Quatro meses separam estas duas notícias:
“Kiev critica Israel por ter uma “clara posição pró-russa””, em Junho.
“Zelensky condena ataque do Hamas e defende direito à autodefesa israelita”, em Outubro.
Caso para dizer:

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Quatro meses separam estas duas notícias:
Caso para dizer:


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Os bombardeamentos ucranianos são pôr lutadores pela liberdade cristã branca contra um país que não gosta das regras; os bombardeamentos palestinianos são por terroristas que não aceita que um estado que não é sujeito a regra nenhuma não possa fazer uma operação especial de genocídio realmente existente.
A superioridade moral do palhaço é evidente.
Podes pôr isso em português?
“Olha para o que eu digo, não para o que eu faço”. Espero que perceba assim, não há nada mais português fasço que isso.
Vivem em Israel povos não-judeus que nunca de lá saíram ou foram expulsos – drusos e palestinianos.
Quem entende fazer dos palestinianos uma molhada sem distinção de valia, ou é ignorante ou é um coirão!
JgMenos
Alem de Salazarento, és sionista ?
Percebe-se
É mesmo a lei israelita que os faz sem distinção, mas deixa lá isso.
Mas é verdade, são uma cambada de cobardes que os consideram todos iguais
https://twitter.com/ivan_8848/status/1711142886366941639
https://twitter.com/AlanRMacLeod/status/1710675262751261182
https://twitter.com/mehdirhasan/status/1694487344064131266
https://twitter.com/zei_squirrel/status/1710724970798547340
Que tem? Parecem-me duas proposições independentes e não necessariamente contraditórias.
Kiev acredita que Israel favorece as relações com a Russia mas concede-lhe na mesma o direito á autodefesa.
A auto-defesa de conquistar um território onde aplica um genocídio não é auto-defesa. Não é por estarem numa rave que os tais de inocentes não deixavam de estar a festejar em terreno roubado a pouca distância do maior campo de concentração de sempre.