A inutilidade dos jubilados

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(retirado dos cadernos das minhas memórias)

Comecei a vinha vida de trabalho muito novo ainda. No dia seguinte, após 60 anos de trabalho, estava jubilado. A vida passou como um pestanejar… olhos que todo vem, lembram-se de todo, avançam no conhecimento da vida e guardam as experiências do que se entende, desenvolve e útil parta outros, como para nós próprios.

No meu entender, é um acto contraditório. Jubilar está relacionado com Encher (-se) de júbilo, o jubileu ou gáudio ou alegria da vida porque não há mais nada para fazer: a vida foi ganha, conquistamos amigos que nos acompanham e estão sempre connosco nesses dia que parecem de preguiça.

No entanto, a necessidade da vida leva-nos a esses dias que beliscamos da manhã à noite. Era pequeno e quase não sabia andar e olhava de baixo para cima um senhor sempre de preto, de fato preto, de um advogado que já nem queria litigar: os anos tinham sido pesados em tanto tribunal e estava cansado de falar. Era o meu avô materno que no vivia os dias, os matava em jardinagem, em ir as casas dos seus descendentes para brincar, como mais um puto, com esses pequenos que lhe enchiam os dias. No meu ver, como leio nos meus cadernos de memórias para lembrar a ida que sempre escrevi quando já me era possível, era alto, um gigante

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