
You’re gonna like this guy. He’s all right. He’s a good fella. He’s one of us.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

You’re gonna like this guy. He’s all right. He’s a good fella. He’s one of us.
Na próxima Sexta-feira (dia 27 de Maio), na RTP1, o programa ‘A Prova dos Factos’ abordará as denúncias de abusos laborais, morais e sexuais por parte da Farfetch. Uma investigação que tardou, mas chegou. Acabar com a impunidade das multi-nacionais e com as loas que recebem, ao mesmo tempo que devastam os seus trabalhadores e os oprimem.
Iniciei, há umas semanas, um trabalho de investigação sobre o assunto, que podem ler, em duas partes, aqui no Aventar:
Enquanto as maiores cidades europeias dão passos rumo ao progresso, alterando as formas de locomoção das suas populações, a pouco e pouco, num processo que vem de trás, Portugal continua a correr atrás do prejuízo, como sempre.
E, mais grave do que Portugal num todo, é Lisboa, particularmente. Uma cidade que, em comparação com as maiores cidades europeias, é pequena, decide, pela mão do seu presidente da Câmara, Carlos Moedas, e pelo executivo que a compõe (PSD/CDS e mais uma catrefada de movimentos políticos), atrasar ainda mais Lisboa em relação às outras capitais europeias. Portugal sempre foi atrasado… mas deve ser dos únicos países da UE neste momento, onde andar a pé ou de bicicleta é “desporto”.
O que se está a passar, quer com a polémica da Av. da Liberdade, quer com a polémica ciclovia da Almirante Reis, atesta a incompetência do executivo e a prepotência e arrogância, com laivos autoritários, do senhor presidente da Câmara (tão lesto, antes, a mostrar a face do conciliador). A título de exemplo, ontem, depois de já se ter comprometido com forças da oposição de que iria ser aberta uma consulta pública para a ciclovia da Almirante Reis, Carlos Moedas desfez o acordo e desdisse a promessa: mandou iniciar as obras que desfizeram a ciclovia… que passa a não existir. Mais carros. Portanto, inevitavelmente, mais poluição; estamos sempre na vanguarda. Lisboa, que tem o potencial para ser uma cidade feita para as pessoas, até pelas características do país, continuará (o que só se acentuará com este executivo) a ser, apenas e só, uma cidade para os negócios e para os carros. Pessoas? Nos escritórios. Unicórnios, de preferência. Com dinheiro. Pessoas? Só fora da cidade. O neo-liberalismo que tinha sido (mais por obrigação eleitoral do que por vontade própria) posto na gaveta nos últimos anos em Lisboa, voltou em força com Moedas.
Um bando de tartufos governa a CML como bem entende, fazendo acordos e prometendo consensos para, depois, agir sozinho, a bel-prazer. Mas não vamos, agora, fingir que isto não era expectável. Votar no mal-menor para afastar um patego, pode ser perigoso, por muito que o patego o merecesse (mas, afinal, o patego foi promovido). Votar a medo dá sempre mau resultado, quando o voto deve ser convicto e não medroso. E é nisto que dá.
Menos de um ano de governação autárquica… e Moedas, perdoem-me o francês, vai fodendo isto tudo. Não que seja surpresa, sabíamos ao que vinha, apesar das máscaras que usou entre campanhas… e sabemos sempre ao que vem a direita: ao retrocesso.
Expectável, amigos. Aguentem.
Já agora, a EMEL anda a passar muitas menos multas, não é?

Fotografia: Tiago Sousa Dias
O turista que queremos, segundo o rei dos festivais que vive de turistas de mochila. pic.twitter.com/zFHWuaRKen
— Vitor S. (@homemdasteclas) May 25, 2022
Isto é extraordinário. Um empresário que tem nos festivais de Verão a sua maior fonte de rendimento, a afirmar que “ninguém quer turismo de mochila”, é anedótico. Isso e a total falta de noção sobre o que é o turismo, como se o turista de mochila fosse necessariamente pobre. Como se o miúdo que juntou uns trocos para vir a Portugal fazer uma road trip com passagem no NOS Alive não fosse o adulto que no futuro poderá cá voltar com mais recursos. Álvaro Covões acha que o país deve ter uma estratégia, mas, a julgar pela eloquência, deve ser de curto prazo. Haja coragem, porque noção não tem nenhuma.

Ted Cruz, senador ultraconservador do Partido Republicano, teve mais um momento de brilhantismo, a propósito de mais um massacre numa escola americana. O 30° este ano. 39°, se contarmos com universidades.
Afirma Cruz que o problema não é a proliferação descontrolada de armas nos EUA. O problema é as escolas terem demasiadas portas, quando deveriam ter apenas uma, guardada pelas forças de segurança. Estava resolvido o problema. Nunca um destes terroristas se lembraria de estacionar o carro em frente à escola e esperar pelo toque de saída. Ou de saltar o muro. Ou de começar por matar os polícias que guardavam a porta. Nada disso. Um génio, este Ted sem X.
Não admira, portanto, que Ted Cruz seja um dos oradores da conferência da NRA, o poderoso lobby que garante que a ideologia da morte sobre a qual assenta a proliferação descontrolada de armas continue a matar crianças, adultos e idosos todas as semanas, em escolas, igrejas e supermercados, só para citar os massacres deste mês. Em 2022, registos oficiais revelam um acumulado de 251 tiroteios, uma média de 1,7 por dia. Mas campanhas de Cruz não se vão pagar sozinhas. Dance, monkey, dance.

Já repararam que os “pró-vida/deixem as crianças em paz” nunca emitem um pio quando um terrorista americano entra numa escola aos tiros?
E sabem porquê?
Porque a vida, as crianças e tudo o resto são apenas meios que se instrumentalizam para atingir fins. São fachadas politicamente correctas para ocultar o que realmente os move: o fundamentalismo religioso e o ódio à democracia liberal.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
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