Educação: Portugal não sabe pensar

Seja por desleixo, incompetência ou desonestidade, em Portugal não se perde tempo a pensar. No campo da Educação, apesar de muitos avisos e conselhos, os alegados responsáveis políticos pela coisa educativa dedicam-se, há anos, a decretar ao sabor de muita coisa e ao arrepio da Educação. Pensar? Nem pensar. Planear? Obriga a pensar.

Actualmente, os neoliberais estatais – uma contradição nos termos, eu sei – vivem deslumbrados com a liberdade de escolha na Educação, sempre com o simplismo que caracteriza os simples. Dizem eles que isto será como no mundo empresarial: a concorrência resulta sempre em benefício do consumidor. Ou seja, as escolas concorrem umas com as outras e os alunos sairão beneficiados. E por aqui se ficam, sem pensar, por uma questão de coerência.

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