

Duas imagens que devem ser lidas em conjunto.
Porto a 1 de Maio de 1974 e Expresso a 9 de Maio de 2025.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.


Duas imagens que devem ser lidas em conjunto.
Porto a 1 de Maio de 1974 e Expresso a 9 de Maio de 2025.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Luís Montenegro falou em aproveitamento político da greve dos trabalhadores colaboradores da CP para se aproveitar politicamente da greve e insinuar mexidas na lei de forma a não prejudicar os outros, quem vai trabalhar, alegou. E os outros concordaram prontamente. Até chegar o dia em que precisam de recorrer à arma greve para fazer valer os seus direitos, reivindicar, e não podem porque a lei foi mexida com a sua anuência porque se sentiam prejudicados quando os outros estavam na luta. É todo um processo de chico-espertice que começa na arte de meter pobres a invejar o que o menos pobre ganha ou a criticar a ajuda dos que estão no patamar abaixo recebem enquanto os ricos passam pelos intervalos da chuva. (https://is.gd/4A7zG7).
Uma greve injusta, lá por o governo decidir não cumprir o que assinou, porque ai que está em gestão, o que não a impede de começar já a gastar em armas sabe-se lá para quê, sabe-se lá para quando, talvez a Rhinemetal tenha contactos para consultadoria com uma empresa familiar que faz de tudo. Ai o prejuízo à vida das pessoas que vão às suas arruadas invés de irem trabalhar com quem não os contracta, que isto se serviços mínimos, tal como nos serviços mínimos na greve às horas extraordinárias no INEM, tal como em manter hospitais abertos e professores contractados, tal como em tudo, era governar e não é para isso que lá estão, que passar o tempo a justificar as isenções fiscais aos familiares e amigos, além de que não devem dizer quem lhes avença e para o quê, já dá muito trabalho.
Venha, pois, a estabilidade tão desejada, a estabilidade de serviços deteriorados e a fechar, deixar de existir essas sanguessugas do orçamento que são médicos, professores, engenheiros, e por aí fora, as casas de luxo para fundos imobiliários e estrangeiros a fugir aos impostos, bem como o alojamento temporário para o turismo dos bêbados gozarem com a província, o tráfico de pessoas a fugir das bombas e sanções dos nossos aliados, ou a descida de salários, pensões, e direitos laborais e sociais.
Virão tempos… diferentes.
No fundo, só quando nos toca é diferente. A greve dos motoristas das matérias qualquer coisa não foi muito bem vista…
Ora grevas tu ora grevo eu.
O verbo da cambada de chulos em empresas onde os impostos são receita corrente!
A Fertagus que o diga…
Ora bem. “Contracto” é um sinónimo erudito e “contraído”. Será este o significado que o autor do texto pretendia transmitir?
Cumprimentos.
Na práctica, a língua é fluída. Hades ver o contracto reconhecido no diccionário.