“Vocês têm noção daquilo que fizeram à minha vida?”…

Deram-lhe um novo emprego. Nada mau.

Comments

  1. A esquerda reformista (para não dizer outro nome) entrou em pânico. A direita tradicional (e a extrema direita) tropeçou nos próprios sapatos. E, de repente, o voto deixou de ser secreto:
    desfilaram apoios públicos, declarações apressadas, alinhamentos de última hora. Ideias, essas, ficaram para depois.
    A democracia burguesa agradece: quanto menos debate, mais confortável fica.
    E aqui chegamos ao ponto essencial: A chamada esquerda revisionista, colaboracionista, domesticada – aquela que promete mundos e fundos dentro de um sistema que nunca foi feito para o povo – tem contas a prestar. Alimentou ilusões, empurrou o país para becos sem saída e abriu espaço para o surgimento de novos Bonapartes de microfone na mão e promessas de salvação nacional.
    A pergunta que o povo português deveria fazer é simples: Para onde nos levará qualquer um destes candidatos? E, mais importante ainda: por que continuamos a fingir que escolher entre dois caminhos que não nos pertencem é liberdade?
    As teorias do “mal menor” são o calmante perfeito para manter tudo igual. Mas os interesses do povo trabalhador não são – nunca foram – os interesses dos capitalistas.

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