
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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Todos nos lembramos dos tempos em que Pedro Passos Coelho foi PM com uma agenda ultraconservadora, sustentada por uma narrativa que lhe foi oferecida pelo acordo com a Troika, e do qual Sócrates serviu como bode expiatório para todos os males. Tudo isto coadjuvado pelo anterior PR, Aníbal Cavaco Silva, cujo fim último era transformar Portugal numa democracia iliberal, num estilo muito idêntico ao da Hungria.
Quis o destino fazer aparecer uma coligação maioritária de partidos à esquerda, para pôr cobro a este caminho desastroso para a nossa democracia, libertando-a desse espectro fascizante.
Com as eleições de 2022, o Chega, até aí um pequeno partido populista com apenas um deputado, emerge através duma agenda demagógica promovida pelo seu líder, André Ventura, alcançando assim um grupo parlamentar com onze eleitos na AR.
André Ventura já tinha sido escolhido por Passos Coelho para candidato da coligação de direita à autarquia de Loures, tendo nessa altura sobressaído na agenda mediática com um discurso manifestamente homofóbico e racista. Saiu em rotura com Rui Rio, entretanto líder do PSD, formando o Chega.
Pedro Passos Coelho nunca aceitou de bom grado ter sido apeado em 2015 pela coligação formada à esquerda que se denominou no jargão politico por Geringonça. Resistiu até às autárquicas de 2017, mas com a estrondosa derrota eleitoral nas autárquicas desse ano, nas quais o PSD perdeu cerca de 50 autarquias, o mesmo sentiu-se na obrigação de libertar o partido para uma nova etapa, sem a sua presença, de modo a que este conseguisse retornar ao poder.
É neste quadro psicológico que Pedro Passos Coelho, intercalando com Aníbal Cavaco Silva, fazem umas aparições públicas, para destilarem aqui e acolá o seu azedume contra o PS, mais do que contra a esquerda em si mesma, por terem abandonado os seus cargos políticos com manifesta impopularidade entre os cidadãos.
A travessia do deserto foi grande, oito anos, e maior seria se o Ministério Público não encenasse aquele parágrafo tenebroso, numa pretensa acusação contra alguns membros do governo. Até agora, dali só saiu poeira. Facto é que foi no meio dessa poeira que o Chega engordou e a AD conseguiu a muito custo, mais umas décimas para governar.
É claro para todos que este governo jamais durará os 4 anos, a não ser que alcance um acordo de incidência parlamentar com uma das forças da Oposição, seja ela à sua esquerda pela mão do PS, ou à sua direita pela mão do Chega. Como isso não vai acontecer a não ser que a AD abdique de parte do seu programa eleitoral, ou o Chega faça o pino, o mais provável é entramos num período de ingovernabilidade.
É neste quadro que Pedro Passos Coelho volta a aparecer, com uma agenda cultural claramente colada à direita radical e conservadora, forçando o PSD a encostar-se ao Chega, promovendo um manifesto em forma de livro, sobre os valores da família. Tudo isto ao mais belo estilo neofascista, como se não tivéssemos todos nós família, sendo que o conceito desta, nos dias que correm, significa tão somente: “amor e concórdia entre os pares, e destes para os vários grupos sociais onde nos inserimos”.
Tudo o resto é conservadorismo retrógrado.
Não duvidem. Passos Coelho sabe que Luís Montenegro está a prazo. A partir de ontem vai aparecer tantas mais vezes, quanto as crises forem aparecendo, até ao dia em que Luís Montenegro perdendo as eleições, mas ficando ainda assim a direita em maioria com o Chega e a IL, este acabar por regressar ao poder, como PM, qual D. Sebastião regressado do exílio a que se propôs, por ter sido rejeitado após 4 anos de governo.
Fiquem atentos. A história por vezes repete-se. Depois não se queixem.
Caro dr. Rui Naldinho, o Partido Chega (CH) é uma fraude, e a prova está aqui:
https://www.noticiasaominuto.com/politica/2536608/nao-ha-que-ter-medo-de-os-espacos-politicos-se-diluirem-diz-passos
A atividade do Quarto Pastorinho junto das prostitutas políticas do Prostíbulo Espanhol parece estar a dar resultados.
Anda no ar um notório sentimento de orgásmica satisfação direitrolha, certamente produto da junção da mística Pastorinha com o “savoir faire du métier” laranjola.
O dr. Pedro Coelho liderou o XIXº Governo liberal/maçónico responsável pela destruição da economia e do trabalho em Portugal – que já de si eram frágeis -, deu cabo do que restava do Estado que é um dos pilares fundamentais da Soberania e da Sociedade de qualquer País.
Para todos aqueles que nasceram no Século XX até à Década de 80 começava-se a trabalhar entre os 16 e os 18 anos (alguns até mais cedo), os homens ainda tinham que cumprir o Serviço Militar caso contrário teriam muita dificuldade em arranjar trabalho, e aos 23 anos, grande parte dos Portugueses já vivia sozinho ou constituía família.
Era esta a realidade de Portugal até 2012 quando foi subvertida pelo XIXº Governo liberal/maçónico liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, que provocou uma crise económica e social sem precedentes, tendo liderado o ataque à Classe-Média Portuguesa com o objectivo de a destruir.
Quanto ao livro que refere, o Governo liderado pelo dr. Pedro Coelho foi o responsável pelo impulso definitivo para exterminar a Família e os Valores e Princípios da Sociedade Portuguesa e dos Portugueses, através da promoção do homossexualismo/pedofilia (também conhecido como “lgbt+” ou “ideologia de género”) e um dos maiores promotores do “wokismo”, mas agora aparece como imaculado, a defender o contrário daquilo que foi praticado de forma sub-reptícia pelo seu Governo, chama-se a isto, imposturice.
Post-Scriptum: O que refiro no meu comentário é só uma ponta dos imensos crimes praticados pelo XIXº Governo liberal/maçónico liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, mas existem muitos mais, inclusive crimes de lesa-Pátria, cometidos pelo seu Executivo que por sinal até perdeu as Eleições Legislativas de 2011 (alcançou somente 2.159.742 Votos) para a Abstenção que representa a Maioria Silenciosa dos Portugueses e venceu esse Acto Eleitoral com 4.035.539 Eleitores.
O neoliberalismo globalista é maçónico. Já a pedofilia, só conheço a dos padres, antes ou depois.
É a chamada Máfia de Veludo, a Igreja Católica Romana (ICR) se não acabar de uma vez por todas com a Ordem Militar da Companhia de Jesus (ou simplesmente Jesuítas), não tem hipótese, continuará a ser minada e destruída por dentro.
E voltar a queimar os hereges na fogueira e apedralhar os adúlteros.
O esperma é sagrado, abençoada graça de deus.
Isso já é um problema seu, da Igreja Católica Romana (ICR), e dos Católicos; a proposta é sua, entenda-se com eles.
A cambada vive de palavrório, que cubra a sua congénita acultura e indigente esforço intelectual de uma capa redentora, a que chamam progressismo.
A esse progressismo serve o Estado como agente de transformação do palavrório em leis, regulamentos e programas pedagógicos.
Desacreditar-lhes o palavrório é ofensa maior e, se a coisa se agrava, logo recorrem ao repositório maior do palavrório, e clamam que está ameaçada a Constituição!!
A única “desacreditazação” é fazer as pessoas acreditarem que uns e outros defendem o oposto do que defendem, valendo tudo para ir para o poleiro fazer negócios a assinar pelos dois lados.
Por muito contente que esteja, vai continuar a não bafejado pelo mijo dourado dos amos de tal gentalha séria.
Pois tenha cuidado, ó Menos!
Com tanto palavrório sobre palavrório ainda o confundem com algum esquerdeiro.
Pode ser um problema aí no Lar “Nossa Senhora dos Passados da Mona”, onde Vosselência se encontra internado. Os gajos aproveitam logo para aumentar as doses.
É frequente passarem as conhecidas doses de cavalo para doses de camelo, embora tal Vosselência talvez não estranhe.
E, quando lhes falta o material, chegam a injetar diretamente trotil e mesmo caldos de carne Knorr. Sim senhor, há um site onde está uma lista de escândalos desses lares geridos por retintos esquerdeiros que preconizam a reciclagem química de salazarescos.
São os mesmos que estão profundamente empenhados na sovietização das creches e infantários, escândalo cuja denúncia já causou o internamento compulsivo de muita gente.
O amante de pobreza, fome, precariedade, empobrecimento permanente, emigração, corte do acesso a saúde, e imperialismo em geral saiu do caixão para dar lições sobre culto da morte. Depois é o TikTok que promete o fascismo.
Quando a esquerda (ou assim designada, para enganar lorpas ou consolaram consciências burguesas) disfarça com as suas sucessivas “causas fracturantes” a expansão e sucessiva colonização da coisa pública (leia-se, empregos, contratos e subsídios) à custa do necessário saque fiscal, é o “progresso”. Quanto alguém se opõe aos efeitos perniciosos desse “modus operandi”, é “cavernícola”, “bacoco”, “ultramontano”, “racista”, “fascista”, etc. ou (vá lá), no caso do Passos, hipócrita. É isto, e funciona, pelo que há que insistir.
Os vistos gold, os subsídios aos nómadas digitais, os rentistas dos serviços públicos, os especuladores de energia e habitação, etc são todos woke. É acabar com eles.
O meu caro não reparou, certamente, que, nos últimos 8 (oito) anos, a esquerda (ou assim designada, para enganar lorpas ou consolaram consciências burguesas) esteve no poder, e que “os vistos gold, os subsídios aos nómadas digitais, os rentistas dos serviços públicos e os especuladores de energia e habitação” tiveram uma vida muito feliz. Como, aliás, já tinham tido nos 6 (seis) anos de governo da dita “esquerda”, antes da bancarrota – aliás, em grande parte explicada pelos fretes (bem remunerados) feitos aos “rentistas dos serviços públicos e especuladores de energia”. E como, aliás, tiveram, na cidade de Lisboa, durante a contínua alvorada em que uma gloriosa coligação dessa “esquerda” governou, sob o comando do grande timoneiro Manuel Salgado.
Não, não reparei. Havia um tal de Costa, sobre o comando de um tal de Sousa, a contar com o apoio parlamentar da direita para implementar o desígnio nacional de ser bom aluno e apostar as fichas todas na fé das contas certas à base do turismo e derivados de baixo valor acrescentado. A esquerda tinha um simples acordo para que os serviços fossem funcionando com mínimos, que decidiram tornear até acabar.
O que é que isso tem a ver com não espezinhar quem mal se pode defender continuo sem perceber, mas o Montecoiso e o Ventrujo hão-de explicar.
E quem é que se surpreende ao ver um cabeça rapada bater no peito por Deus, Pátria e Família (tradicional, claro)?