Centeno

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Defendi aqui Mário Centeno das atoardas que envolviam já queixa-crime e outras originalidades plenas de coerência política, como é timbre, aliás, do irrevogável CDS. Se o Ministro das Finanças não mentiu, deve encerrar-se o assunto e seguir em frente. Mas se mentiu, deve sair. Um alto responsável público não pode mentir.

A insustentável permanência de Mário Centeno

Faz muito bem a oposição em não dar por encerrada a polémica em torno da CGD. Está em causa sabermos o carácter, a idoneidade, ou falta dela, de quem nos governa. Alguém no seu perfeito juízo, excepção feita às cheerleaders do costume, que passam o tempo a tecer loas à governação, acredita que o anterior presidente da CGD esteja a mentir? Que não terão sido feitas promessas? E com franqueza, contratar advogados da parte interessada para alterar uma legislação à lá carte, não será próprio de países tipo república das bananas? Para fugir ao escrutínio do parlamento os bananas da república legislaram por decreto, o Presidente promulgou e não fosse a oposição ter apresentado o caso, estariam todos comodamente instalados a tratar da vidinha, business as usual. À boa maneira tuga, quando a coisa deu para o torto, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa trataram de dizer que era necessário apresentar as declarações. Como se não tivessem sido proferidas declarações por Mourinho Félix e Mário Centeno… Como se não tivesse sido promulgado um Decreto que afinal não servia para nada… [Read more…]

Crime, disseram eles

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Segundo relata a comunicação social, o CDS, que foi parte fundamental do anterior governo, ameaçou o actual Ministro das Finanças com uma queixa-crime, por causa do assunto da Caixa Geral de Depósitos. Isto, apenas alguns dias depois de o ex-colega de governo de Paulo Portas, o ex-ministro Álvaro Santos Pereira, ter defendido publicamente a pena de prisão para políticos e banqueiros que cometam fraudes, ao mesmo tempo que acusou o ex-líder do CDS de “traição à Pátria”.

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Centeno ainda é ministro? – II

A confirmar-se a entrega da declaração de rendimentos e património por parte de António Domingues, isto após o anúncio da sua demissão, é uma bofetada a toda a classe política, mas principalmente um K.O. político ao ministro das finanças e sua equipa, atingindo o próprio Primeiro-Ministro que não sai nada bem na fotografia. Com este gesto António Domingues demonstra que afinal nada tinha a esconder, mas ao contrário das enguias que nos (des)governam, possui coluna vertebral e honra a palavra.

Centeno ainda é ministro?

Ou Mário Centeno se demite em resultado da trapalhada da CGD, ou terá de ser demitido…