A agricultura e a falta de noção do presidente da Federação Portuguesa de Golfe

O elefante na sala não é o golfe ou os seus praticantes. O elefante na sala, a partir as porcelanas todas da tia, é a falta de noção do presidente da Federação Portuguesa de Golfe. Fazia-lhe bem passar um mês a comer tacos e bolas de golfe com salada de relva do green. No final palitava os dentes com o tee e podia continuar a arrotar parvoíces como esta o resto do dia.

Comments

  1. C Almeida says:

    Gera para quem ?

    Para os mesmos do costume , Espíritos Santos e Cia Lda e outros “trabalhadores”

    Mas estavas a espera de que. o ID dessa gente é a maçã podre

  2. Alberto says:

    Caro João,

    Parece me que David Ricardo e a teoria das vantagens competitivas diz que o senhor está certo. O resto é salazarismo e a tese so grande celeiro

  3. JgMenos says:

    Se os números estão certos, certo é o que ele diz.
    A questão é saber qual o destino dos impostos sobre os milhões, se para rotundas e parques de merendas e demais merdas que são de uso se para tratar do abastecimento e tratamento de águas

    • Paulo Marques says:

      Que impostos? Mas, olhe, pergunte aos privados que ficaram com a renda.

    • POIS! says:

      Pois tão certos, atão não tão? E o que ele diz é certo, atão não é?

      O melhor é transformar tudo o que é terreno que ainda se veja em campo de golfe.

      A agricultura é coisa que não compensa. É preciso muita água.

      E a malta bem que se pode alimentar à base de bolas. Perdem-se muitas porque, entre a malta do golfe, ir á procura delas é sinal evidente de pelintrice. Fica muito mal.

  4. Paulo Marques says:

    Tem razão, o que não faz da sua exploração uma coisa sustentável, apenas uma hiena mais pequena.

  5. Anonimo says:

    A verdade é que o golfe continua a ser visto como o grande consumidor de água do Algarve, quando isso não corresponde à realidade. Mas fica bem…

  6. Luís Lavoura says:

    Mas o facto é que a agricultura algarvia não produz nada de essencial para nós comermos. Ela produz frutas e saladas para serem exportadas para os ingleses comerem. O que é totalmente comparável a produzir relva para os ingleses jogarem golfe.
    O facto é que os ingleses pagam mais para nós lhes produzirmos relva para eles jogarem golfe, do que para nós lhes produzirmos laranjas, abacates e saladas para eles comerem.

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