O taberneiro, desde logo, factual e metaforicamente – precisou de mentir no discurso de derrota, dizendo que teve mais votos do que a AD, para alimentar as suas teses de ambição de poder. Não sei se algum porta-microfones o terá confrontado com a realidade.
A comunicação social, que passou a noite (e continua madrugada fora) a falar do taberneiro, quando o vencedor era anunciado com dois terços de votos.
Augusto Santos Silva que tudo fez para que Seguro não tivesse o apoio do PS. Belo sapo que ainda há-de estar a engolir.
Luis Montenegro e Cotrim Figueiredo que não tiveram a coragem de rejeitar o grotesco.
Emídio Rangel e a SIC porque afinal não é tão fácil vender um presidente como um sabonete.
O Observador que, afinal, é a Folha Nacional em tons de azul.
Entre todos estes derrotados, Ventura destaca-se. As pessoas votaram e a proposta de adiar as eleições, além de ilegal, não entusiasmou. Não foi uma eleição entre socialistas e direita. Nem uma eleição do sistema contra o anti-sistema – o Chega está bem integrado no sistema. E não foram as elites contra o povo, dado que uma elite de dois terços dos eleitores não votou nele.













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