
Netanyahu é um Putin a quem permitimos as maiores atrocidades, para não prejudicar o business as usual. Como de resto permitimos ao Putin verdadeiro durante duas décadas. A desumanidade dos alegados democratas será o seu fim.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Netanyahu é um Putin a quem permitimos as maiores atrocidades, para não prejudicar o business as usual. Como de resto permitimos ao Putin verdadeiro durante duas décadas. A desumanidade dos alegados democratas será o seu fim.
[…] Enfim: Netanyahu, o “nosso” Putin. […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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Segundo li, se um qualquer transporte contem artigos não autorizados, toda a carga é rejeitada.
Assim dito, não é nada cumovente.
Fica muito mais comovente falar do mais que por si não provocaria a rejeição.
“cumovente”: neologismo que significa a capacidade de fazer mover o cu.
Para o Menos, isto não é cumovente, por isso fica sentado na cadeira a bolçar alarvidades nas caixas de comentários.
Pois citando Menos…
“Assim dito, não é nada cumovente”.
Confere!
Consta que Vosselência, para mover o cu, é preciso mesmo requerimento. Quem o quer ver é no cadeirão da sala, em frente a uma foto do Oliveira da Cerejeira, a meditar no brilhante passado que temos pela frente.
Cuidado com as cadeiras. O Oliveira da Cerejeira teve uma experiência, digamos, desagradável com uma delas.
É por isso mesmo que ele raramente se levanta. No regresso arrisca não acertar com o assento. Pode ser perigoso. A queda do Oliveira da Cerejeira está sempre presente, como o supremo exemplo de como um valente trambolhão pode mudar a História.
Mas este é um cadeirão especial. Tem um buraco para o penico e tudo. Para evitar deslocações desnecessárias que lhe interrompam a cerejeiral meditação no brilhante passado que a Nação tem perante si.
Sim, há muito que o estado de apartheid que controla as fronteiras não autoriza alimentação suficiente.
Que comovente um salazarento em sintonia com os nazis do século 21
Não compare Netanyahu com Putin. Putin está a fazer guerra à Ucrânia e raramente atinge edifícios civis sem justificação. Israel, pelo contrário, está a massacrar a população civil de Gaza.
(Também é verdade que as circunsctâncias são diferentes, uma vez que Gaza é totalmente urbana.)
A guerra na Ucrânia nem se aproxima às guerras ao Iraque, quanto mais. Nem o nosso amigo bin Salman, que, pelos vistos, estamos arrependidos de ter parado o genocídio dele com o nosso apoio.
Netanyahu é antes mais um dos nossos heróis colonialistas brancos de descendência europeia a limpar tudo à frente. E a oposição é pior.
Até agora ainda ninguém referiu a existência do Hamas.
Confere com a hipocrisia esquerdalha!
Mais um tempo e acabarão no Allahu Akbar.
Pois, mas…
Também ainda ninguém referiu a existência da abetarda de barrete ruivo, mas isso não quer dizer que não se saiba que existe.
Mais um tempo a apoiar massacres e acabaremos todos.
“Até agora ainda ninguém referiu a existência do Hamas.”
Mesmo um retrógado Salazarento, deveria saber que o Hamas foi criado, apoiado e financiado pelos Sionistas de Israel e de muitos lados.
Porque eles estão por todo o lado.
Esse esterco sionista são como tu, fascistas
Se não existisse o Hamas, existia outro grupo qualquer a responder repetindo a violência dos colonizadores; até podia ser que as aldrabices sobre os actos do mesmo tivessem mesmo acontecido como doutrina, invés de cópias mal amanhadas do que os “anti-terroristas” são constantemente apanhados a fazer.
E se o fossem, continuava a não ser desculpa para repetir Lidice.
Jihad (guerra santa) do Hamas contra Israel, conforme descrito em seu estatuto de 1988, que afirma que “a Jihad é o caminho e a morte em nome de Alá e é o mais elevado de seus desejos.” (Artigo 8º)
Sejam servidos!
Pois.
E seja Vosselência servido pelos estatutos, declarações e atividade política da extrema-direita sionista. Diz mais ou Menos a mesma merda, mas em hebraico.
É muito mais fino!
1988? Mas há história entre 1973 e 2023? É só para esse documento? Pode-se incluir as várias declarações de Netanyahu, e muitos outros, de ocupar toda a palestina varrer tudo o que não é sionista, ou não dá?
E que é que isso tem a ver com um genocídio?
Hamas foi criado e financiado pelos Judeus para destruir a Fathta e as organizações independentes palestinianas que há 50 anos combatem os sionistas
Essa mesma organização faz um ataque em 7 de Outubro sem que nenhuma das organizações militares e militarizadas se apercebam.
Muito estranho e suspeito
Olha que o teu amigo, e os mesmos camaradas, discordam…
https://www.atlanticcouncil.org/blogs/new-atlanticist/zelenskyy-wants-ukraine-to-be-a-big-israel-heres-a-road-map/