No caminho certo

Macron, um exemplo a seguir na U.E.

Agarrem-se a ela, Passos & friends

não vos resta muito mais.

Dizem que o PSD é liberal…

Felizmente desde 2002 que não voto nesta seita

Laranja é fixe!

Quando penso em cor-de-laranja, o que me vem à cabeça, tirando as laranjas, são profecias da desgraça, bancos em apuros e a Dra. Maria Luís Albuquerque da Arrow a garantir que um défice abaixo dos 3% era “aritmeticamente impossível. Isso é um conjunto de indivíduos que não levam o país a sério. Hoje, porém, cor-de-laranja é sinónimo de boas notícias. Não que seja a notícia do ano, pessoalmente nem fazia ideia de que este indicador existia, mas sempre é melhor que um pontapé nas costas. Sete anos depois, Portugal sai do vermelho no indicador de vulnerabilidade do Mecanismo Europeu de Estabilidade, uma espécie de rating “lixo” da coisa, e sobe ao escalão laranja, onde não respira de alívio e nada de particularmente espectacular lhe vai acontecer. Porém, depois de tanta catástrofe anunciada, e na iminência da chegada do Dr. Belzebu, estes detalhes, que não há muito tempo originariam títulos bombásticos nos jornais do costume, ganham alguma relevância. Não muita, que a dívida é estratosférica e ainda existem muitos portugueses em grandes dificuldades. Mas depois de tudo o que nos contaram, das tragédias que espreitavam ao virar da esquina, não era suposto Portugal ser já uma espécie de Venezuela?

via Twitter ESM

 

Fuga de capitais – sangria na economia global

A notícia do Público sobre a fuga de capitais entre 2010 e 2015 contém vasta matéria para análise do comportamento político, nomeadamente a forma como se tenta esconder o transvase do capital para centros offshore internacionais, como o fez a Autoridade Tributária durante o governo de Passos Coelho. No entanto, detenho-me, por ora, no enquadramento internacional do que se chama de mobilidade de capitais na economia globalizada.

Hong Kong - fuga de capitais
O pico constatado em 2015 de 8.885 milhões de euros, poderá sempre explicar-se com o que se sabia sobre a falta saúde do sistema financeiro português e, também, pela incerteza da continuidade de um governo que estivesse disposto a continuar a permitir a fuga de capitais sem prestar contas ao fisco.
O movimento de capitais para offshores não é um fenómeno nacional, nem tão pouco europeu, trata-se de uma tendência global [Read more…]

Leituras

the euro

Como uma moeda comum ameaça o futuro da Europa.

A pura incompetência dos agentes da Alfândega de Lisboa

alfandega-de-lisboa

Tenho desde o passado dia 7 de Fevereiro um envio (despachado da Rússia a 24 de Janeiro) um artigo enviado da Rússia que corresponde a uma caixa de uma colecção de cartas de jogadores de futebol que não é comercializada no nosso país. O artigo em causa deve ser doravante tratado por envio e não por encomenda, visto que a troca realizada envolveu um envio gratuito de um produto semelhante à pessoa com quem troquei no dia 25 de Janeiro. Curiosamente, mesmo apesar dos correios russos demorarem em média 2 dias a desalfandegarem envios considerados como “importações”, resolvemos, eu e o meu parceiro russo, escrever uma nota na encomenda “free of commercial value. exchange” para assim explicarmos aos agentes alfandegários dos dois países que não existiam quaisquer valor comerciais envolvidos. Apesar dos correios russos serem, como não seria de esperar, lentos, pela imensidão do território e do número de habitantes que tem que satisfazer, a alfândega moscovita demora por norma 2 dias a analisar as importações, e os correios russos demoram por 4 dias a fazer chegar correspondência ou envios de Moscovo a Khimki. Para um destino longínquo nos confins da Federação, a coisa pode levar meses, Portanto, o meu envio já chegou no dia 4 de Fevereiro ao destinatário

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Tu sabes quem eles são, não sabes?

neo

É claro que vai haver uma nova crise, Pedro. E não, não se tratam de “vulnerabilidades financeiras e económicas na Europa e na zona Euro“. Não te faças de parvo que tu sabes, ou pelo menos devias saber, que tudo se resume a um conjunto de porcos que, de quando em vez, decidem chafurdar mais do que devem e muito mais do que precisam.

Depois é vê-los desfazer a economia, até ao osso, sem dó nem piedade, e com aquele brilhozinho sádico nos olhos. Não estás a ver? O Brick Top explica. Os porcos limpam tudo, é uma questão de tempo.

Tu sabes quem eles são, não sabes?

Imagem: High Society@Bright Side

Crónicas do Rochedo XII – Alguma coisa deve estar errada…

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De Valência (Espanha) à Maia são pouco mais de 900 quilómetros. No caso em apreço, de Valência a Chaves são cerca de 800 quilómetros. Sem utilizar qualquer alternativa às auto-estradas espanholas, o valor pago em portagens neste percurso até chaves são €12,30 (podendo ser zero evitando o túnel de Guadarrama nos arredores de Madrid). Por sua vez, de Chaves à Maia são cerca de 140 quilómetros e €11,25 de portagens (classe 1).

Em Espanha o gasóleo varia entre os €0,98 e €1,08. Aqui, a coisa anda entre os €1,27 nas auto-estradas e os €1,17 nos postos mais baratos. Uma botija de gás custa em Espanha, em média, metade do que custa em Portugal. Os produtos de supermercado, salvo raras excepções, são praticamente todos iguais ou ligeiramente inferiores. Bens de primeira necessidade como água, pão ou leite equiparam-se nos preços. Porém, os salários são bem diferentes: O salário médio bruto em Espanha anda nos €1.640 mensais para uma carga fiscal de 21,5%  (contra os €986 em Portugal e uma carga fiscal de 28,3%).

Como compreender estas diferenças? Alguma coisa deve estar errada…

Defender a Constituição…

…”mas a comissão entende que este abala o sigilo bancário e viola a Constituição.

Um rasgo de lucidez

Uma óbvia excepção à regra, difícil de encontrar nas várias Entidades, Autoridades e afins, que causam mais danos que benefício à actividade económica…

Brasil

Os acontecimentos no Brasil têm efeitos directos na Economia, quer na brasileira, quer na internacional.

Four Horsemen

Four Horseman

Four Horsemen – documentário sobre a crise que se arrasta desde fins de 2007. Alguma vez vamos voltar ao business as usual? Realizado por Ross Ashcroft. Página IMDB. Legendado em Português (tem de activar as legendas no youtube e escolher o idioma).

Austerity – The History of a Dangerous Idea

Austerity-Cover

Palestra sobre a crise mundial que nos assola desde fins de 2007. Apesar de ter sido gravada em 2013 é interessante verificar como os argumentos pró austeridade são desmontados por Mark Blyth e aferir até que ponto estão correctos (basta olhar para o estado do país para sabermos a resposta). Em inglês, legendado em inglês – para activar as legendas clique em CC.

Está tudo a acordar…

Isto (a economia mundial) vai rebentar

Teoria económica vs ciência política

Do lado errado da Vida

É crescente a evidência de que a grande armadilha em que nos deixámos cair foi a de colocar a Economia no centro da nossa hermenêutica do mundo. É claramente isso que justifica o domínio avassalador da ética protestante e o declínio da nossa arte de viver.

Portugal coloca mais dívida de curto prazo que o previsto e com juros negativos

Tenham medo, muito medo

War is stupid…

A culpa é do acordo de esquerda VIII

INE confirma estagnação da economia no 3º trimestre” [DN] Ainda o governo de esquerda não existia e já causava estragos. Esta esquerdalhada…

A culpa é do acordo de esquerda II

Economia abranda no 3º trimestre” [Expresso]

A ciência da austeridade

Sempre bom recordar:

Política governamental…

Contos para crianças II: o crescimento económico

Segundo o Expresso, que cita dados do “professor” FMI, Portugal será a sétima economia mais lenta do mundo no período 2011-20. O Fundo prevê que Portugal seja ultrapassado pela Grécia em termos de PIB per capita até 2020.

Admissão de culpa

6.egas[1]

 Foto (http://cativarparaaprender.blogspot.pt/2012/05/uma-questao-de-honra.html)

Tenho consciência, não estou esquecido, conheço a Lei, fui notificado várias vezes. Infelizmente, devido à política seguida pelo Governo nos últimos 4 anos, não tenho é dinheiro!

Versão integral publicada originalmente em: http://wp.me/p29WGc-AU

Informação da maior importância: a quem interessar

Conheço-alguns-perfeitos-idiotas

Com muita humildade venho por este meio dar conhecimento a todos os meus credores – pretéritos, presentes e futuros -, independentemente da sua natureza – privada ou pública -, ou da natureza do crédito – venal, afectivo, lúdico ou outros -, ser muito possível, e até mesmo provável, que não venha a honrar as minhas obrigações ou a fazê-lo fora do prazo e apenas parcialmente, sempre com grande humildade, enfatizo, inerente a tal incumprimento ou procrastinação, com fundamento em qualquer das razões a seguir elencadas, isolada ou cumulativamente:

1 – Desconhecer a obrigação;

2 – Esquecer-me da dívida;

3 – Escassez de recursos, financeiros ou emocionais;

4 – Receio de que o cumprimento atempado possa ser interpretado como uma forma de induzir na comunidade a ideia de que sou cumpridor.

Versão integral do post, publicado originalmente em http://wp.me/p29WGc-AD

Economista britânico diz que Europa está na iminência de um ‘IV Reich’ | iOnline

2012-08-03-il-giornale

 

Lusa . 4 Mar 2015 – 15:22

O economista britânico Stuart Holland disse hoje em Lisboa que a Europa está “na iminência de um IV Reich”, referindo-se à situação na Grécia e à “hegemonia de Berlim” na União Europeia. 

“Temos uma hegemonia alemã que (os antigos chanceleres) Willy Brandt e Helmut Kohl não queriam. Eles não queriam uma Europa alemã, mas Angela Merkel que não tem as referências da Europa Ocidental não aceita conceitos como a solidariedade”, disse à Lusa o economista britânico, à margem da conferência “Grécia e Agora?”, que decorre na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Texto integral em http://wp.me/p29WGc-Ak

Passos Coelho, as dívidas, as prescrições, os pagamentos, as mentiras e as desculpas esfarrapadas

passoscoelhoEste exemplar da espécie humana nunca deixa de me surpreender, malgré tout!

Senão vejamos: Passos Coelho não pagou à Segurança Social as contribuições devidas durante um período em que recebeu com Recibos Verdes;

A primeira desculpa, idiota, é que entretanto pagou apesar de a dívida já estar prescrita. Ora isso não é possível. Nenhuma contabilidade suporta a entrada de uma “receita” sem título justificativo válido. Como tal, a Seg. Social já lhe devolveu, ou ainda vai devolver, o dinheiro.

(versão integral em: http://wp.me/p29WGc-Ad )

A Troika deveria ser investigada

Troika3

Depois da transmissão pública da reportagem “Puissante et incontrôlée: la troïka” pelo canal ARTE (ainda disponível no site da televisão franco-alemã) espero bem que a Procuradoria Geral da República se digne a investigar todos os elementos da Troika que estiveram em Portugal, em particular os responsáveis pela iniciativa da venda do BPN ao BIC. O que se passou foi um crime e esta reportagem dá-lhe o enquadramento que faltava para percebermos que foi de facto um crime.

Realizada pelo alemão Harald Schumann esta excelente reportagem  debruça-se sobre o falhanço e as consequências sociais das políticas de austeridade implementadas pela Troïka. A reportagem demonstra também que é falso que se trata apenas de semântica quando Tsipras recusa negociar com a Troika, mais do que isso demonstra que o governo de Tsipras está bem consciente dos estragos e das negociatas ilegítimas da exclusiva responsabilidade dos burocratas da Troika. A autonomia sem escrutínio, a falta de legitimidade democrática, as decisões criminosas impostas ao sistema de saúde grego, bem como as suspeitíssimas ordens de venda urgente de bancos falidos em Portugal (BPN ao BIC), na Grécia e em Chipre provam que a Troika não passa de uma negociata, que só não é uma negociata como qualquer outra porque é responsável por mortes no sistema de saúde grego e muito provavelmente por crimes de corrupção e tráfico de influências. Entre os entrevistados nesta reportagem, estão Krugman, Varoufakis, Louçã, Elisa Ferreira e João Semedo. A não perder.

Carta aberta a Wolfgang Schäuble, ministro das finanças alemão

De um jornalista “com tomates”. Bravo!

Carta aberta a Wolfgang Schäuble, ministro das finanças alemão.

via Carta aberta a Wolfgang Schäuble, ministro das finanças alemão.