Adolf Ben-Gvir

Ben-Gvir, um fanático sionista que nunca escondeu o seu racismo eugénico, é o atual ministro da Segurança Nacional de Israel. Confesso admirador de Baruch Goldstein, o judeu americano responsável pelo massacre do Túmulo dos Patriarcas, em Hebron, em 1994, onde assassinou 52 palestinianos desarmados enquanto rezavam.

Foi certamente o orgulho dos seus pais, que já tinham feito parte do Irgun, uma organização paramilitar terrorista com centenas de atentados no seu cadastro. É membro do Otzma Yehudit e antigo simpatizante do Lehava, organizações de extrema-direita que defendem abertamente o extermínio árabe, que são contra o casamento de judeus com não judeus e querem que Israel seja um Estado exclusivamente sionista, onde nem os judeus que não sejam ortodoxos e sionistas têm lugar.

É esta figura que tem entrado na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, sob controlo palestiniano, proibiu o uso da bandeira palestiniana e tem em marcha a construção de mais colonatos no pouco território que sobra à Palestina. Vai passear por Washington e Bruxelas como se fosse um democrata, vai ser recebido em Kiev e, provavelmente, também em Moscovo, tudo isto apesar de ser o líder político no exercício do poder que mais ódio promove. Quem o criticar, em Telavive ou Paris, será considerado antisemita, mesmo que em causa esteja um sucedâneo de Hitler sem bigode, o maior antisemita desde o III Reich.

Ben-Gvir, a fanatic Zionist who has never hidden his eugenics racism, is Israel’s current national security minister. Self-confessed admirer of Baruch Goldstein, the American Jew responsible for the massacre of the Tomb of the Patriarchs in Hebron in 1994, where he murdered 52 unarmed Palestinians while praying.

It was certainly the pride of his parents, who had already been part of the Irgun, a terrorist paramilitary organization with hundreds of attacks on their record. He is a member of Otzma Yehudit and a former Lehava sympathizer, far-right organizations that openly defend Arab extermination, which are against the marriage of Jews to non-Jews and want Israel to be an exclusively Zionist State, where Jews who are not Orthodox and Zionists have place.

It is this figure who has entered the Al-Aqsa Mosque in Jerusalem, under Palestinian control, banned the use of the Palestinian flag and plans to build more settlements in the little territory left to Palestine. He will walk around Washington and Brussels as if he were a democrat, he will be welcomed in Kiev and probably also in Moscow, all despite being the political leader in the exercise of the power that promotes the most hatred. Anyone who criticizes him, in Tel Aviv or Paris, will be considered anti-Semitic, even if it is a substitute for Hitler without a moustache, the largest anti-Smite since the Third Reich.

Comments

  1. Ftth says:

    Continuem a alimentar esses criminosos com contas no Facebook
    Eles todos agradecem, sejam sionistas ou não

  2. Luís Lavoura says:

    o seu racismo eugénico

    Isto não é rigorosamente verdade.

    Há um ou dois anos, ele esteve na maior com árabes a festejar o dia nacional dos Emirados Árabes Unidos.

    Ele nada tem contra árabes, desde que eles não estejam na terra que ele considera como pertencendo exclusivamente aos judeus.

    • Paulo Marques says:

      Os chamados parceiros temporários. Mas, vá lá, só quer o genocídio em nome da santa propriedade.

  3. Luís Lavoura says:

    são contra o casamento de judeus com não judeus

    A generalidade dos judeus religiosos são contra o casamento com não-judeus.

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