a vida eterna prometida a Portugal

raio de luz que nos diverte mas não nos salva da pobreza prometida

Foi o que os nossos governantes nos prometeram. Tenho a impressão que é necessário refrescar-lhes a memória. O Orçamento de Estado, nunca mais é aprovado, a divida, muito provavelmente a ser comprada pela China, o FMI que um destes dias ainda nos invade a casa, um fundo europeu, que deve auxiliar tantos, sem conseguir entrar nos nossos cofres. Que tristeza! Não é apenas Portugal que está em crise financeira, é a União Europeia toda, que nem pode socorrer-se dos EUA, por estes também estarem a bordo da falência. Os cidadãos norte-americanos, os reis do mundo! O País Rei de toda a humanidade.

Mas, afinal a que cofres vão parar os lucros da mais-valia universal? Aos bolsos das pessoas a quem depositamos a nossa soberania, ou a negócios lucrativos dos mais ricos dos países em questão?

Não são os livros, nem as pinturas, nem as palavras: é a concepção de um caminho com ideias novas, para todos e de todos por igual. Como já estava prometido. Foi um excelente paradoxo da História, se Marcel Mauss e Émile Durkheim fossem socialistas mencheviques, como tenho referido (de Marcel Mauss) noutros textos, essa minoria a respeitar a luta de classes, a aceitar sermos humanos tal como definido em 1788 com base nas ideias de Babeuf. Paradoxo, porque analisavam, pensavam, entendiam e, seguidamente, emitiam o seu julgamento sobre um país falido, como a Rússia desses tempos. Se observassem os nossos países de hoje, rebelar-se-iam, como o

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