O Governo decidiu não vender a TAP à única proposta de compra, apresentada pelo colombiano / brasileiro / polaco Germán Efromovich.
Goste-se ou não (eu não apreciava) era a única candidatura existente. O Governo diz que não foram cumpridos os requisitos previstos no caderno de encargos. É mais um passo estranho num processo que teve muito pouco de transparente.







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