
A condenação de Marine Le Pen deixou a nu a hipocrisia da extrema-direita, que se diz contra a corrupção e outros crimes aparentados, excepto quando os visados são os seus pares.
Aliás, basta ver quem foram os mais vocais em sua defesa: Putin, o ditador que a financiou, Orbán, o primeiro-ministro mais corrupto da Europa, Salvini, o fascista que enverga indumentária putinista, e Elon Musk, o nazi que comprou as últimas eleições americanas. A fina flor da autocracia moderna.
Le Pen desviou dinheiro comunitário para financiar actividades do seu partido. Um partido que se confunde com a própria, como se da sua pequena monarquia se tratasse. Herdou-o do pai, vai entregá-lo um dia ao ex-marido da sobrinha. Nada nepotista. Agora, deve pagar pelos seus crimes. Não está acima da lei.
Mas é precisamente isso que pretende a extrema-direita: estar acima da lei. Basta olhar para a forma como Trump desrespeita decisões judiciais que não lhe são favoráveis para perceber isso mesmo. Ou analisar o percurso de Orbán na Hungria e perceber como colonizou os tribunais e transformou a separação de poderes numa anedota de mau gosto.
Le Pen também queria estar acima da lei. Mas não teve a mesma sorte como quando foi mendigar para a porta do Kremlin. E não deixa de ser esclarecedor também para nós, portugueses, perceber quem foram aqueles que, em Portugal, passaram a tarde a carpir a Marine. São os mesmos que apoiam a destruição em curso das instituições americanas, que albergam pedófilos e ladrões, que perseguem e intimidam os mais vulneráveis e que apostam todas as fichas em dividir-nos, com as suas mentiras idiotas, e o seu paleio populista importado dos golpistas do Brasil, também eles corruptos até ao tutano.
Le Pen não é mais nem menos criminosa que um criminoso condenado pelo mesmo crime de outro partido qualquer. Mas a sua condenação serve para que nos recordemos que o discurso dos “puros” contra os restantes é feno para patetas. O poder e o dinheiro corrompem humanos, não ideologias. As ideologias têm outros problemas. A de Le Pen, por exemplo, só trouxe retrocesso, miséria, destruição e morte. Não surpreende o interesse de Putin em financiá-la.






Para não saber o que seja a Direita é perguntar à esquerdalhada; nesse processo vão conhecer o que seja a esquerda, um elementar processo de promoção do oportunismo egoísta sob capa altruísta.
Quanto à Le Pen, não conheço o bastante do caso; o que aparenta é relacionar-se com dinheiro publico atribuído para a acção política que foi usado para sustentar políticos; se esses termos são aplicáveis, temos cá disso em abundância,
Ok, não está acima da lei. Não se junta ao grupo de Leyen e Lagarde. Foi demasiado descarada com aquilo que todos fazem, que toda a gente sabe como funciona o regabofe europeu. Pode resolver os problemas imediatos do Macron, outro impoluto, mas não convence ninguém que não é selectivo.
Uma versão aceitável aos liberais democratas da mesma disparidade aos partidos portugueses, porque os fins justificam os meios.
Exactamente. Assistimos aqui, mais uma vez, aos dois pesos e duas medidas que têm caracterizado a política da UE.
Mas parece que tiveram azar, porque um Tribunal Superior acabou de anular esta sentença, e suspender o julgamento. Assim sendo, Marine Le pen vai poder concorrer às eleições.
Mas pode ser que arranjem por lá um Tik-Tok suficientemente grande para cancelar as mesmas, como fizerm na Ucrãnia. A UE está a ficar perita nas tácticas de Goebbels.
Pois foi! Foi anulada hoje à hora do lanche!
Foi anulada pelo Tribunal Superior Pastorício, após o Venturoso ter dado duas sopapadas no Cristo e o ter mandado de volta lá para cima por não ter poderes para se intrometer, por incompetência: só tem competência bíblica no Juízo Final.
Até lá, quem julga é o Pastorinho. Que já disse que “há crimes e crimes”.
Pois não param as manifestações de puro espanto!
Com a rapidez com que o Venturoso Pastorinho conseguiu anular uma sentença em França!
Milhares na rua, convocados por um tal Bardamerdella!
Ninguém conseguindo iludir o inusitado estupefato pasmo que a todos deixou estarrecidos de absoluto sarapanto!
Não é caso para menos!
The Paris Court of Appeal said on Tuesday it should be able to provide a decision on the case by the summer of 2026 – several months before the 2027 presidential election.
On top of the ban on running for public office, Le Pen was also handed a €100,000 fine and four-year prison sentence, of which two years will be suspended.
THIS WILL NOT APPLY UNTIL THE APPEALS PROCESS IS EXHAUSTED, WHICH COULD TAKE SEVERAL YEARS.
Fonte: BBC
Ora pois! Citando vosselência:
“Mas parece que tiveram azar, porque um Tribunal Superior acabou de anular esta sentença, e suspender o julgamento.”
Ficamos então a saber que “acabou de” quer dizer” lá para o verão do ano que vem”.
Muito esperto, o nosso Venturoso Pastorinho! Se tem anulado já, dava muito nas vistas! E nem convinha! Até para haver tema para as manifestações já convocadas pelo Bardamerdella!
Assim, anulou, mas só se vai notar para o ano. Genial!
Falam do Putin, Orban e outros patrocinar a Le pen e outros mas esquecem que os outros partidos também eles são patrocinados por Soros, Bill Gates e outros tantos. Todos os donativos dados para campanhas deveriam ser públicos.
Em Portugal os patrocinadores dos governos que até agora têm governado são patrocinados pelas empresas do sistema.
Como é que sabe, se não são públicos, nem investigados?
Sim, João da treta. Ninguém está acima da lei e e por uso que a Van der Leyen está a apodrecer na cadeia por corrupção no negócio da compra de vacinas Pfizer.
Netanyahu também vai a caminho do TPI para apodrecer na cadeia pelo genocídio de palestinianos que exerce há décadas.
Durão Barroso, Blair , Aznar e Bush filho também estao presos e condenados a prisão perpétua pela criminosa destruição do Iraque baseada num monte de aldrabices.
Isto a lei toca a todos em especial aos que são financiados por Gates, Soros e outros e que querem envolver nos em guerra directa com a Rússia.
Vai ver se o mar da choco.
Já o teu Putin, treteiro, não há mal que se lhe aponte, vigário.
Também não mencionou todos os presidentes americanos, o teu partido cheio de condenados e formado ilegalmente, ou o teu ídolo que caiu da cadeira. É lidar.