras palavras, e tanto me dá o que podem pensar, o var em foras-de-jogo milimétrico na verdade veio falsear a verdade desportiva, porque não há 2 cm de fora-de-jogo quando há diferença temporal entre 2 frames.
Podem sempre desligar o sistema, não era a primeira vez. Ou, sei lá, jogar à bola invés das pernas.