Afinal, quem mentiu sobre Marco António Costa?

Eduardo Vítor Rodrigues, Presidente da Câmara de Gaia. Imagem: internet

Em Outubro de 2016, o presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, escreveu uma carta ao Secretário de Estado das Autarquias Locais, Dr. Carlos Miguel, chamando-me mentiroso, por ter aqui escrito que ele tinha medalhado o Dr. Marco António Costa. Além disso, intentou um processo-crime por difamação.

O Ministério Público acaba de emitir despacho de Arquivamento desse processo, confirmando a veracidade do que aqui foi escrito. Que a entrega da Medalha de Mérito Municipal de Vila Nova de Gaia a Marco António Costa foi uma decisão de Eduardo Vítor Rodrigues.

Segue a documentação:

Excerto do despacho do Ministério Público e carta de Vítor Rodrigues ao Secretário de Estado das Autarquias Locais

Marés Vivas: nova derrota judicial de Eduardo Vítor Rodrigues

Foto: Público

O Ministério Público acaba de arquivar as queixas-crime apresentadas por Eduardo Vítor Rodrigues, o cacique de Gaia, contra os ambientalistas que se opuseram à realização do Festival Marés Vivas junto à Reserva Natural do Estuário do Douro.

Prosseguindo a saga judicial que o traz entretido praticamente desde que tomou posse – sendo fácil perceber o motivo pelo qual Gaia é hoje uma cidade parada no tempo -, o presidente da Câmara, agora promovido também a presidente da Área Metropolitana do Porto, apresentou contra dois activistas queixas-crime por difamação e calúnias, na sequência da sua oposição à realização do Festival Marés Vivas junto à Reserva do Estuário do Douro, em Vila Nova de Gaia.

Um dos cidadãos acusados por Vítor Rodrigues – e agora ilibado pelo Ministério Público – proferiu, na altura, as seguintes afirmações, constantes do Despacho de arquivamento da Procuradoria da República da Comarca do Porto, ao qual foi possível ter acesso:

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Processo dos submarinos arquivado

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Este post é só para dar os parabéns à investigação policial, aos magistrados e aos envolvidos no geral. Conforme se lê na VISÃO, o Ministério Público decidiu não levar a julgamento nem deduzir acusações contra os arguidos do famoso Caso dos Submarinos, que investigou, durante oito anos, o negócio dos submergíveis comprados aos alemães. Consta que não houve intenção “clara” de beneficiar o consórcio alemão (a luz estava apagada) e mesmo que tenha havido qualquer coisita, isso prescreveu há uns meses.

Assim sendo, passados estes oito anos de telejornais e de tinta gasta na impressa, concluímos que nos andaram a enrolar o tempo todo. Não se passava nada. Era fumo. Houve quem recebesse comissões milionárias sem que se perceba em que medida contribuíram para merecerem tamanho valor; Jacinto Capelo Rego fez depósitos em numerário na conta do CDS; houve condenados por corrupção na Alemanha. Mas o importante é que cá nada se passou. Tirando esse detalhe de alguma coisa se ter passado mas que já prescreveu.

 

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