
Só queria salientar um pouco do tema que é muito atual, que é o tema da mão-de-obra. Nós dependemos de mão-de-obra estrangeira a 100%. Na minha empresa, temos 80 colaboradores e só temos um português que é o técnico, o engenheiro. Se hoje os trabalhadores estrangeiros fossem embora, eu fechava a empresa imediatamente.






E isso é na construção civil!
E o que seria de nós sem os centos de lojas que vendem azulejozinhos e garrafinhas d’água?
Não havia contas certas.
O JMenos não se diz liberal?
Os estrangeiros que vendem garrafinhas e azulejinhos ganham a sua vida da maneira que podem. O JgMenos não tem nada que criticar. Eles vendem o que podem e quem quiser compra, quem não quiser não compra. O negócio é livre numa sociedade liberal.
(Sou membro da Iniciativa Liberal, partido que muito lamento ter-se juntado à direita na crítica à imigração.)
Bom post. Concordo pelo menos com a primeira parte dele. Também notei essa fala do empresário. O qual falou muito bem.
Concordo. Infelizmente gente especializada para trabalhar na construção civil – pedreiros, electricistas, canalizadores e outras especialidades – nem a santa imigração nos vale. No actual fluxo não vem quem saiba trabalhar no sector. E profissionais destes não se formam em seis meses…
Continuem a pagar mal e porcamente e cada vez mais os portugueses tratam de emigrar e quem cá ficar que se amanhe com os imigrantes. Bonito serviço que estão a fazer á pátria.
O pastorinho até vai pagar do bolso quando for primeiro ministro.
Ora pois!
E os de fora que se amanhem com os portugueses! Coitados do Orbanio, do Salvino e do Bardamerdella, a levar com a “Valise à Papelon” em altos berros a toda a hora! Deve ser duro!
Ao menos, o Conjunto de Maria Albertina punha-os a morrer cá! Do mal o menos!..
Num país a sério, se o jornalismo existisse, perguntavam-lhe numa das muitas entrevistas se tem alguma coisa a dizer aos muitos com visto de turismo que ficam por cá a trabalhar remotamente; mas andam todos a agradar aos mesmos.
Bandalhos sem emenda: estão ao nível de há 500 anos atrás:
– projetar a existência de outros como fornecedores de abundância de mão-de-obra servil; etc…
.
.
Urge: SEPARATISMO-50-50!
Sim: a História não começou há 500 anos atrás!