
O antigo CEO da Spinunviva tem plena consciência da gravidade dos incêndios que assolam Portugal. Tanto assim é que hoje pediu ajuda internacional e cancelou as férias. Perguntará algum leitor distraído, porque não o terá feito anteriormente, quando se sabe há alguns dias que a situação é catastrófica? A resposta é simples, porque estava agendada para ontem a festa do Pontal, o país está em vésperas de eleições autárquicas, o Primeiro-Ministro também é líder do PSD e não se poderia dar ao luxo de cancelar o maior evento anual do circuito pimba do azeite e carne assada, que contou com a esmagadora maioria dos membros do governo e candidatos às autárquicas…






Afinal, o Primeiro-Ministro dispõe apenas de quatro anos para ‘recompensar’ os seus apoiantes com as devidas fatias de poder.
Não havia muito mais a fazer. Como diria um masoquista bem-informado:
‘Ninguém disse que a democracia fosse um luxo barato.’
Joana Quelhas
e pronto, é esterco deste que temos a governar o pais. Mas, se o povo votou nele mesmo depois de ele tresandar a vigarices…………..temos o que votamos. Siga!
Pois, votaram no avençado e sua quadrilha. Agora aguentem..
Ou estavam á espera de alguma investigação dos batas pretas ?
O vigarista do Sócrates se tivesse arranjado uma dpinumviva qualquer, nunca tinha sido incomodado sequer
O país está a arder mas todos os políticos estão a banhos, alheados do que está a acontecer no país. Deixam tudo nas mãos daqueles que beneficiam com os fogos. O povo aceita a situação com complacência e não reage. Nem o fala barato do Chega aparece para dar um ar da sua graça. A policia prende os incendiários, já ultrapassam a centena, mas a justiça devolve muitos deles á liberdade porque acham que são mais úteis cá fora do que encarcerados. Enfim, é a indústria dos fogos a funcionar em grande a sustentar muita gente e que os políticos não querem destruir. Os mortos, vítimas dos incêndios, já não podem reagir mas os seus entes queridos acobardam-se perante tais tragédias e limitam-se a chorar a sua morte e a perda dos seus bens. É simplesmente triste mas somos um povo que viveu quarenta anos amordaçado pelo salazarismo e cinquenta anos acomodado com o cinismo dos seus políticos.
Sim, muitos políticos não querem que haja funcionários para limpar a mata do estado ou fiscalizar o cumprimento da mesma, no sacrossanto direito à propriedade de proprietário desconhecido, nem tão pouco no abençoado eucalipto que tanto baixa os custos e aumenta os lucros às celuloses, quanto mais trabalhar para reduzir o aquecimento. Mas é mentira que sejam todos.
A aversão ao investimento é tão grande como o desejo de lidar com os falhanços do regime com a cadeia, e depois não cabem todos. São escolhas.
What?
Também continuo na mesma, é indiferente se vai fazer figura de corpo presente ou não. Já o primeiro avençado, e o outro mudo e calado Marcelo, é consoante o clube que vai à frente.
“circuito pimba do azeite e carne asada”?! Desde quando o azeite é pimba e faz parte do circuito?
Que visão!
Até os espanhóis ficaram à espera do Pontal!
Não, mas em 2017 parece que ficaram à espera de Costa e Cabrita, pelo menos para Montenegro e Rangel.
Pois mas…
As declarações bombásticas do Pontal escondem a pior das notícias: a deslocalização da Autoeuropa para as Filipinas, depois de uma sequência de greves selvagens, ou ainda piores, impulsionadas pelos sindicaleiros da CGTP em Palmela.
A estratégia de trazer a Fórmula Um insere-se na estratégia de fazer muito barulho para não deixar ouvir o ruído do empacotamento das linhas de montagem!
Lamentável!
Isso na verdade é inveja que a equipa de gestão da Spirumviva tenha tido férias conjuntas de gestão; não está no negócio, mas pode vir a estar, é preciso discutir com calma.