Considerem-se Avisados


Duas imagens que devem ser lidas em conjunto.
Porto a 1 de Maio de 1974 e Expresso a 9 de Maio de 2025.

Comments

  1. Jaime Antunes says:

    Luís Montenegro falou em aproveitamento político da greve dos trabalhadores colaboradores da CP para se aproveitar politicamente da greve e insinuar mexidas na lei de forma a não prejudicar os outros, quem vai trabalhar, alegou. E os outros concordaram prontamente. Até chegar o dia em que precisam de recorrer à arma greve para fazer valer os seus direitos, reivindicar, e não podem porque a lei foi mexida com a sua anuência porque se sentiam prejudicados quando os outros estavam na luta. É todo um processo de chico-espertice que começa na arte de meter pobres a invejar o que o menos pobre ganha ou a criticar a ajuda dos que estão no patamar abaixo recebem enquanto os ricos passam pelos intervalos da chuva. (https://is.gd/4A7zG7).

  2. Uma greve injusta, lá por o governo decidir não cumprir o que assinou, porque ai que está em gestão, o que não a impede de começar já a gastar em armas sabe-se lá para quê, sabe-se lá para quando, talvez a Rhinemetal tenha contactos para consultadoria com uma empresa familiar que faz de tudo. Ai o prejuízo à vida das pessoas que vão às suas arruadas invés de irem trabalhar com quem não os contracta, que isto se serviços mínimos, tal como nos serviços mínimos na greve às horas extraordinárias no INEM, tal como em manter hospitais abertos e professores contractados, tal como em tudo, era governar e não é para isso que lá estão, que passar o tempo a justificar as isenções fiscais aos familiares e amigos, além de que não devem dizer quem lhes avença e para o quê, já dá muito trabalho.
    Venha, pois, a estabilidade tão desejada, a estabilidade de serviços deteriorados e a fechar, deixar de existir essas sanguessugas do orçamento que são médicos, professores, engenheiros, e por aí fora, as casas de luxo para fundos imobiliários e estrangeiros a fugir aos impostos, bem como o alojamento temporário para o turismo dos bêbados gozarem com a província, o tráfico de pessoas a fugir das bombas e sanções dos nossos aliados, ou a descida de salários, pensões, e direitos laborais e sociais.

  3. Anonimo says:

    Virão tempos… diferentes.
    No fundo, só quando nos toca é diferente. A greve dos motoristas das matérias qualquer coisa não foi muito bem vista…

  4. JgMenos says:

    Ora grevas tu ora grevo eu.
    O verbo da cambada de chulos em empresas onde os impostos são receita corrente!

  5. Ora bem. “Contracto” é um sinónimo erudito e “contraído”. Será este o significado que o autor do texto pretendia transmitir?
    Cumprimentos.

    • Anonimo says:

      Na práctica, a língua é fluída. Hades ver o contracto reconhecido no diccionário.

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