
Já que não serão os salários, algo que começa a aumentar amanhã, sem serem os preços inflacionados.
A propósito de inflação, vimos os preços dos combustíveis dispararem por causa da guerra na Ucrânia, assim nos foi explicado. Idem para outros produtos, de repente a porcaria que os russos andam a fazer é explicação para todos os aumentos.
Mas devo andar distraído. O preço dos combustíveis tem estado em queda, pelo que a guerra deve ter acabado. Só pode. Especulação é que nunca seria.






Nem uma crise manufacturada completamente evitável que destrói e deslocaliza ainda mais a produção. Não, faz tudo parte do plano.
Deslocalizar… muito disruptivo, esse resiliente termo. Isso e remontadas.
Entre brasileirismos e anglo-neologismos, na práCtica o Camões já deu o que tinha dar.
https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/deslocalizar/140#
Peço humildemente desculpa, não sabia que tinha que tinha que pedir permissão em triplicado aos excelentíssimos senhores professores doutores para escrever num blog, onde é que estava com a cabeça.
É por isto que Portugal não progride!
Pontapés na gramática e bitcoins serão o fim da Nação
A índice de inflação na Alemanha em Dez de 2022 era de 5,3% . Comparando com a índice de inflação em Janeiro do mesmo ano de 1,05 temos um aumento de 426%(!).
Mas a invasão da Ucrânia pela rússia que começou em fevereiro de 2023 tem as costas largas, o Quantitative Easing agradece.
Joana Quelhas
Tendo em conta que a borla à banca pelas reservas ia em 70MM€ antes de novo aumento de que não se queixam, fora a renda dos juros em si, dá-me ideia que são capazes de não saber de que raio estão a falar. Só uma ideia.
O que vale é que segui o conselho da D Quelhas e meti as poupanças todas em bitcoiso e acções da Tesla, isso não tem inflacionado.
Pois é, ó Quwelllhasss…(1) (2)
Já se cá sabia que a erudição matemática e económica de Vosselência são imbatíveis. E principalmente de uma originalidade que a todos espanta (3).
“Índice de inflação” de 5,3%? Ou TAXA de inflação de 5,3%? E desde quando?
O que é que se compara? As taxas de inflação mensal? Anual? Homóloga?
426% de aumento? Em relação a que base? Pode Vosselência Citadora de Alto Coturno indicar as contas, por favor?
Onde arranjou estes números? Eurostat? BCE? Almanaque do Tio Patinhas?
Com que então “a invasão tem as costas largas”…E o “Quantitative Easing” não?
O “QE” só começou o ano passado? Se não, por que razão nunca antes provocou inflação (assim como a expansão monetária mundial que, com um pretexto ou outro, tem ocorrido continuamente desde, pelo menos, os ataques ao WTC…)…
Vosselência é o que se pode chamar uma cartilheira liberalesca. As conclusões há muito que estão tiradas. Martelam-se uns números para papalvos e está feito mais um comentário!
Agora, cuidado! Deixe esturrar o arroz e, depois, culpe os “comunas” e o “Quantitative Easing”…
(1) Como vê, sigo a máxima do Alencar, seja ele quem for (2), aqui trazida por Vosselência, seja Vosselência quem for: “não se mencione o…Vosselência”.
(2) Era melhor, para Vosselência, que não se soubesse quem era. Mas ainda ontem o vi: estava na tasca a acabar de comer umas ameijoas à Bulhão Pato. E logo me disse: “não se mencione a…Qu..(ufff!), ou seja, Vosselência!!”.
(3) A todos espantou a fórmula encontrada por Vosselência sobre como o Estado levaria os 500 euros que o grupo Sonae estaria a dar aos empregados, se fosse em dinheiro…
Lembra-se? Era assim: (500-x)-y. Sendo x o quê? Os impostos que o Estado cobrava. E o y? Os impostos que o Estado voltava a cobrar!
E por que razão Vosselência não juntou logo o “x” com o “y”? Ora, porque estragava o efeito dos parêntesis…E lá se ia a demonstração de grande erudição matemática da Quwelllhasss…(1) (2)
Especulação é que nunca seria.
Todo o mercado é especulativo, de uma forma ou de outra.
Por exemplo, as pessoas quando compram ou vendem casas, mesmo que seja para morarem nelas, quase sempre especulam.
Especular é humano.
Ora pois!
E papar é humano, errar é humano, roubar é humano, atropelar é humano, matar é humano, e etc. etc., é humano.
Ou seja: há muita coisa que “é humano” e, com toda a certeza, deveria deixar de ser…
Pois há muita coisa que deveria deixar de ser humano mas, sendo tal impossível, porque o ser humano é como é e não há volta a da-lhe, o que há a fazer é limitar os danos.
Ou seja, especulação é coisa que sempre houve, há e haverá, o que há a fazer não é proibi-la, mas sim limitar os seus danos.
De qualquer forma, a essência do meu comentário era enfatizar que todos nós somos, em algumas ocasiões das nossas vidas, especuladores. E que, portanto, não devemos estigmatizar os especuladores como sendo uma classe à parte de seres humanos, supostamente especialmente pérfidos.
Lavouras, estás a especular sobre especulação?
É só para saber.
Isso só é especulação para uma minoria que anda a saltar e nunca cria raízes, não é relevante para os preços actuais.
Certo Luis Lavoura.
Só queria acrescentar uma coisa.
A especulação não é geralmente má , veja-se o caso dos Seguros que nos tranquiliza a vida e Contratos de Taxa Fixa de Divisas que estabilizam a economia , isto só para falar em 2 casos mais evidentes.
Joana Quelhas
Pois é, ó Qwelllhhasss…(1) (2)
A especulação não é, geralmente má. só que é muito mal compreendida.
Mesmo sendo muito boazinha, com direito a prendas do Pai de Natal (3) e tudo, há quem faça seguros e contratos de Taxa Fixa de Divisas só para a contrariar coitadinha! É muito triste!
1) Como vê, sigo a máxima do Alencar, seja ele quem for (2), aqui trazida por Vosselência, seja Vosselência quem for: “não se mencione o…Vosselência”.
(2) Era melhor, para Vosselência, que não se soubesse quem era. Mas ainda ontem o vi: estava na tasca a acabar de comer umas ameijoas à Bulhão Pato. E logo me disse: “não se mencione a…Qu..(ufff!), ou seja, Vosselência!!”.
(3) A propósito! Especula-se para aí que não existe! Vou já contratar um seguro, para o caso de ser verdade! Sem prendas é que eu não fico!
Até perguntava o que é que aconteceu aos tais seguros nas formas de futuros durante este ano, mas é mais uma que não respondia por conveniência.
E também é melhor não perguntar pela capitalização dos seguros em forma fundos de pensões privados por aí, que o silêncio ainda atormenta mais.