Piada do ano: Cristas apoia os professores

Foto: Paulo Cunha/LUSA

Nos últimos tempos, o PSD e o CDS têm mostrado o seu apoio à luta dos professores, o que se compreende: estão na oposição. É conveniente que não nos esqueçamos de que Passos Coelho e companhia, Assunção Cristas incluída, se limitaram a aprofundar o trabalho de demolição iniciado por Sócrates e suas ministras amestradas.

Cristas, pondo a máscara de defensora dos professores, disse que estes têm razão porque o governo prometeu aquilo que não podia cumprir. Na realidade, Cristas está a afirmar que o erro está na promessa de recuperar todo o tempo de serviço. Em última análise, Cristas é contra essa recuperação, até porque isso implica, segundo a centrista, problemas orçamentais.

A verdade, contudo, é que os professores não têm direito à recuperação do tempo de serviço porque isso lhes foi prometido pelo governo. É simples: os professores têm direito à recuperação do tempo de serviço e ponto final.

Assunção Cristas e associados não estão e nunca estiveram do lado dos professores, como não estiveram do lado da Educação ou das escolas. Há apoios que se dispensam, até porque sabemos que, à primeira oportunidade, passam a empurrão. Deixe estar, menina, que eu atravesso a estrada sozinho, não se incomode, que me incomoda.

A Madonna quer um parque de estacionamento? Arranjem-lhe antes um visto Gold!

Fotografia: Paulo Spranger/Global Notícias@Diário de Notícias

Parece que todos os partidos políticos, com excepção do PS, claro, estão muito indignados com a atribuição de uma espécie de parque de estacionamento no centro de Lisboa, a preço de saldo, à investidora estrangeira Madonna. Algo que, tanto quanto pude apurar, não é propriamente um exclusivo desenvolvido a pensar na Material Girl.

Não conheço os contornos do caso, pelo que me absterei de tomar uma posição, não obstante ser contra qualquer tipo de borla injustificada para elites e quejandos. Passei por aqui apenas para confirmar se o CDS e o PSD que se indignaram com este caso são os mesmos que criaram os vistos Gold para que uma série de mafiosos chineses, russos e afins pudessem adquirir nacionalidade portuguesa em regime de liquidação total. Não são, pois não?

Ordenado mínimo abaixo dos mínimos

Segundo a CGTP, o salário mínimo, caso tivesse sido actualizado desde 1974, seria, actualmente, de 1268 euros, tendo em conta a inflação e a produtividade.

Não possuo dados que permitam confirmar ou desmentir esta afirmação, mas parece-me óbvio que, tendo em conta os factores apontados, o salário mínimo não poderia corresponder ao valor actual. Também me parece óbvio que uma pessoa, em Portugal, não pode viver, mal pode sobreviver, com o actual salário mínimo. Mais: quem ganha o dobro do salário mínimo, consegue sobreviver, porque viver é outra coisa.

Se, numa família com dois ou três filhos, houver dois salários mínimos, chegamos a um ponto em que o único pensamento é o de saber como chegar ao fim do mês com as contas todas pagas, num exercício de malabarismo cansativo ao ponto de ser desumano.

Os empresários também são gente, é verdade, e também têm contas para pagar, são também assaltados por um Estado que está ocupado, há vários anos, por gente que está ao serviço de interesses privados poderosos.

É tudo muito complexo, é certo, mas, num país civilizado, é preciso, no mínimo, pensar nas pessoas, a única razão de ser de um país, ao contrário do que gente indiferenciada chegou a afirmar.

Ao centro

Há uns valentes anos fiz este boneco enquadrado numa série a satirizar os partidos. Estava-se no rescaldo  à despenalização do aborto e o CDS, Partido do Centro Democrático e Social, agora também Partido Popular, comprovou que o “C” era mais de Cristão do que de “Centro”. O partido que foi umas vezes liberal, outras conservador, já foi contra e a favor do euro e da “europa”,  que foi o partido dos pensionistas e o partido do corte das pensões, que já foi, no fundo, toda a coisa e o seu oposto, tem no posicionamento beato o seu real âmago, essa cola que segura a cataventice política que tem sido o seu rumo. Consistentemente, Cristas afirmou neste fim-de-semana que “o meu CDS tem a democracia-cristã no eixo da roda“. Mas que não haja ilusões, se passarmos a ter muitos eleitores judeus, muçulmanos e protestantes, o mais certo é que também esta roda se furará. Entretanto, temos um partido que acumula com congregação religiosa, esse paradoxo no país onde o Estado é laico.

Aquela notícia bombástica e inesperada que marcou o congresso do CDS

Nuno Melo é o candidato às Europeias. Seo Dr. Jovem Conservador de Direita descobre, está o caldo entornado.

Tensão Alta

A líder do CDS foi queixar-se das políticas de Saúde à Feira de Fumeiro de Montalegre, entre presuntos, chouriças e salpicões. Alguém lhe meça a tensão.

A Forbes aceita posts patrocinados?

Cristas a aprender a Constituição

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A propósito da vitória de Rio, Cristas deixou cair a tese da usurpação, defendendo agora que o que importa é ter uma maioria de deputados a suportar o governo.

Este facto tem dois aspectos notáveis. O primeiro é que, por fim, Cristas descobriu a letra da Constituição, deitando por terra um argumento que alimentou a PAF desde 2015. Importa agora, segundo a líder do CDS, chegar ao poder, ganhando ou não a eleição. Há que fazer pela vida.

A segunda curiosidade deste golpe de costas é que apenas foi noticiado pela Rádio Renascença – ou então o Google anda distraído. Os outros órgãos de comunicação social limitaram-se a citar a parte insonsa da declaração, nomeadamente a importância de os dois partidos terem uma maioria de deputados – de preferência graças ao CDS, subentende-se. Eis o estado da tal comunicação social supostamente dominada pela Esquerda.

Natal dos partidos – a hipocrisia do CDS

Assunção Cristas fala numa conferência de imprensa sobre o financiamento dos partidos. Foto: TIAGO PETINGA/LUSA

Uma nota sobre o CDS quanto ao projecto de lei de financiamento dos partidos. Este partido participou em nove reuniões à porta fechada entre Abril e Outubro deste ano, das quais não se fez registo escrito. Nunca se ouviu Assunção Cristas, ou outra voz do partido, denunciar o que estava a ser feito. É de uma enorme hipocrisia assistir ao oportunismo com que o partido adopta o discurso de ter votado contra o projecto lei, farto de saber que a aprovação estava garantida. Haveria mérito, isso sim, se esta posição tivesse sido tornada pública durante as negociações. Ainda para mais, não sendo conhecidos os nomes dos proponentes das alterações, não podemos colocar de lado a hipótese de algumas delas terem sido apresentadas pelo próprio CDS. É o efeito do anonimato que o CDS não contestou. Tão ladrão é o que rouba como o que fica à porta – só o partido de Cristas é que parece achar que os portugueses não alcançam este truísmo.

Monção de sem surra

Falta-me pachorra para dissertar sobre moção de censura do CDS. Por isso, telegraficamente, limito-me a três notas:

1. Obviamente que há motivo para uma moção de censura. Se a incapacidade de resposta nesta situação não serve, não vejo que outros motivos se possam  evocar no futuro.

2. É de uma escandalosa hipocrisia ser o CDS a lançá-la, ou não tivesse sido a respectiva líder diretamente responsável pela pasta que, durante cinco anos, nada fez para resolver um problema de longa data. Perdão, fez. Piorou o panorama com a sua lei do eucalipto. Estivesse a direita no governo e já o PCP ou o Bloco teriam tomado a dianteira neste campo. Ou até talvez mesmo o PS o tivesse feito.

3. Se para o CDS a moção de censura era premente, porque é que não a fez logo depois de Pedrogão Grande? Há um número de mortos a partir do qual tal iniciativa se justifica? Deve haver, porque, segundo Cristas, nenhuma calamidade aconteceu durante os seus mandatos, como se não tivessem morrido, por exemplo, 9 pessoas em 2013 e 6 em 2012. Sim, há uma questão de escala. Mas, como muito bem lembraram diversas vozes  a propósito de Pedrogão Grande quando dissertavam sobre se havia 64 ou 65 mortos, algumas delas ligadas ao CDS inclusivamente,  “um morto é uma tragédia“.  Excepto quanto se está no governo, assim se pode depreender.

[Gráfico baseado no extracto do Relatório da Comissão Independente, disponibilizado no DN]

Chamusca

A PJ descobriu as armas roubadas de Tancos. Lá se vai metade do património político do CDS.

Olha, uma rã com barbas

Andam todos inchados. Apesar de terem tido um resultou pior do que há quatro anos.

Na direita já se fumam ganzas?

Isenção de IRS das horas extraordinárias para premiar o mérito? O que é que o cu tem a ver com as calças? Até porque é mesmo ao contrário. A necessidade de horas extraordinárias revela mau planeamento, o que equivale a dizer ausência de mérito.

Oposição responsável? Não, demagogia barata e em conta-corrente com a senda austeritária de quando Cristas foi ministra.

Dado que perguntar não ofende

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Se Assunção Cristas for eleita para a Câmara Municipal de Lisboa,  demitir-se-á do cargo de deputada e irá ocupar o lugar na CML? Ou tudo se resume a uma fantochada?

Atenção 

Quero uma paragem do Metro de Lisboa aqui na minha rua.Em Coimbra.Ouviste Cristas?

Crónicas do Rochedo XVI – O algodão não engana…

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Ontem escrevi um post sobre o facto de Rui Moreira se ter divorciado do PS. Um dos comentários com que fui brindado no facebook foi:

O problema do teu post, Fernando, é que partes dos princípio que o Rui Moreira funciona segundo os cânones da política partidária. Rui Moreira sempre deixou claro que contava com Pizarro por uma questão de lealdade política, por ter sido um bom parceiro durante o mandato, e que aceitava o apoio do PS nesse pressuposto. Traçou linhas vermelhas na sua relação com os partidos, aceitando o apoio de quem subcrevesse as regras. Violadas as regras, de forma reiterada, assumiu as consequências. Não há nem manha nem calculismo” – Rodrigo Adão da Fonseca.

Ora então, passadas 24 horas, o que temos?

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Crónicas do Rochedo XV – De uma decisão há muito tomada…

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Rui Moreira não precisou do PS para ganhar as eleições autárquicas no Porto em 2013. Só precisou no dia seguinte. Para ter uma maioria estável e governar na paz do Senhor durante os quatro anos do seu mandato. Será que precisa para ganhar as eleições deste ano?

Obviamente que não. Nem do PS nem do PSD e muito menos do Bloco ou da CDU. Para ganhar não precisa. Mesmo para governar tenho dúvidas pois estou convencido que, sozinho, consegue os 44% mínimos para ter maioria absoluta. Mas já estive mais convencido disso há uns meses do que hoje por um motivo muito simples: a abstenção fruto do “já ganhou”.

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Quem não sabe o que dizer, abre a boca e apanha moscas.

Em vez de propostas e alternativas, a oposição procura criar uma cortina de fumo. Essencialmente, esta alterna entre duas formas: variantes da tese da  claustrofobia democrática e propostas de alteração ao sistema eleitoral. Desta vez, foi Nuno Magalhães a dar o seu ar de graça, o qual optou pela primeira abordagem. Entrou mosca. 

Atirar lama para o ar, para não se enlamearem sozinhos…

Confesso que ainda não percebi de onde partiu a tentativa de envolvimento de Assunção Cristas nesta história do BES. Muito provavelmente do PSD, que enterrado até à lama, não quer ficar sozinho da fotografia. Obviamente que a senhora era ministra do governo e como tal solidária e responsável pelas decisões tomadas. Mas o governo tinha um Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, a ministra das finanças era Maria Luís Albuquerque. Serão obviamente os primeiros responsáveis pela resolução do BES, a par do governador do Banco de Portugal. E sim, porque o governo era de coligação, o CDS/PP não se pode eximir às responsabilidades, mas tinha líder na altura, se estão recordados era até uma liderança irrevogável. Assunção Cristas era uma dos 8 vice-presidentes do partido. Terá a sua quota-parte, mas não pode ser colocada no mesmo patamar que outros com maior e mais directa responsabilidade no assunto…

Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo

“Núncio assume responsabilidade política”. Como se diz na minha terra: Lol.

Anda por aí gente que lê jornais

e descobre coisas destas. Remarkable!

Maia: Em nome do Pai

Nas próximas eleições autárquicas o município da Maia enfrenta um desafio absolutamente fora do normal no nosso país.

Para que se perceba: O Professor José Vieira de Carvalho foi nomeado presidente da Câmara Municipal da Maia em 1970 e a ela presidiu até 1974. Depois da revolução voltou a ser candidato em 1979 e venceu. Foi presidente da Câmara Municipal da Maia até ao seu falecimento em 2002. Sucessivamente eleito com maioria apoiado pelo PSD e CDS. Foi um dos fundadores do CDS (tendo sido Secretário-geral e vice-Presidente) e mais tarde, com o cavaquismo, aderiu ao PSD, partido onde militou até ao seu falecimento. Sempre se definiu como um Democrata-Cristão.

Após o seu falecimento em 2002 foi substituído pelo seu vice-Presidente, António Bragança Fernandes que venceu, igualmente, todas as eleições seguintes até 2013. Agora, por força da Lei de limitação dos mandatos, Bragança Fernandes não se pode recandidatar. Em suma, o PSD sozinho ou em coligação com o CDS governa a câmara da Maia desde 1979. Até aqui, nada de muito diferente do que acontece noutros concelhos. Para estas eleições de 2017, o PSD entendeu candidatar o actual vice-Presidente da Câmara, Domingos da Silva Tiago (que já era vereador no tempo do Professor Vieira de Carvalho). Nada que não seja habitual. Só que…

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Estes governantes são uns pândegos…

Continuo sem perceber a razão porque os sucessivos governos preferem enterrar o que chamam dinheiro público, na verdade é dinheiro esbulhado ao contribuinte, nos Bancos portugueses. Primeiro Sócrates não permitiu a falência do BPN e BPP, mais tarde Passos Coelho fez o mesmo com o BES e por último António Costa com o BANIF. A somar a tudo isto ainda temos os juros pagos à troika, pelo empréstimo destinado a ajudar o sistema financeiro, que supostamente ficaria forte, mas não ficou. [Read more…]

A Helena Matos precisa urgentemente de parar de dar nos speeds

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Leia a verborreia original aqui, no sítio do costume, no Observador. No sítio do costume? Sim. Efectivamente. Efectivamente. 

Denoto que nos últimos tempos a Helena Matos tem andado mais acelerada, mais tensa, mais enervada e mais excitada que o normal quando necessita de bater na nossa esquerda. Concluo que esta excitação na Helena não é normal nem natural e que o artigo acima exposto é mais que motivo para que a ADoP comece a fazer umas visitinhas ao Observador porque a Helena, a nossa campeã do anti-comunismo primário já nem se dá ao trabalho ir ao arquivo do seu pasquim fazer o devido trabalho de campo. Está dopada de raiva. Para realizar estas assumpções, socorro-me de duas muletas para prestar uns breves esclarecimentos à Helena: a primeira,  do Jorge, aqui publicada e a segunda, a sua respectiva fonte noticiosa. Onde? No observador! No observador? Efectivamente. O quê? 100 nomeados pelo governo do PSD\CDS. Quando? Quando o governo da PaF já estava com os pés para a cova em funções de gestão e Costa preparava-se para formar governo.

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Eleições – Estórias de gentes do Douro

Maria Manuela Santos de Almeida Ferreira dos Santos*

As tão apregoadas eleições livres aproximavam-se. Na Quinta Grande, a Srª D. Cesaltina ensinava os seus trabalhadores. Quase todos tinham a quarta classe, mas o jardineiro já velho, que ali nascera, nunca dali saíra, não sabia ler nem escrever.
Então ela ia-lhe ensinando todos os dias três letras – C D S – as únicas que ele precisava de aprender para votar.
Era um sacrifício para o Sr. Joaquim, por cujas mãos só tinham passado sachos, enxadas e lavoura, tentar pegar no lápis para melhor decorar aquelas letras.
Mas como a patroa lhe dava sempre um copito a mais para o animar, lá treinava.
Depois de muitos dias de esforço, a Srª D. Cesaltina estava vaidosa e contava às suas amigas que conquistara mais um. Até já se sentia uma professora a ensinar meninos, tão fácil lhe parecera a tarefa.
Chegou o dia e o Sr Joaquim, no seu fato domingueiro, lá foi cumprir o seu dever de cidadão. Não sabia bem o que era, mas tinha de fazer uma cruz.
Volta a casa.
A patroa colhia umas flores no jardim para o altar de que era zeladora.
Olha para o Sr Joaquim que, meio acabrunhado, vira e revira o chapéu.  [Read more…]

Última hora: CDS junta-se ao ultimato do PSD

Ou Centeno mostra os SMS, ou Cristas revela a identidade de Jacinto Leite Capelo Rego.

Claro que podem

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Os mais recentes dados do PIB indicam que vocês eram mesmo experts na arte de virar o crescimento do país de pernas para o ar.

Crime, disseram eles

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Segundo relata a comunicação social, o CDS, que foi parte fundamental do anterior governo, ameaçou o actual Ministro das Finanças com uma queixa-crime, por causa do assunto da Caixa Geral de Depósitos. Isto, apenas alguns dias depois de o ex-colega de governo de Paulo Portas, o ex-ministro Álvaro Santos Pereira, ter defendido publicamente a pena de prisão para políticos e banqueiros que cometam fraudes, ao mesmo tempo que acusou o ex-líder do CDS de “traição à Pátria”.

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Completamente de acordo com o CDS

Excelentes medidas, aquelas que defende o CDS no que diz respeito aos cuidados paliativos. Mas nenhuma delas invalida a descriminalização da eutanásia.

Mais um Passo(s) para delapidar o PSD

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Há 4 anos atrás era a favor. Há um mês atrás era a favor, de acordo com que o foi referido por um dos seus vices. Até a obsoleta Rádio Renascença deu com a marosca.
Hoje é contra, curiosamente, contra.

A questão é antiga mas ao mesmo tempo reveladora da desorientação geral em que vive nestes dias a liderança do PSD. Sem rumo político, quer no plano nacional quer na preparação das ansiadas autárquicas (nas quais, o PSD como histórico leader nacional e máquina caciquista que é pode estar à beira de um total e redondo colapso, colapso que certamente modificará muita coisa dentro do partido) com uma liderança de navegação à vista nos últimos meses, cheia das habituais posições modificadas, de ideias que oscilam entre o barato da feira da ladra e o horrível surreal e de uma choradeira sem fim (“porque fomos nós que ganhámos as eleições, pá”) aliada a uma desorientação colectiva no que diz respeito à preparação do acto eleitoral que se avizinha, denota-se a largas vistas que Coelho deu mais um Passos para a desgraça na questão do descida da TSU para as empresas caso a esquerda leve  a medida lavrada na concertação social a votação na AR.

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