A partir de um texto de Manuel Loff (no Público), e que por acaso tem uma afirmação muito discutível sobre o fado, fica para outro dia, Vítor Cunha decide desbravar os caminhos da História. Intrépido, arrasa toda a historiografia que consensualmente define a criação dos estados modernos vulgo nações nos últimos 200 anos, como banalissimamente Loff refere.
Nada disso, com o entusiasmo de quem pega num algoritmo complexo sem saber a tabuada, e a sabedoria de quem na semana passada demoliu o cálculo de probabilidades tal como era conhecido na véspera, Vítor Cunha quer a Padeira de Aljubarrota metida ao barulho, e manda um doutorado tomar chá de malvas com a ” sua tese dos 200 anos que não explica nada excepto vergar a construção de uma nação ao tempo necessário para incluir Marx“. A teoria da conspiração no seu melhor. [Read more…]








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