Tanta pró-actividade propagandeada para a nova magistratura; afinal…
Bancarrota nacional é o óleo endémico-infeccioso com que, no discurso e comentário políticos, se vem ungindo a vida dos portugueses. O cidadão comum, constrangido por problema colectivo sem precedentes há décadas, sente o garrote da ameaça às mais simples condições de vida.
Chegámos, pois, onde chegámos, pela mão de homens, como Cavaco, que, sem pudor, reclamam hoje a produção de bens transaccionáveis, por eles próprios dizimada. Guterres, a seguir, não ficou atrás, Barroso ajudou Portas a comprar uns submarinos e evadiu-se. Finalmente, temos tido Sócrates, homem sem perfil de estadista ou sequer de cidadão credível.
Por dever democrático, e dado o momento que vivemos, os políticos de partidos que nos governam há 30 anos deveriam declarar, sem subterfúgios, que uma provável bancarrota fará implodir os sistemas de prestações sociais e salários do Estado, de remunerações do sector privado, da actividade empresarial e ameaçar as poupanças de muitas famílias, aforradas nos bancos. Isto, para citar apenas um subconjunto de graves incidências.






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