Sá Pinto e o cemitério de treinadores de Alvalade

Sá Pinto foi despedido do Sporting. A decisão mais difícil, diz o Presidente. Não, foi a decisão mais fácil. Despedir o treinador, que sai 8 meses depois de entrar sem ter aviado a marmita a alguém, é sempre a decisão mais fácil.
Com efeito, Sá Pinto não serve para o Sporting. Como Domingos não serviu. Ou José Couceiro. Ou Paulo Sérgio. Ou Carlos Carvalhal. Ou Paulo Bento. Ou José Peseiro. Ou Fernando Santos. Ou Manuel Fernandes. Ou Inácio. Ou Materazzi. Ou Jozic. Ou Carlos Manuel. Ou Vicente Cantatore. Ou Octávio Machado. Ou Robert Waseige. Ou Carlos Queirós. Ou Bobby Robson. Ou Marinho Peres. Ou Raul Águas. Ou Manuel José. Ou Pedro Rocha. Ou António Morais. Ou Keith Burkinshaw. Ou John Toshack. Ou Josef Venglos. Ou António Oliveira. Ou Malcolm Allison.
Despedidos quase todos, mesmo quando tinham sido Campeões Nacionais. É assim que o Sporting funciona e essa é das principais razões do seu insucesso. Alvalade não passa hoje em dia de um cemitério de treinadores. Sá Pinto foi a última vítima.