
O elefante na sala não é o golfe ou os seus praticantes. O elefante na sala, a partir as porcelanas todas da tia, é a falta de noção do presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Fazia-lhe bem passar um mês a comer tacos e bolas de golfe com salada de relva do green. No final palitava os dentes com o tee e podia continuar a arrotar parvoíces como esta o resto do dia.






Gera para quem ?
Para os mesmos do costume , Espíritos Santos e Cia Lda e outros “trabalhadores”
Mas estavas a espera de que. o ID dessa gente é a maçã podre
Caro João,
Parece me que David Ricardo e a teoria das vantagens competitivas diz que o senhor está certo. O resto é salazarismo e a tese so grande celeiro
Se os números estão certos, certo é o que ele diz.
A questão é saber qual o destino dos impostos sobre os milhões, se para rotundas e parques de merendas e demais merdas que são de uso se para tratar do abastecimento e tratamento de águas
Que impostos? Mas, olhe, pergunte aos privados que ficaram com a renda.
Pois tão certos, atão não tão? E o que ele diz é certo, atão não é?
O melhor é transformar tudo o que é terreno que ainda se veja em campo de golfe.
A agricultura é coisa que não compensa. É preciso muita água.
E a malta bem que se pode alimentar à base de bolas. Perdem-se muitas porque, entre a malta do golfe, ir á procura delas é sinal evidente de pelintrice. Fica muito mal.
Tem razão, o que não faz da sua exploração uma coisa sustentável, apenas uma hiena mais pequena.
A verdade é que o golfe continua a ser visto como o grande consumidor de água do Algarve, quando isso não corresponde à realidade. Mas fica bem…
Mas o facto é que a agricultura algarvia não produz nada de essencial para nós comermos. Ela produz frutas e saladas para serem exportadas para os ingleses comerem. O que é totalmente comparável a produzir relva para os ingleses jogarem golfe.
O facto é que os ingleses pagam mais para nós lhes produzirmos relva para eles jogarem golfe, do que para nós lhes produzirmos laranjas, abacates e saladas para eles comerem.